Daqui a pouco é final de semana de novo e eu não postei sobre o filme que eu assisti na Cultura outro dia, Todas as Cores do Amor (Goldfish Memory, 2003). É um romance muito bonitinho, que conta várias histórias de pessoas ligadas entre si e como elas lidam com relacionamentos. Tipo a guria que quer ter um relacionamento aberto com meninos e meninas e fica brava quando a namorada dela não aceita, mas depois de um tempo a namorada que não aceita um relacionamento aberto é ela.
Quando a gente joga o nome do filme no Google ele aparece resenhado em vários sites gays e lésbicos (lésbicos, existe assim no masculino, sites lésbicos?). Tem sim um casal de gays, a lésbica romântica que quer casar e ter filhos, mas o foco das histórias é mais no relacionamento em si do que na opção sexual dos personagens. Meio Simplesmente Amor, só que europeu (o filme é irlandês se eu não me engano).
A Cultura tá passando uns filmes muito bons nas madrugadas de final de semana, mas putz, acaba descontrolando o meu sono pro resto da semana. Isso quando eu não encontro House passando na Record. Não qualquer House, a 3a temporada de House que era muito mais foda do que é agora – o episódio em que o House vai operar um bebê ainda na barriga da mãe e o bebê pega na mão dele, *e* o episódio em que ele tá num avisão com a Cuddy e um coreano passa mal. Sim, dois episódios na sequência. E 90% das coisas legais da tevê aberta começam depois das 23h. Depois que a gente precisa se arrastar da cama no dia seguinte…
tags: Goldfish Memory, House, Todas as Cores do Amor
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Meu twitter ultimamente lota de duas coisas: novela e BBB. Aí ontem eu fui ver qual era a da diversão popular brasileira. Poxa, uma hora de Rodrigo Lombardi não podia ser tão ruim né?
Aliás, eu sei que isso é *tão* 2004, mas ele tem orkut.
Tá, realmente não é tão ruim, mas eu definitivamente não tenho saco pra acompanhar novela. Caminho das Índias vai ter um blogueiro, e certeza que isso vai me irritar profundamente qdo os estereótipos começarem a pipocar. E tem a Vera Fisher. A mulher tá terracota *e* drogada. Sinto muito, mesmo que a personagem dela apareça uma vez por semana eu não sou obrigada a me torturar desse jeito.
O que aconteceu com o Márcio Garcia? Passou tanto tempo como apresentador que esqueceu como atuar? Ou o personagem é um travado recalcado mesmo?
E agora vem a modinha indiana né? Música, dança, roupa… daqui uns dias se cria um bordão que todo mundo vai repetir na rua. Meio chato isso. Mas de uma coisa eu gostei: uma patricinha mimada que chegava pro pai e choramingava que precisava de uns trocados, uns mil dólares, pra comprar uma lente pra câmera, e que estava usando um esmalte prateado loosho. Gostei do esmalte, não da patricinha, que pra mimimi de riquinha mimada eu não tenho saco. Mandei e-mail pra centrar de atendimento da Globo pra ver se eu descubro que esmalte era aquele.
Aí eu vi um pedaço do Big Brother. Muita gente chata reunida. Um lá falou que devia continuar na casa porque o público iria gostar do carisma dele ou algo do tipo. A outra apelou pra mãe morta. De repente acompanhar BBB pelos twitts alheios se tornou bem mais interessante. Desliguei a tevê e fui ler Crepúsculo até 1h da madrugada.
Malzaê, fiquei com preguiça de editar imagens pra colocar no post…
Recomendação da Roxy, acabei de assistir Lost in Austen.
Na história, Amanda é absolutamente fã de Orgulho e Preconceito, a ponto de trocar uma saída com o namorado por uma noite sozinha com o livro e um copo de vinho (com um namorado daqueles, dá pra condenar?). De repente, a Lizzy brota dentro do banheiro dela, as duas trocam de lugar, e Amanda precisa conviver com o Darcy.
Muito bom, eu teria em DVD facinho facinho, contanto que o DVD tivesse legendas em português.
E pela primeira vez na vida eu me toquei sobre um negócio intrigante: eu curto o tipo Darcy. E isso é péssimo!
Aí que o Ídolos foi pra Record.
E a Record é uma biscate. Tudo o que presta nesse canal começa depois das 11 da noite. Algumas pessoas precisam dormir 10 horas por dia pra não ficarem bêbadas de sono e fazerem merda no dia seguinte tá?
Ontem eu precisei desligar na cara do House – olha o karma que isso gera – pra não dormir a ponto de babar com a televisão ligada.
Fora que sinceramente, ficar acordada até meia-noite pra ver 40 minutos de edição mal feita não rola. Nisso eu preferia a edição do SBT que era mais divertida. A Record coloca muita firula, acha que Ídolos é novela e que dá pra colocar um gancho pro próximo capítulo.
O que aconteceu com a abertura? A abertura do American Idol também regrediu e enfeiou daquele jeito?
Mas eu gostei dos jurados. Toda uma sutileza. NOT.
Chega de Ídolos na Record, alguém vai jogar isso no YouTube.