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Então que eu sou naturalmente surtada, descontrolada e grossa. Mas hoje a coisa chegou num nível bem complicado porque tem o fator hormonal. É.

Mas vamos pra aula pra desestressar.

“Será? Vai chover e eu tenho tanta coisa pra fazer”.

“Não, eu vou ficar e adiantar o trabalho”.

Chego na calçada, começa a garoar, eu volto pra dentro.

Tiro o all star, entro em casa, resolvo que eu sou CDF demais pra matar aula de francês. E pode ter comidinhas!

Vou pro ponto de ônibus.

Volto 10m pra casa.

Volto pro ponto.

Entro no ônibus.

E continuo no ônibus.

Oi, tô no ônibus errado?

Não, a pior parte foi segurar o riso quando eu percebi.

Jundiaí tem isso de bom né? Se você não tá com pressa, beleza, não existe ônibus errado.

Mas sério? Isso nunca me aconteceu antes. Não indo pra aula de francês hein. Tá com a cabeça nionde que foi parar do outro lado da cidade?

Pelo menos eu fui né? Porque aula de francês é sempre divertida.

- O que você fazia em 1981?
- Eu nascia.

E comidinha. Hoje era aula de comidinha! Fiz bem de ter ido embora.

Preciso trocar as músicas do MP3. Música francesa pra andar na rua não é bom porque eu faço biquinho o caminho inteiro. Quer dizer, discretamente, mas se eu topo com algum desafeto é capaz de achar que eu tô fazendo biquinho zéguisse de charme. E não é, hein? Não é.

Das maravilhas de ser criança

Já avisei no twitter, tô bêbada de água hoje.

Bubbaloo bola de cristal.

Você faz uma pergunta pro chiclete, ele fica verde se a resposta for sim, ou laranja se a resposta for não.

Kika Maria, idade 9, muito prazer.

Que cor ficou o meu chiclete?

ROXO!

Eu me apego na idéia de que, pior que isso, não fica. Quer dizer, sempre pode piorar, mas mais ridículo do que isso é difícil hein?

Só que a minha vida não é um seriado engraçadinho, então sim, pode ficar pior do que isso.

Vai, Kika. Reclama mesmo que a tua vida não é mais um seriado. Aí o universo resolve fazer um spin-off com o maldito elenco original, e aí você faz mimimi. Muito bem, parabéns pela esperteza.

Fora o imblogável né? Web.archive é do capeta, crianças.

Eu amo o WordPress. Só o WordPress. Simples assim.

A pessoa que desaprendeu a fazer layout pra Blogger. Oi, prazer, Kika Maria.

Quer dizer, eu passei bem uns seis anos criando layouts pro Blogger. Em algumas épocas, eu trocava de layout todo mês. Nunca tive problemas do tipo não dá pra fazer isso no Blogger. Eu ia lá, e fazia.

Aí veio o WordPress. E parece que eu tô casada com ele!

Primeiro eu odiava profundo, mas aí quando eu aprendi a usar, trouxe pra cá. E me tornei uma pessoa que troca de layout uma vez por ano.

Tá, ele não é perfeito. Não tem busca com filtro de data e categoria, por exemplo, pra eu encontrar o post de quando eu migrei o blog e linkar aqui. Não duvido que a versão 2.8 gire em torno disso.

Quando eu paro pra pensar nessa frequência eu até estranho, porque agora meus layouts duram mais do que as minhas roupas. Mas vale a pena, porque o WordPress deixa eu fazer meio que o que eu bem entender. Só preciso de CSS e ocasionalmente um PHP amigo.

Mas o Blogger? O Blogger não. O Blogger é uma biscate inflexível. Uma biscate que agora foi pro lado do XML.

Kika Maria te despreza.

A única vantagem do Blogger é poder personalizar o tema mesmo usando a hospedagem deles. Mas aí tem aquela barrinha maldita! Que estupra meu layout! Que tirou tudo do lugar!

Isso porque eu nem abri o IE pra checar como ficou hein? Tô adiando esse momento ternurinha.

O Casamento de Mentirinha de Katie Simpson

Ontem depois do FAIL com os filmes franceses eu disse que queria uma comédia romântica bem bobinha né?

Tá, antes de dormir eu fui terminar de ler O Casamento de Mentirinha de Katie Simpson.

No começo eu tinha detestado, mas continuei lendo porque era a única coisa no celular. Foi bem útil pra passar o tempo esperando o Cometinha por exemplo. Mas a Katie era meio vagaba demais, saia dando pra qualquer um como meta de vida. Quer dizer, foi a única coisa que impediu uma identificação na primeira página porque ela fala palavrão, é desastrada, só faz merda, come como se não houvesse amanhã e não leva um pingo de jeito pra romances.

Aí… bom, aí a história fica boa. Muito boa. E os últimos capítulos são completamente comédia romântica óbvia. Lindo. A parte do bombom de laranja é o cúmulo do fofo.

Depois que a pessoa começa a criar expectativas irreais baseadas em comédias românticas e literatura mulherzinha né? Já é difícil encontrar um cara limpinho e interessado na gente (pra citar o básico), encontrar o cara que coma o bombom de laranja é o que?

 
Pelamor hein? Bombom de laranja não é nenhuma metáfora sobre sacanagem tá? É um bombom com recheio de laranja, só isso.

 

 

Cineminha francês FAIL

Ih, hoje o dia não tá muito bom pra filminhos franceses.

Fui assistir L’Invité, que se propõe a ser uma comédia - nos parâmetros franceses. Achei bem estilo Le Dîner de Cons, ou seja, chato.

Aí fui tentar um romancinho, Un Couple Épatant. Aguentei por meia hora, não me prendeu. E ainda é parte de uma trilogia (parece que ele mistura histórias e cenas com Cavale e Après La Vie, nunca ouvi falar de nenhum), o que me desinteressou mais ainda, porque se eu precisar assistir três filmes chatos pra fazer sentido eu vou dormir.

Coitados dos legenders, dá até peso na consciência meter o pau nos filmes desse jeito, porque se não fosse por eles nionde que eu ia assistir filminho francês? Bom, talvez no Moviecom Arte sábado às 11h da manhã. Que aliás sábado agora vai passar Quand J’Étais Chanteur, ou seja, eu teria que pagar pra ver um filme que eu detestaria de qualquer maneira.

Hoje eu tava precisando mesmo de uma comédia romântica bem cretina óbvia, mas não tem nada no HD e eu não queria nenhuma reprise da minha prateleira de DVDs.

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