E quando eu morrer quero que o meu caixão seja pintado tricolor - GALO!

Siiiiiiiiiiiiiim pessoas queridas, hoje eu atingi o auge do meu poser pride indo ao jogo do Paulista como se eu fosse uma pessoa que super entende de futebol.

Tudo o que eu sei sobre o time é o que meu vô comenta comigo =P

Nah, mas poser mesmo teria sido levar a cam pro estádio. Coisa que eu queria MUITO ter feito. Mas existem todas essas recomendações sobre não levar esse tipo de coisa pro estádio bla bla, então deixa quieto. Meu próximo celular vai ter cam.

E deu pra entender pq mesmo as novas gerações chamam o estádio de “campo”.

APESAR de ter sido um papelão empatar com o Ituano - que joga mal bagarái - e do único gol do Paulista ter sido de pênalti (mas pelo menos o Paulista fez um gol) foi bem divertido.

Não aprendi nenhum palavrão novo mas relembrei vários dos velhos, além de ter aprendido de leve um dos gritos de guerra da Gamor*.

Bom, do hino eu já sabia pelo menos o refrão, composto de três palavras hiper complexas:

Paulista, Paulista, Paulista

Quero ir em mais jogos. Achei super lazer essa coisa mulher-paga-meia. Se bem que eu até pagaria uns 10 reais só pra ajudar na construção de um vestiário melhor pros coitadinhos. Escutar a torcida indignada embaixo da janela não deve ser simpático.

Agora me diz se não é pra matar: próximo logo interessante do Paulista é contra o Palmeiras…. 16h de uma terça ¬¬

Ohhhh, meu nome é Erika e eu sou poser.

 

* Gamor = 6 adolescentes, dos quais 2 estavam com a camisa do Guarani. Explicável, já que o Paulista e o Guarani têm um inimigo em comum - a Ponte Preta.

Bla bla bla, Wiskas Sachê

Olha, vou te contar… o curso é ótimo, o professor é ótimo, mas aguentar aquele povo do fórum é doooose!

Eu bem que tentei uma abordagem mais discreta, mas avaliação de desenho só por lá. E eu acho um saco supremo aquele bando de gente pagando uma de especialista. As frases que mais me irritam (qdo não vêm do professor, pq ele pode, néam?) são

“Da próxima vez use o papel recomendado”
Não é por nada não, mas quem é bom desenha até em guardanapo de churrascaria rodízio. Só comprei papel Debret pros meus desenhos com tinta não enrugarem. Isso pq eu não achei o triplex.

“Da próxima vez, cite o tempo que levou para fazer o desenho”
Ahhhhhhh, fala sério, vai! Vou sentar a bunda na cadeira com o cronômetro do lado? Mas dá pra facilitar a vida deles - ou eu levei uns 15 dias fazendo uma linha toda vez que dava vontade, ou eu demorei meia hora pra acabar logo. Satisfeitos?

“Você poderia ter caprichado mais nos detalhes”
E você poderia vir aqui caprichar nos detalhes pra mim enqto eu trabalho, néam?

“Ponta fina, ponta fina”
Céus, qual a diferença de usar uma ponta grossa uma vez e uma ponta fina cinco?

 

Não é que eu não aceito críticas. Mas é que eu acho que alguém que desenha um Robinho tão realista que a pele tá oleosa tem infinitamente mais moral pra criticar o que eu faço do que alguém que posta uma cruza de Angelina Jolie com o Esqueleto do He-Man. Com o cabelo ensebado.

Mas eu já reparei que quem desenha bem lá dentro do curso não abre a boca pra falar um ai. Provavelmente todo mundo tem uma vida pra cuidar, né?

 

(stress causado pela promessa de um pagamento que não aconteceu - e se não acontecer até segunda feira eu acho que vou tirar umas férias merecidas, atualizar meu portfólio, desenhar uma Mulher Maravilha na parede, qquer coisa…)

Brasileiro é tão bonzinho

Cara, o Nelves é um anjo mesmo.

Como alguém tem coragem de virar pra mim e dizer “mas tá bom sim” sobre isto?

Só tendo muito amor no coração pra contar uma mentira dessas.

=P

Life goes easy on me

Eu realmente nunca vou entender pq às vezes a gente quer tto uma coisa que não tem, mas qdo desiste essa coisa cai na sua cabeça. Várias vezes. Inacreditavelmente. Dia após dia =P

Anyway, eu andei reparando que a programação da Antena 1 é incrivelmentesem opções. É a terceira quinta feira seguida que toca entre as 14h e as 16h

- Viva Forever
- As time goes by

Isso e mais uma ou duas que eu esqueci o nome.

Freak.

E não, eu não morri nem sumi. Só tava trabalhando. Muito. Mas como a conta continua zerada (e domingo eu quero ir na Bienal, o que necessita dinheiro), de repente me deu uma vontade de pintar a unha, blogar e assar um bolo… incontrolável.

Larguei tudo até depois da novela.

Casa do Dorval

Eeee, Jundiaí é maior que São Caetano!!! =P

E que boooosta, o trem de Jundiaí é uma lata velha fedida cheia de gente feia fedida… e o trem pra São Caetano é limpo e com ar condicionado… tô verde-alface de inveja.

Mas São Caetano é linda, eu paguei um pau pra vista do prédio do Dorval… só prédio bonito… se bem que a vontade era mesmo de cuspir um chicletão de lá de cima do 9º andar… impulso mais escroto, hahahaha…

E eu acho que a Liga tá crescendo. Legal isso, eu fico realmente feliz por ir com a cara das duas agregadas do grupo =D

Tá, a turbaína deu um trabalho do cão, mas valeu a pena, né? Não que isso vá se repetir, pq se os bonequinhos quiserem beber turbaína vão ter que se abalar até a terra oficial da bebida pra isso. Humpf.

E eu fiquei bege com a hospitalidade da mãe do Dorval… zente, ela simplesmente nasceu pra receber em casa! Quer dizer, totalmente o oposto da minha mãe, que qdo vem alguém aqui em casa solta um “compra umas pizzas, uns salgadinhos… e te vira”. Aqui em casa eles podem até beber bem - turbaína, abacaxi - mas comer bem que nem lá… difícil =P Tá, eu ainda posso descobrir a receita do super sorvete de chocolate… já serve, hahahaha

Agora a hora da confissão: eu não tava afim de ir. Porque eu sabia que eu iria gastar uma grana que eu não posso, que eu teria que acordar cedérrimo pra chegar lá… e qdo eu tô sem dinheiro eu fico uma chata de galochas insuportável (por isso eu sumo do MSN etc). Mas depois que eu acordo, me troco e saio de casa… não sei, a coisa muda. Primeiro que é São Paulo. E depois que é o único momento mensal em que eu me sinto socialmente em casa. Porque se existem nerds (ou que sejam só pessoas com cérebro e cultura pop besteirol suficiente, vai) nessa cidade, eles se escondem muito bem, e é só na Liga que eu tenho essa sensação de que todo mundo gosta de mim porque me conhece do jeito que eu sou. Acho que as pessoas normais têm essa sensação normalmente, mas como eu não sou uma pessoa normal eu resolvi cultivar amigos a distância, e só posso estar com eles de vez em quando. Bom, pelo menos uma parte deles ainda está ao alcance de um ônibus, né?

Ouvindo: trilha sonora de Wicker Park

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