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Pessoas pedantes no ambiente de trabalho

Hoje não vou falar de nerds pedantes sebosos que não se tocam (porque meio que não adianta falar deles, eles não se tocam e ainda são capazes de achar que você tá dando em cima deles. argh, que NOJO puta merda!).

Hoje eu tenho que trabalhar mas tô de saco cheio de gente folgada que quer encostar nos outros pra tentar chupinhar alguma coisa, então vou botar pra fora.

Final de semana o número de gente pedante que me procurou pra tentar conseguir meu MSN e me fazer de suporte técnico esteve dentro da média, mas o conteúdo se superou. Obviamente não vou colar trechos aqui, mas posso dizer que já teve gente que me mandou e-mail que começava com venho por meio desta.

Ri mesmo, ri pq não é com você.

Eu já estou velha e quando eu me formei não existia o maldito conceito de “inclusão digital”, mas mesmo assim eu nunca cheguei pra nenhum programador fazendo a fangirl “olha seu programador, você é ótimo, seu trabalho é maravilhoso, agora que eu já puxei seu saco me passa seu ICQ pra quando eu tiver uma dúvida eu poder te fazer de suporte técnico 24/7.” Aí eu desisti de ser programadora e fui ser designer. Mesma coisa. Na real, mesmo agora eu tenho pouquíssimo contato com colegas de profissão. Designer é um bicho egocêntrico do cacete, tenho pouquíssima paciência e ainda sim só com um grupo muito seleto de colegas (e eu sei que eu tô errada, mas foda-se).

Outro dia conversando com o RedJay eu cheguei à conclusão de que seria bom ter alguém mais experiente que eu orientando meu trabalho. Mas ó, nem vou encher a porra do saco de ninguém tá? Se eu conseguir um trabalho com alguém foda, que vai botar defeito no meu trabalho pra ele ficar melhor e ganhar mais dinheiro com o que eu faço. Isso é motivação, o resto é pelação de saco. Dispenso.

Tipo, eu aprendi WordPress sozinha. Encho a boca pra falar mesmo, sozinha. Não sou a deusa do WordPress, ainda tenho muito o que aprender, mas nunca puxei o saco de ninguém, nunca me pendurei no MSN alheio pra trocar umas idéias. Que raio de idéia você vai trocar com alguém que não sabe porra nenhuma?

Ainda tem uma porrada de coisas que eu quero e preciso aprender pra trabalhar. Eu vou atrás. Sozinha. Um curso com certificação está nos meus planos, mas enquanto não rola eu me viro. Eu tô online, peloamordesãogoogle! Nunca cheguei pra nenhum especialista nas coisas que eu quero aprender mendigando atenção. Se a pessoa tem um blog sobre o assunto, eu vou lá e leio a porcaria do blog, inteirinho, até o final.

A maioria dos e-mails que eu recebo é de gente que obviamente não teve a pachorra de fazer isso.

Nem me dou ao trabalho de responder. Tá, às vezes, quando eu posso ser sarcástica eu até respondo. Tô nessa vida pra fazer o dever de casa dos outros não. Quer dizer, posso até fazer, contanto que pague bem.

Material gráfico do Edifício 256

Chegou hoje aqui em casa pelo correio o material gráfico de divulgação do Edifício 256:

Ok, com o banner de divulgação aí na sidebar ficou meio poluído. Tudo pelo jabá, minha gente!

Gostei bastante do marcador, mas o “Edifício 256″ do flyer ficou serrilhado. É complicado mandar material pra gráfica sem ter contato direto com eles né? Além do mais, design gráfico é meu ponto fraco. Na minha imaginação, o verso do flyer também seria mais claro.

Mas tudo bem, o importante é divulgar o site. Tô torcendo muito pra precisar de uma segunda tiragem pra eu corrigir esses detalhes.

