Memezinho de música

Um post que está há mais de uma semana na pasta de rascunhos porque a idéia era subir pro blip.fm todas as músicas e fazer um link. Nhé. Ficou até desatualizado né, já que a idéia é não haver mais pretê. Anyway. Quer ouvir a música, se joga no isohunt ou me pede com jeitinho.

Vi no Championship Vinyl, um dos trocentos blogs que travam meu Firefox quando aquela merda de script do Blogblogs maldito carrega.

Você escolhe uma banda e responde as perguntas só com titulos de músicas dela. No meu caso, vamos de Rita Lee - incluindo a época dos Mutantes.

1. É homem ou mulher?
Drag Queen

2. Descreva-se:
Ovelha Negra

3. O que as pessoas acham de você?
Erva Venenosa

4. Como você descreveria o seu último relacionamento?
Nem Luxo, Nem Lixo

5. Descreva o estado atual da sua relação com a sua namorada ou pretendente?
Pra Você Eu Digo Sim

6. Onde gostaria de estar agora?
Longe Daqui, Aqui Mesmo

7. O que pensa a respeito do amor?
Ando Meio Desligado

8. Como é a sua vida?
Tudo Vira Bosta

9. O que pediria, se pudesse ter só um desejo?
Mon Amour

10. Escreva uma frase sábia:
Obrigado Não

Defina “adequado”

Todo mundo tá comentando que hoje eu fiquei bêbada né? Várias pessoas unidas num só ideal: jogar isso na minha cara. Adoro. Até o marido que nem tava online tá fazendo piadinha com isso.

Só porque eu fiquei sozinha em casa e bebi uma garrafinha de keep cooler. Sabe quando dá aquela lombriga (opa!) só porque você sabe que o bagulho é colorido e docinho? Então.

Devia ter ido na sidra cereser sem álcool viu? ficadica.

Mas vamos lá, até meia-noite é hoje, aproveitem porque o próximo pilequinho só daqui váááários anos. Detesto a sensação de estar bêbada e não ter controle de mim mesma.

Quer dizer, como se eu precisasse de álcool pra ser descontrolada, fazer besteira, dar vexame, etc.

Ou sair do foco no post.

Até que eu me comportei né? Não mandei ninguém pro inferno (merecia, ô se merecia, mas eu tava ocupada demais rindo loucamente até ficar sem ar). Nem nada. Sem catástrofes.

* * *

Pois bem, em 2006 eu li um livro chamado Ele simplesmente não está a fim de você. É auto-ajuda. Mas é auto-ajuda com sarcamo.

Ah se esse livro tivesse caído na minha mão uns quatro ou cinco anos antes hein?

Aí hoje, que depois do pilequinho eu entrei exatamente nessa vibe do livro - cara, já me sabotei demais, se eu levar isso pra frente vou ouvir alguma coisa do tipo “desculpa sou gay/tenho uma namorada imaginária/sou casado e tenho filhos” ou simplesmente um toco no meio da testa, “não tem graça porque você tava facinha demais”. Tô parando por aqui antes de ouvir merda.

Enfim, aí me sai no Judão o pôster e o trailer do filme que estão fazendo a partir do livro!

Como transformaram um livro de auto-ajuda em filme, não sei. Só sei que é com a Drew Barrymore *e* com o Bradley Cooper.

Certeza que vai pra prateleira de DVDs. Não preciso nem assistir pra saber.

E aí no trailer a personagem da Drew Barrymore (que deve ser she-geek até a unha do dedinho) fala que ser rejeitada em sete diferentes tecnologias é cansativo.

He's Just Not That Into You trailer

Podem considerar essa a tagline do pilequinho dia.

Compreenhas

Pior bosta é passar no caixa do supermercado com fone de ouvido. Mesmo com o MP3 desligado. Porque a funcionária vai achar que você não tá ouvindo nada e (1) não vai te perguntar se você quer nota paulista antes de começar a passar a compra, e sim, você quer, porque você tá gastando uma bela grana em cosméticos caros e (2) ela não vai te avisar que tem promoção pra concorrer a um ano de supermercado grátis, porque acha que você não tá escutando mesmo.

Humpf.

Tô economizando twitter hoje.

Atendimento

Minha mãe foi pra São Paulo fazer a sacoleira hoje.

Eu não fui. Tenho alguns jobs que precisam ser terminados.

Mas eu queria ter ido, porque eu fico em casa atendendo telefone e indo ver quem tá tocando a campainha.

Minha mãe acostumou esse povo mal pra caramba. Se a loja tá fechada, pode ser qualquer horário, vão socar a campainha até sair alguém pra atender.

Ou seja, eu paro o que eu tô fazendo pra ir atender a criança que quer comprar colante como se o futuro da humanidade dependesse disso.

O trabalho meio que não rende muito quando eu tô sozinha.

Férias

Eu queria tirar férias em dezembro.

Mas pra tirar férias, eu preciso de dinheiro.

E pra ter dinheiro, eu preciso de freelas.

Se eu pego um freela, eu trabalho.

A definição de trabalho é meio oposta à definição de férias.

Bem que a minha mãe me avisou que vida de freelancer era essa merda.

Pra que eu queria férias? Pra colocar o blog em dia, pra estudar com calma e pra colocar no ar uns trocentos projetos pessoais. Ou seja, eu quero tirar férias pra trabalhar mesmo. É complexo.

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