Idas e Vindas do Amor (Valentine’s Day)


Aí tooooodo mundo falou muito de Idas e Vindas do Amor* (Valentine’s Day, 2010), por causa do elenco cheio de famosos e tudo.

Capricharam no elenco, mas não nas histórias. Eu gosto muito desse formato Simplesmente Amor, com várias histórias sendo contadas ao mesmo tempo, mas achei todas muito caretas. Já tinha visto na tevê** uma crítica sobre isso, os casais são muito certinhos, e o único casal gay se comporta como hétero o filme todo. Tudo muito quadradinho, não tem um único casal diferente na história.

Filminho meio nhé, se eu tivesse saído de casa pra assistir no cinema teria ficado muito brava, mas pra ver no conforto da minha santa cama comendo alguma coisa foi bom pra passar o tempo.

 

* Não preciso nem entrar no mérito da tradução cagada do título né? Sério.

** Manja o Ronnie Von né? Ele tem um programa na Gazeta, e quando eu durmo tarde acabo assistindo. Eu acho o Ronnie uma figura meio mágica, o cara é cantor, ator, apresentador, aviador, sommelier, dá pitaco sobre artes e design… incrível! Mas a minha parte preferida no programa dele são os dois críticos com pinta de nerd. O José Armando Vanucci é crítico de televisão fofíssimo com quem eu me casaria sem pensar duas vezes. O Christian Petterman (não achei nenhum blog dele pra linkar) tem um senso de humor maravilhoso e faz as críticas mais sinceras, sem muito lero lero e sem falar difícil. Adoro.

Hopes and dreams

Meio patético admitir, mas geralmente Garfield Minus Garfield costuma definir a minha vida. Essa de hoje em especial foi uma facada no fígado.

Mas já falei demais sobre isso no twitter (como se twittar alguma coisa tornasse ela menos oficial e menos fácil de ser encontrada no Google) e não quero dividir aqui no blog.

Peter e Vandy (Peter and Vandy)

Peter e Vandy (Peter and Vandy)

Nem sei se o filme vai ser lançado aqui no Brasil com o nome mais óbvio mesmo, ou se vão traduzir pra algo como Um Casal Muito Louco.

Peter e Vandy (Peter and Vandy, 2009) é uma história de amor absolutamente comum (comum para o cinema, não para a vida real). Casal se conhece, casal começa a sair, casal se apaixona, casal divide apartamento, casal briga, casal se separa.

Mas o charme do filme é que ele é contado de maneira totalmente não linear, com as cenas todas misturadas. Aí fica bem interessante porque a gente vai encaixando as cenas e tendo surpresas.

Não sei se vale a pena sair de casa pra assistir, mas em DVD no conforto da sua sala e com uma tigela de pipoca vai bem.

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Uma Mãe em Apuros (Motherhood)

Uma Mãe em Apuros (Motherhood)

Nossa, não dá pra dizer o quanto eu me decepcionei com Uma Mãe em Apuros (Motherhood, 2009). Tava louca pra ver esse filme porque é a Uma Thurman né? Apesar de mãe, ela é escritora e blogueira na história. Toooda uma expectativa.

O filme é bem chatinho. Não sei bem se é o filme, ou se são os personagens que não têm um pingo de graça. A história dura apenas um dia, da hora em que ela levanta se arrastando da cama e começa a cumprir uma lista enorme de tarefas, incluindo preparar uma festa de aniversário para a filha e escrever um texto sobre maternidade pro concurso de uma revista. A Eliza tem dois filhos, mora num apartamento todo bagunçado no 6º andar de um prédio sem elevador, e apesar de ter um blog na verdade ela é uma escritora de ficção frustrada. Sem falar no marido, morno em todos os sentidos.

Sabe filme que tenta ser alternativozinho, e acaba virando tedioso? Tô interessada agora em assistir Percy Jackson porque ouvi que a Uma está completamente canastrona e super divertida no papel de Medusa. Duvido que apenas isso fala eu arrastar meu traseiro gordo até o cinema mais próximo, mas enfim.

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O layout novo do ovelha-negra.org (ou “o meu primeiro layout em CSS3″)

Ontem eu tive a brilhante idéia de desinstalar o WordPress MU do ovelha-negra.org e fazer uma instalação para cada blog. Nada de errado com a ferramenta, eu é que tive pouquíssima paciência pra procurar os plugins adequados. Eu sei que é meio estúpido ter seis (indo pra sete) instalações separadas consumindo espaço no host quando existe uma solução pra isso, mas… nhé.

Mas ó, deu cagada. Deu muita cagada. O backup que eu tinha (um plugin adorável que tira backup automático e manda pro meu e-mail) não serviu, porque aparentemente não era assim tão compatível com o MU quando eu achava. Importava tudo direitinho mas eu não conseguia logar, ó que útil. Quebrei o galho com os backups em XML que eu fiz só por precaução, mas as configurações eu tive que arrumar tudo na unha, pra cada um deles.

Só que, adivinha. Eu só tirei o XML dos três blogs principais. E são seis. Os outros três ainda estão perdidos no limbo do MySQL. Vou precisar fazer jus à faculdade que eu cursei e resolver isso na base dos comandos mesmo. Merda.

* * *

Home do ovelha-negra.org em CSS3 (2010)

Mas enfim. O layout novo da home! Comecei a fazer no Photoshop, mas resolvi testar o @font-face, pra usar texto direto ao invés de imagens nos títulos. Daí pra fazer tudo em CSS3 foi um pulo (e no fim, eu acabei não usando o @font-face porque ele não tem lá muito suporte). Adoro CSS3, ele é tão mais legal que o HTML5! Principalmente porque se tem gente que ainda usa um navegador pré-histórico e cagado, foda-se o CSS3 não vai atrapalhar a visita – e corrigir HTML5 pra browsers sem suporte é meio sacalzinho.

Vamos pra frente né nerdaiada? Chega de fazer site pensando em quem tá atrasado nessa vida, de fazer sites como há 10 anos atrás. Povão não quer tanto a tal da inclusão digital? Então que aprenda a deixar o navegador atualizado!

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