Agora, tia Kika vai dizer uma coisa pra vocês: ninguém envolvido no Edifício 256 caga dinheiro, então foram feitos poucos marcadores e poucos flyers, para serem distribuídos em locais estratégicos para divulgar o site para o maior número possível de pessoas. Se você está lendo isso, já conhece o site e não precisa de material gráfico pra clicar no link, certo? Eu sou umbiguista o suficiente pra querer sair distribuindo um material meu pra qualquer desconhecido na rua, mas não dá. Então não encham a porra do meu saco com “ahhh eu quero um marcador” porque *eu*, que fiz o material, só tenho três (@felipebarenco só enviou pra mim o suficiente pra eu guardar pra um eventual portfolio impresso, dá pra visualizar?) e não vou dividir nem com o papa, estamos entendidos?

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Campanha anti-IE6

Tirando meia dúzia de clientes problemáticos que a gente encontra pelo caminho, o pior pesadelo pros desenvolvedores web é o maldito do Internet Explorer 6.

Fala sério, um navegador que foi lançado há o que, uma década, e a gente ainda precisa se preocupar com ele? Ah, me poupe.

A gota d’água foi quando eu terminei de desenvolver o layout do Edifício 256 (mas pera, que este ainda não é o post sobre o lançamento do site!). Ficou tudo perfeito no Firefox, depois de alguns ajustezinhos no Internet Explorer 7 também, mas quando eu abri no IE6 cadê que o layout funcionou?

Não tive nem tempo e muito menos disposição pra perder horas de trabalho ajustando o site pros visitantes retardatários não. O @felipebarenco liberou e eu instalei o plugin Anti-IE6 Army no site. Assim, eu aproveito a alta visitação do blog-novela pra fazer uma campanha contra esse navegador tosco e ajudo a fazer a internet um lugar mais são pra nós desenvolvedores.

O plugin foi uma dica do Canha e é bem óbvio: o visitante que acessa o site usando o navegador do tempo do guaraná de rolha recebe um aviso com links para fazer a atualização para um navegador de verdade. Neste post do Canha tem mais detalhes sobre o funcionamento do plugin.

Tanto aqui no blog quanto no Edifício 256 eu estou usando o End6, que retorna uma tela assim:

A mensagem do Canha é mais legal, mas eu tentei personalizá-la (pra deixar mais educada no Edifício 256, e mais com o meu estilo de sarcasmo aqui no blog), mas não tá rolando muito bem. Qualquer dia desses, com tempo, eu arrumo as mensagens direitinho, mas o importante é que nos dois sites o plugin está rodando.

Sinceramente, neste blog aqui a vontade é bloquear de vez quem usa IE6, mas não faço isso por causa do AdSense que aparece pros paraquedistas do Google =P

Atendimento

Minha mãe foi pra São Paulo fazer a sacoleira hoje.

Eu não fui. Tenho alguns jobs que precisam ser terminados.

Mas eu queria ter ido, porque eu fico em casa atendendo telefone e indo ver quem tá tocando a campainha.

Minha mãe acostumou esse povo mal pra caramba. Se a loja tá fechada, pode ser qualquer horário, vão socar a campainha até sair alguém pra atender.

Ou seja, eu paro o que eu tô fazendo pra ir atender a criança que quer comprar colante como se o futuro da humanidade dependesse disso.

O trabalho meio que não rende muito quando eu tô sozinha.

Férias

Eu queria tirar férias em dezembro.

Mas pra tirar férias, eu preciso de dinheiro.

E pra ter dinheiro, eu preciso de freelas.

Se eu pego um freela, eu trabalho.

A definição de trabalho é meio oposta à definição de férias.

Bem que a minha mãe me avisou que vida de freelancer era essa merda.

Pra que eu queria férias? Pra colocar o blog em dia, pra estudar com calma e pra colocar no ar uns trocentos projetos pessoais. Ou seja, eu quero tirar férias pra trabalhar mesmo. É complexo.

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