Mais resenhas nada profissionais de coisas por aí.
Emma Bunton - Life In Mono Eu tenho essa coisa de baixar qualquer álbum que venha de qualquer Spice Girl (menos da Victoria, que aquilo como cantora é uma ótima mãe anoréxica), mas eu sei que sempre vou gostar mais do que vem da Geri Halliwell. Bom, ela se aposentou pra cuidar da filha de nome esquisito, então o jeito é se conformar com a mais resistente de todas. E não importa quantos álbuns a Baby Spice lance, eles vão ser todos iguais. Se um dia eu tiver um elevador, vai tocar Emma Bunton o dia inteiro nele. Esse álbum parece uma faixa só, bem Bossa Nova. A gente só repara alguma coisa diferente qdo ela canta Perhaps, Perhaps, Perhaps, mas é só porque poxa, você já ouviu aquilo sendo cantado direito por alguma outra pessoa. Possivelmente a Geri.
Lily Allen - Alright Still Todo mundo tá comentando, é modinha, mas a mina manda bem. Uma coisa meio Spice Girl revoltada (se bem que as Spice Girls não ficaram tão divertidas quando estavam revoltadas). Todo mundo conhece Smile, que é tipo I couldn’t stop laughing / No I just couldn’t help myself / See you messed up my mental health / I was quite unwell, ou seja, um amorzinho. Mas o CD inteiro tem coisas boas. E eu gosto de CDs curtos.
Camille - Le Fil Minha saga por alguma coisa pop em francês não vai terminar tão cedo. Mas puta merda, quanto engano no meio do caminho. Tipo essa dona, que é muito chata. Claro que existe a música-como-diversão-para-a-massa e a música-como-forma-de-arte-e-expressão-do-meu-eu, mas não precisa gritar nem gemer pra fazer isso. E como a última música veio faltando, eu deletei. Depois baixei um CD ao vivo por desencargo de consciência - porque é francês e eu preciso treinar! - mas é ainda pior.
Emilie Simon - Vegetal E quando a gente pensa que a França não sabe fazer pop, se surpreende. Li no blog/portfolio de uma guria que essa Emilie cantava muito bem em francês e em inglês, e já que o portfolio da menina era todo bem feito e coerente, pq não? E no fim o CD é ótimo. Tentei baixar os outros dois álbuns dela, mas consegui de maneira misteriosa a trilha de Marcha dos Pinguins no lugar. E como eu não coleciono mais scores, nem valeu.
Linkin Park - Project Revolution Veja como eu sou eclética. E, putz, Linkin Park não tinha mais sobre o que se revoltar e resolveu lançar um CD de remixes (o segundo?), tipo o Latino. Eu nunca achei que In The End pudesse ganhar uma versão techno club remix, mas aparentemente tudo é possível. Linkin Park acabou e não percebeu. Outro pro saco, pq econimizar mídia é vital.
E, bom, eu tenho ouvido bastante Charles Aznavour, como se eu tivesse uns 60 anos de idade.
Agora os filmes. Só um na verdade, porque o Fale Com Ela que estava no meu HD foi pro saco, que é o lugar certo pros filmes do Almodovar - mas veja bem, essa é só a minha opinião e se você gosta dele bom pra você etc.
Tudo em Família (The Family Stone) Desde o ano passado queria muito ter visto esse filme, mas ando numa fase longe do cinema etc. Claro que a gente acha que é mais uma comédia romântica natalina, esse é o espirito da coisa. Mas o filme é uma porcaria de um drama de swing, onde a Carry é toda atrapalhada, só dá fora e todo mundo odeia ela por não ser a mulher perfeita pro filhinho querido. Mas, aparentemente, ela ficar com o filho desligado vagabundo pode, e o filhinho querido ficar com a irmã Julieta toda fofinha, pode.
Aí eles tentam justificar a classificação de comédia com uma cena pastelão em que uma torta vai pro chão e todo mundo começa a escorregar. Didi não faria melhor. E no final a matriarca ainda morre de câncer. Pronto, contei. Uma merda.