Music from House

A música que tocou no final do episódio 3×12 do House é Grey Room, do Damien Rice. House criando laços emocionais, uma coisa linda de se ver.

E a música do final do episódio 3×13 é In The Waiting Line, do Zero 7. Se eu fosse o Foreman iria chacoalhar o guri até o cérebro dele descolar da cabeça.

Ok, isso foi tipo um serviço de utilidade pública da parte de alguém que sente falta dessa coisa de site sobre trilhas sonoras de seriados.

Dizem que chiclete sai com gelo e paciência

Eu tenho um gardenal no bolso, sabe?

Na verdade, eu tenho uma conta no orkut, e essa é a raiz de todos os meus problemas. Sabe, aqueles probleminhas fake que a gente inventa pra ter assunto no blog, não probleeemas de verdade como um monitor prestes a pifar ou um computador que ficou de mal do speedy e a conexão só dura uma meia hora, e aí vc tem que reiniciar o computador pra conectar de novo.

Ok, chega de reclamar do computador, foco.

O fato é que eu nunca mais me meto a fazer coisas com completos desconhecidos. Ok, isso soou estranho, de novo: nunca mais vou me dedicar a nenhum projeto que envolva pessoas totalmente desconhecidas e nenhum dinheiro. É isso. Já passei da idade de manter sitezinho de graça just for fun. Ajudo sim juntando e upando coisas da Rita Lee que eu acho por aí, porque é uma via de mão dupla, eu ajudo pessoas que me ajudam e sei que estou sendo útil pra elas, sem precisar de nada em troca, mas sem nenhuma obrigação, pelamor.

Fora isso, eu ainda não tô na idade de limpar bunda de nenê. Talvez literalmente eu esteja na idade certa, já que várias pessoas que eu conheço ostentam o irritante e cafona status de fiancé e já planejam casamentos e nomes de pimpolhos. Digo no sentido de aguentar pré-adolescente chato e burro, que não tem noção nenhuma de como é a vida. Lugar de criança é no parquinho junto com os seus, onde vão encontrar mais exemplares de uma espécie que estupra o Português de um jeito que dói na alma e onde qquer moleque que sai da escolinha de informática sabe fazer um web designer.

Tô podendo não, minha gente. Quer um designer, aprenda a falar direito e depois abra a carteira.

Acho que ter durado apenas seis semanas como professora foi tipo uma dádiva pro universo. Porque ninguém iria querer que eu lançasse essa energia negativa que eu acumulo dentro de mim sobre pré-adolescentes que não sabem escrever néam?

Outro estresse de orkut é o auê que as pessoas fazem em torno de Veronica Mars. A comunidade está de luto porque dizem que a série ficou uma bosta. Ok, a primeira temporada foi incrivelmente foda, e ok, a série perdeu totalmente o clima noir. E, bem, eu talvez seja levemente contra LoVe. Levemente não é bem a palavra, mas eu não consigo pensar em nada que expresse nojinho adequadamente. Mas não é pra tanto minha gente!

O que eu acho é que as pessoas levam as coisas a sério demais. Eu lembro como eu era na época em que o Sai de Baixo ainda estava no ar, totalmente radical. Chega uma hora que cansa (e putz, como eu canso rápido), e principalmente chega uma hora em que as coisas acabam. Até hoje as fitas ainda estão aqui, mas eu nunca revi nenhum episódio a partir da metade da segunda temporada, especialmente porque as 4 últimas foram uma merda completa. Perdi um episódio um dia pq dormi e, cara, vou te dizer, isso não mudou a minha vida em absolutamente nada.

E por último mas não menos irritante, de repente eu topei com um tópico nerd-evangélico-procura-nerd-evangélica na Solteiro Nerd Procura. É céus, é o cúmulo da incoerência. As pessoas podem entrar nessas comunidades nerds e abrir tópicos do tipo “procuro otaku” (que é uma raça do inferno, não no sentido bíblico) ou “procuro um marciano roxo de bolinha amarela que goste de legião urbana” que ninguém fala nada. Podem até abrir tópicos “nerd procura satanista” que ninguém reclama, o que prova que o preconceito não é contra religião, é contra uma religião.

As pessoas acham que sabem tudo sobre os evangélicos porque aprenderam com os estereótipos da tevê. E principalmente acham que a escolha de uma religião anula o cérebro de qualquer pessoa. Só que existem casos e casos.

