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It all started with the big bang

Quando eu vi o piloto de The Big Bang Theory achei uma merda. Muito simples: o Sheldon reúne num único personagem tudo o que há de mais irritante no mundo nerd. E quando se tem amigos, pretês e bolores nerds fica fácil se irritar com qualquer coisa que o Sheldon faça.

Fora que ele é *O* estereótipo né? Nerd, branquelo, alto, blablabla whiskas sachê.

Mas essa é exatamente a graça dele, principalmente porque eu tenho muito daquela paranóia. Oi, eu sou a pessoa que passou pano úmido no chão do quarto porque alguém entrou de sapato aqui hoje. Só não passei um pano com formol porque eu sou alérgica.

Eu só não sei, sinceramente, como a série faz tanto sucesso, porque metade da graça vem das piadas nerds que você precisa entender. Pelo menos se eu entendesse alguma coisa de física eu teria rido bem mais durante a semana (sim, eu fiz maratoninha da primeira temporada, e teria acabado no final de semana passado se não fosse pelo trampo). Em compensação eu me acabei de rir com o povo acendendo o abajur online…

Vai ver que o mundo tá ficando nerd, ou o slogan da série tá realmente certo e smart is the new sexy.

Se dependesse de mim, o Howard sairia do elenco principal pra entrar a Leslie. Muita, muita, muita identificação.

Blackadder e porque eu amo o humor inglês

Pronto, *agora* eu acabei de assistir Blackadder. Todas as temporadas e os especiais.

E eu preciso dizer que a cada coisa do tipo que eu acompanho fico mais fã do humor inglês. Não só pelo Rowan Atkinson, mas também pelo Stephen Fry e pelo Hugh Laurie, sempre. E, óbvio, Douglas Adams e Terry Pratchett que moldaram meu sarcasmo nos últimos anos.

Stephen Fry, que acabou como narrador do filme Guia do Mochileiro (adequado) e que fazia dupla com o Hugh Laurie em A Bit of Fry and Laurie, série que provavelmente nunca vai sair em DVD aqui no Brasil mas que vale um pulinho no YouTube.

Enfim, o mundo do humor britânico é um ovo de cordorna.

Blackadder é de antes de Mr. Bean e isso eu não sabia. Aliás, de tudo o que eu gosto de Mr. Bean (no pun indeed) eu nunca tive coragem de comprar o box da série. Provavelmente vou fazer xixi na cama toda noite se esse DVD entrar no meu quarto. Piada interna mode off.

Voltando a Blackadder, as quatro temporadas foram exibidas nos anos 80, e cada uma se passa em uma época diferente da história britânica, mas sempre com um sarcástico Edmund Blackadder e um Baldrick esfarrapado como protagonistas. Aliás, se em alguma temporada eles explicaram como é que eles são da mesma linhagem sendo que nenhum deles teve filhos (especialmente o Baldrick, que em um dos especiais é definido como “o encontro infeliz de um porco de fazenda com uma mulher barbada”) eu perdi a explicação. Tá, licença poética, eu sei.

Como é um humor baseado na história da Inglaterra, não dá pra entender metade das piadas (as que envolvem personagens e trocadilhos históricos), fica inviável assistir sem legenda por causa do sotaque e o sarro que eles tiram dos franceses é enorme (isso dá pra entender muito bem, e é hilário!). Se bem que as piadas simples, envolvendo o sarcasmo nosso de cada dia, já fazem a coisa toda valer a pena.

Minha temporada preferida foi a quarta, que se passa durante a primeira guerra mundial. As melhores piadas, o trocadilho com o capitão Darling (“hello, Darling!” ou “Shhh, Darling, not now”) e Georgina, musa:

Tem vídeo da Georgina aqui, legendado aliás, mega recomendo.

Os especiais são mais bobinhos. No especial de Natal tem esse membro da família Blackadder que é bonzinho, até demais, e quando recebe a visita do espírito do Natal que está na cidade para assustar as pessoas ruins (espírito de Natal que por acaso é o Hagrid dos filmes de Harry Potter, ou seja, isso é uma panelinha inglesa!) conhece um pouco de como os antepassados dele eram ruins até o osso, e aí claro que dá merda.

Em 1999 resolveram fazer outro especial, em que o Blackadder da virada do século entra numa máquina do tempo fake pra ganhar uma aposta. Só que a máquina do tempo foi construída pelo Baldrick, então como se esperava que ela não funcionasse de repente os dois estão viajando no tempo dentro de uma caixa de madeira e cagando na história. Blackadder encontra até o Shakespeare do Colin Firth (Colin Firth, o Mark Darcy dos filmes de Bridget Jones, panelinha inglesa!). Até a Kate Moss enfiaram no especial. Aliás, o final compensa aquela vibe de “ah tá, dez anos depois resolveram fazer um revival pra ganhar dinheiro, que merda”.

