Coração de Tinta


Filminho bonitinho com cara de feriado: Coração de Tinta. Existem pessoas com o dom de fazer acontecer uma história quando lêem um livro em voz alta. O personagem do Brendan Fraser é assim. Um dia ele lê uma história e traz para este mundo uns vilões malvados, mas a mulher dele fica presa no mundo do livro.

Na prática não é tão confuso assim.

O filme foi baseado, adivinha, num livro. Não li ainda, mas já coloquei no celular.

Os Delírios de Consumo de Becky Bloom


Pouparei a humanidade do discursinho “mudaram a capa do livro por causa do filme e isso tirou a identidade visual da série de livros”. Não acordei com um humor muito bom hoje e é melhor nem começar.

Mas também, não faz diferença pra mim, porque eu li um pedaço do primeiro livro e achei um saco. Não é como se eu quisesse a série na prateleira nem nada do tipo.

Mas o filme é bem divertidinho. O consumismo dela no filme parece mais normal pra mim. Com roupa eu nunca fui assim, odeio comprar roupa, mas quanta bolsa eu já comprei sem nem ter com o que combinar né. E esmalte? Comprar esmalte novo é um vício desgraçado, só não faço esforço pra parar com isso porque quanto custa um esmalte, R$ 2?

Aliás, falando em roupa, eu acho que pra alguém que quer trabalhar numa revista de moda a Becky tem sérios problemas pra se vestir. E imediatamente o vestido de madrinha de casamento me lembrou… raibow cupcakes! xD

Coraline


Assisti Coraline ontem. Queria ter visto no cinema, mas já que eu perdi eu pensei “tá, vou ler o livro primeiro, antes que saia em DVD”, mas o livro ficou rolando aqui um tempão e eu acabei não lendo, claro. Acho que eu desanimei por causa das ilustrações. Sou muito chata com isso. Mas agora eu coloquei no celular e vou tentar ler.

Mas o filme é bem bonitinho. Coraline é uma menina que se muda com os pais pra uma casa antiga que é dividida entre vários moradores. Os pais dela são uns cuzões e os vizinhos um bando de freaks. Um dia ela descobre uma portinha que dá para uma versão incrivelmente melhorada da mesma casa: pais amorosos, um jardim impecável e vizinhos divertidos. Mas então ela percebe que tudo está perfeito demais, e é aí que a gente entende porque a direção do filme é a mesma do Nightmare Before Christmas =D

Preciso com urgência de um esmalte da cor do esmalte da Coraline. Sério.

Aniversário

os misteriosos cupcakes, a minha camiseta do Spock e meu novo avatar a partir de amanhã. clica que cresce

Festinha de aniversário dupla hoje: @magonet e @claubimba. Owww.

Tô sob efeito de cafeína então vou blogar hoje mesmo. Aliás, vanilla expresso me fez querer comprar uma máquina de expresso da Nescafé pra colocar no criado-mudo! Enfim.

Então, sabe esses seriados sobre um grupo de amigos que sempre tem um mala? Na ficção é muito engraçadinho você conviver com um Barney, ou até mesmo com um Sheldon, mas na vida real parece que todo grupo está destinado a ter uma mala sem alça e sem rodas pra carregar, e na vida real essa mala é sempre muito chata.

Por isso que eu acho besteira você fazer as coisas por educação. As pessoas que você convida por educação são justamente as inconvenientes o suficiente pra aparecer. E vamos combinar, alguém que faz a pergunta acho que você não gosta muito de mim, né? nem deveria perguntar, porque a resposta é meio óbvia.

Mas então né. Só posso dizer que agora que eu peguei gosto de ser casamenteira, vou ali juntar mais um casalzinho que possivelmente vai dar a luz ao ANTICRISTO mas beleza.

* * *

Vocês viram a Veja desta semana? Uma matéria sobre o visual nerd estar na moda. Nunca li tanta besteira na vida, tipo gravata borboleta é temdemsia e a Chiquinha do Chaves é inspiração.