O que eu acho bem ridículo são justamente os nerds fazendo diferença com as escolhas de alguém. Os mesmos nerds que sempre foram ridicularizados por suas escolhas e pelas suas crenças. Finalmente a considerada casta inferior pela sociedade burra e vazia encontrou uma casta ainda mais inferior pra descontar os anos de humilhação. Apontem pra eles e riam, isso com certeza vai mudar muita coisa.

É sabido que desde os primórdios da MAN eu não posso ver um tópico desses que eu caio matando. E a minha idéia é exatamente passar desapercebida, pra ninguém de nenhuma das duas comunidades ligar o nome à pessoa. [pi]Mas por enquanto eu ficaria satisfeita só do meu zoo particular não ganhar nenhuma nova espécie vinda do orkut.[/pi]

Acho que é isso que as pessoas chamam de maturidade. Eu chamo de velhice, mas que seja.

On The Rocks - a novela do Speedy meu computador capítulo final

Olha, sinceramente eu não sei se é o capítulo final, mas daqui pra frente as coisas vão caminhar pra compra de um computador novo, nem que seja um Positivo de 999 nas Casas Bahia.

Cansei.

O técnico de estimação olhou a memória e era *sujeira*. Melhor ser porca do que morrer em 180 pilas com uma memória nova. Assim morre só o da faxina.

Cara, eu detesto hardware. Um dia vou ser rica e comprar um escravo só pra cuidar de dentro dos meus gabinetes. Eu juro que tentei porque acho ultra mudérno uma girlie no mundo das plaquinhas verdes, coisa de nerde zéguisse (coisa da minha mente doentia etc), mas isso pra mim esgota no 1MB de chaveirinho.

Aliás eu era muito mais feliz na época em que computador era micro e que as memórias eram do tamanho exato pra fazer um chaveirinho. Claro que a gente nunca ia fazer chaveiro de memória naquela época. Mas as memórias de hoje nem pra isso servem mais, humpf.

E enfim, meu monitor tá cagado mesmo. Vou dar um jeito de me localizar no tempo/espaço assim mesmo, se os layouts sairem tortos daqui pra frente o cliente repara e me conta.

De qquer jeito fiquei livre dos atendentes do Speedy. Uma me perguntou se eu tinha digitado a senha antes de conectar. Não, pedrobó, conectei usando a Força. Pode ser a chuva, mas o Speedy hoje tá mais embostado que o padrão. Corre a boca pequena que mês que vem o Vírtua chega a Deus-Me-Livre, aí já era.

Tá, quando a pessoa começa a fazer referência à novela das sete é porque tem algum problema sério. Tipo estômago vazio, por isso eu vou jantar.

Da falta que o IE faz

Internet Explorer can make your computer unsafe. Rá, pra mim você vem dizer isso, baby? Justo eu, que não posso nem acessar meu banco pela internet por causa dele…

Deixando de lado todas as teorias satânicas sobre o Bill Gates, o fato é que eu preciso do IE. Veja bem, até meu pai aderiu, meio que sem entender a razão, ao Firefox, mas não dá pra viver sem o IE.

Tá, viver dá, mas trabalhar definitivamente não. Como eu vou saber se a coisinha-cute-da-mamãe que eu tô projetando vai funcionar no browser da MS? Como eu vou testar o CSS pra fazer as imagens PNG ficarem transparentes como em qualquer navegador de gente?

Seria essa uma desculpa esfarrapada pra não trabalhar? Talvez.

Nota mental pública

Pra deixar um pouco de lado toda essa palhaçada…

Se é difícil montar um blog coletivo com amigos, imagina com desconhecidos.

Com amigos pelo menos eu tenho a certeza de que todo mundo falaria a mesma língua que eu, ou seja, Português normal. Miguxês e essas línguas aê blz flw são aquela velha história de sempre.

Fora que entre amigos eu teria a chance de ser pelo menos ouvida quanto à organização. Uma das poucas coisas que eu tenho certeza que faço bem na vida é organizar um site, num nível Monica Geller de ser, então está sendo um pouco complicado conviver com gente que não tem a mesma noção disso que eu.

Tá difícil, mas estamos levando.

Não sei como, já que eu não tô ganhando chongas com isso.

Sabe aquele arrependimento octarina que fica escondido atrás da porta né?

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