Muito, muito bom. Infelizmente não tem tudo isso em DVD aqui no Brasil, e a essa altura eu já resolvi que vou guardar as mídias em que eu gravei todos os episódios ao invés de botar os DVDs pra rodar como eu quero fazer com outras séries que eu queimei mídia pra desocupar espaço no HD antigo. Se vergonha na cara eu tivesse, sincronizar com as legendas e gravar em formato DVD eu iria. Mas né, não.

Ma Fille, Mon Ange


Oba, tô na frente do computador e não tô preocupada com o trabalho! Viva o domingo! \o/

Assisti o que aqui no Brasil aparentemente ganhou o nome de Anjo do Pecado, uma produção canadense em francês, cheia de palavrões ótimos, e eu sem conseguir pegar nenhum deles por causa do sotaque. Chega uma hora em que apresentam até o web designer do site, mas quem entendeu o que foi dito? Uma merda, porque a minha professora é uma pessoa extremamente boazinha que não ensina palavrão pra gente.

Mas o filme? Bom. Suspense. O cara descobre que a filhinha dele tá fazendo porn na internet e vai atrás pra descobrir o responsável. E aí o cara aparece morto. Quem matou? Ahhh boa pergunta.

* * *

Depois eu fui tentar ver Dirty Pretty Things, mas nenhuma legenda encaixava no filme. Eu já vi muito episódio de Seinfeld com a legenda aberta no notepad do lado, mas pra um filme com mais de uma hora e meia não rola. Larguei.

Tentei assistir My Fair Lady, mas oi? Cansei. Menos de 10 minutos e aquela vendedora de flores louca berrando já tinha me irritado.

Mas eu não apaguei nenhum dos dois filmes ainda, então quem sabe outra hora. Assistir mais 14 filmes do top 250 do IMDb vai ser mais difícil do que eu imaginava.

* * *

Então pra coroar uma semaninha com algumas… pedras… no meio do meu… caminho… eu comecei a ver Black Adder. Porque assim, se sem chamar já aparece, então vamos chamar pra ver no que dá. Se essa noite eu tiver pesadelo a culpa fica por minha conta.

[piadas internas mode off]

Só que as legendas estão fora de sincronia, mas só de ver Hugh Laurie falando Le Adder Noir! Come à nous in! já vale a pena ficar 20 minutos com o notepad aberto do lado com a legendinha. Então eu vou lá.

Futurama - The Beast With a Billion Backs


Adoro Futurama, mas essas histórias que estão saindo direto em DVD e passando em pedacinhos na tevê são meio… sacais. Talvez pra quem assista dividido não seja assim, mas eu me entendio um pouco.

Claro, eu ainda quero todas as temporadas *e* todos os filmes extras em DVD.

Enfim, em A Besta de Um Bilhão de Traseiros aparece uma fenda no universo - e é a primeira vez que a missão não começa com good news everyone - e aí aparece um monstro cheio de tentáculos pra dominar o mundo.

Eu deveria ter anotado as melhores frases do Bender. Nesse episódio ele realmente se superou nas pérolas do tipo “o amor não se divide com o mundo, o amor é desconfiado, o amor é carente” e coisas do tipo.

E nos créditos finais, aparecem os personagens dublados por cada ator. A Brittany Murphy é tão irritante que parece uma paródia de si mesma, querendo ou não.

Outro episódio agora, só em dezembro.

* * *

De qualquer maneira, vale a pena só pela só pela vinhetinha retrô da abertura, estilinho Mickey antigão.

A segunda vez essa semana que eu ouço a piadinha da fã do Justin Timberlake, *meda* hahahaa…

Offline

Aí que desde segunda a tarde eu fiquei sem speedy, e tava esperando a conexão voltar sozinha. Se eu tivesse ligado antes no suporte técnico teria resolvido isso rapidinho, mas eu tava evitando falar com aquela gente que fica mandando limpar cache do navegador e trá-lá-lá.

O problema foi ter ficado offline justamente qdo saiu o season finale de House né? Muito foda. Com uma porrada de trabalho atrasado, eu tô aqui assistindo o episódio, porque a pessoa precisa estabelecer prioridades na vida.

Episódio ótimo, agora é só descobrir quem cantou a música tema em outra versão.

update: a versão de Teardrop que toca no season finale de House é cantada pelo Jose Gonzalez e, adivinha, num surto de bom humor eu coloquei pra download aqui.

* * *

E tipos que eu sou amiga do Inri Cristo no orkut né? Ser amiga do Inri Cristo no orkut é o que há, porque a gente fica informado sobre as bizarrices novidades sobre o enviado do poai:

Confiram a nova canção da Asusana e Alíbera, “Sentido à Vida”, versão mística da música Umbrella, de Rihanna: http://br.youtube.com/watch?v=l5FF4w6UkYM.

Até sempre,

Assinoê
Assessora Vogal da SOUST

Esta mensagem foi enviada por INRI CRISTO. Para ver o perfil de INRI, clique em: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=13015501141727710513

Não me pergunte o que é uma assessora vogal, mas eu acho um luxo o nome de todas as periguetes seguidoras do Inri Cristo começarem por A.

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