Bom, e nessa história do estereótipo errado, acabei obrigando o povo a assistir um filme péssimo. Veja bem, era com o Paul Rudd né, então eu fiz um mega escândalo pra assistir. Só que eu descobri que não, eu não preciso assistir todos os filmes com o Paul Rudd. E sinceramente, se alguém chega e fala “olha, achei o nerd desse filme simplesmente a sua cara”, se é comigo, eu jogo da janela do 9º andar viu.

O filme é um tal de Role Models, que se eu tivesse baixado e visto sozinha em casa até teria virado uma resenha venenosa porém engraçadinha. O filme é aquele típico besteirol com o nerd completamente tapado (que não, não é o Paul Rudd), basicamente o tipo de coisa que inspira a Veja e a Globo em relação aos nerds sabe? A gente poderia ter jogado poker, os meninos poderiam ter lutado de sabre de luz, mas não, a gente ficou lá com a bunda grudada naquele sofá absolutamente delicioso da casa do @magonet vendo aquela joça, que parecia a porra do Titanic e não terminava nunca mais.

Bom, eu pelo menos não precisei ficar encolhida em posição fetal com uma almofada me separando de quem tava do meu lado e fazendo cara de nojinho. Pode ser a influência de Lie To Me, mas eu tava adorando fazer a leitura da linguagem corporal daquela cena. “estou desesperada e quero dar” contra “desencosta, JarJar”. Por favor, me corrijam se eu estiver errada.

* * *

Agora vocês imaginam o piti que eu dei quando soube que seria obrigada a cozinhar pra uma desconhecida (adoro o conceito de segredo desse grupo onde todo mundo sai contando tudo pra todos), de quem eu não ia exatamente com a cara baseada no que, em uma ou duas coisas que eu ouvi falar sobre ela né. Ainda mais porque na embalagem que eu comprei só cabia a quantidade exata de cupcakes pros, digamos assim, convidados. Mas no fim eu acho que todo mundo experimentou meus misteriosos cupcakes.

Aí que finalmente o mistério dos cupcakes foi revelado: uma receita era de cupcakes de mel com fondant de limão, nada demais (NOT, porque ficou muito bom, mas no fim não tem foto deles!), e a outra era de raibow cupcakes com cobertura de ganache de amarula.

Eu achei sem querer essa coisa de rainbow cupcakes no Flickr, e fiquei absolutamente apaixonada. Mesmo não gostando muito de corante na comida eu precisava fazer essa receita, e precisava ser num aniversário (que tal num aniversário duplo?). Até meu pai achou super legal. Tudo bem que eu quase meti um tapa na mão da inconveniente porque todo mundo precisava comer ao mesmo tempo e tem gente que simplesmente não entende o significado da expressão gellerismo culinário.

Faltou foto do pão de queijo do RedJay, o mega rei supremo dos melhores pães de queijo do universo, e das broinhas da @claubimba.

Receitas vocês encontram no Google, mmmk?

* * *

E falando em presentinhos, quando o RedJay pediu pra mim o scan do meu desenho do Spock em alta eu tinha certeza que era pra alguma coisa, sabe? Não engoli essa história de “quero ver os detalhes, posso?”. Mas eu nem iria imaginar que ele LEU MEUS PENSAMENTOS, porque eu super queria uma camiseta do Spock, e tinha que ser do Spock do Zachary Quinto. E agora eu tenho não só uma camiseta do Spock do Zachary Quinto: eu tenho uma camiseta do MEU Spock do Zachary Quinto. Só pra quem pode, bitches!

E da série eu amo meu irmão, agora que os aniversariantes já viram as suas versões cartoon eu posso mostrar a MINHA versão em cartoon, que eu carinhosamente chamo de minha versão hentai por razões óbvias, mas eu também gostei muito do tênis da Pucca e das unhas roxas.

* * *

update: esqueci completamente de duas coisas super relevantes pro universo:

* No Cometa voltando, o cara do meu lado vira pra mim e diz “quando chegar no pedágio, se eu estiver dormindo, você me acorda.”. Olha só, eu sou redonda, mas não sou despertador. Mas estava sob efeito de cafeína, então não iria dormir de qualquer jeito, mas me encolhi no meu canto e qdo passou no pedágio eu só cutuquei ele e disse “pedágio” fazendo um movimento com as mãos. O tipo de movimento que eu aprendi com Gregory House, digamos assim. Só que o filho da puta só desceu na Santa Gertrudes. Pros não esclaredidos:

São Paulo – Jundiaí: 56km, 1h.
Pedágio: meio do caminho
Santa Gertrudes: uma porra de um bairro que já fica na cidade

Então assim né, próxima vez que alguém me pedir serviço de despertador, eu vou mandar tomar no cu, virar do lado e dormir.

* Quando eu desci em Jundiaí, tirando dois caras ferrando uma bela briga, não tinha viva alma nesta cidade. No ponto de ônibus tinha um único cidadão. De longe eu fiquei com medo porque ele parecia exatamente como o cara que me assaltou no ponto em frente ao shopping há alguns anos, mas quando eu cheguei perto o cara tava chorando. Não apenas chorando, ele estava SOLUÇANDO DE CHORAR. Então de medo de ser assaltada eu passei a ter medo de virar muro das lamentações dele, do tipo “moça, quer ouvir a minha história?”. Porque né, não, não quero.

Matéria sobre blogs interioranos no Bom Dia

Essa semana um repórter do Bom Dia me procurou pra fazer uma entrevista sobre blogs do interior. Eu nem deslumbro mais, porque já fiz isso várias vezes, por causa do trabalho ou por causa deste blog aqui mesmo. E eu sei que no final eles sempre dão uma mexidinha no que a gente diz, e nunca dão os créditos.

Então.

A atualidade acaba sendo o ponto em comum de todos os blogs, por mais que possuam propostas distintas. A jundiaiense Erika Luthor, do “I Dream Of Kika”, segue um estilo mais pessoal, mas contemporâneo. “Faço resenhas de filmes, produtos, mas sempre buscando o atual, contando eventos que façam parte de minha realidade”.

Pode ser o efeito da amarula que eu acabei de virar enquanto fazia ganache pros cupcakes dos queridos (outro post), mas eu ri do meu próprio nome. Fora que vocês conseguem me imaginar dizendo alguma coisa do tipo “mas sempre buscando o atual, contando eventos que façam parte de minha realidade”? Não né. Porque eu não digo esse tipo de coisa, só por isso. O que eu disse foi isso:

A maioria dos meus posts é resenha de livros, filmes ou produtos, mas de vez em quando alguma coisa acontece e aquilo fica na minha cabeça até eu pensar “tá, preciso blogar isso”.

Aí sim vocês reconhecem o estilo Kika de ser hein? Reconheço, não é nada apropriado pra um jornal do porte do Bom Dia (ironia vocês também reconhecem né?). E poxa, podia ter citado a parte dos paraquedistas, foi a melhor:

Os comentários do meu blog são dos meus amigos que acompanham o que eu escrevo ou de “paraquedistas”, gente que cai no blog através do Google procurando alguma coisa, só lê o título do post ou coisa assim, e deixa um comentário estúpido. Geralmente eu apago comentários assim.

Provando que eu não preciso estar sob efeito de amarula pra ser esse doce de pessoa que eu sou.

Luciano Guaraldo querido, tô te chochando, mas só porque você não colocou link pra nenhum dos blogs, numa matéria sobre blogs, tá? Nada pessoal.

Ah, e pra provar que não vai cair a mão, vou eu dar o link dos blogs citados na matéria:

Rio Preto Te Despreza achei divertido, mas não faz sentido pra mim, que nem sei onde fica Rio Preto. Também atende por @capivara

(e bom, espera-se que quem lê meu blog conheça o Te Dou Um Dado? hein)

BauruBlog, também não sei pra que lado fica Bauru, vcs acreditam? Também no @BauruBlog

O Blog do Pardal não tá abrindo, mas pelo que eu vi no cachê do Google é um favor que nos faz.

E finalmente o Blogs do Interior. Vou falar: continuo não sabendo pra que lado ficam essas cidades, mas vou usar a desculpa da amarula pra me justificar sobre isso.

Ai gente, sou bairrista e só sei a direção de São Paulo, beijos.

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