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Déjà vu

Sabe quando você lê/ouve uma pessoa e aquilo soa incomodamente familiar?

E sabe aquele estalo de quando você se dá conta de que o incômodo é, na verdade, porque você tá lembrando do estilo de falar/escrever de outra pessoa?

Jesúizmariajuséiocamelo, coisa mais horrorosa.

Lather rinse repeat as needed

Tem gente que vive num universo paralelo.

Nota de 3 reais

Às vezes eu me surpreendo com a minha própria falsidade. Nada como estar atrás da Internet para dar uma resposta genérica ensaiada quando na verdade você quer mandar alguém pra um lugar bem feio - e sem banda larga.

Aqui, come esse chocolate

Então que, alguns quilos depois, eu acabei com todas as caixas de bombom da casa (e não eram poucas, como eu pude perceber de dentro da calça hoje). Sem chocolate, sinceramente, não é seguro pra nenhum ser humano me provocar. Acho que em dias assim eu entro no orkut pra implorar pra ser irritada, não é possível…
 
Eu não sei qual parte é a pior… a parte onde vc fala, fala e não adianta lhufas… ou a parte onde vc tem certeza de que a molecada tá cada dia mais asquerosa e que o mundo tá cada vez mais cagado na mão deles… ou a parte onde vc faz alguma coisa útil e ainda tem que ouvir desaforo.
 
Essa semana eu reinstalei o Kazaa e tem uma parte lá que diz que vc só consegue baixar pq alguém compartilha ou coisa do tipo… eu concordo, em parte. Não digo que a gente só deva compartilhar com quem oferece alguma coisa em troca porque não é tão radical assim… mas eu acho que só vale a pena compartilhar com quem valoriza o que a gente faz. Do contrário é como falar com a parede…
 
Bom, sei lá, falar com a parede pode até ser terapeutico, tem gosto pra tudo… na verdade, mais parecido com isso é vc falar grego. Vc fala, fala, fala… e não é entendida.
 
Definitivamente hoje é um dia sem paciência. E os outros que paguem por isso.

Serais ce possible alors?

Francês é uma coisa linda. Como pessoa lerda que sou, a ficha de que eu tô finalmente estudando francês só começou a cair hoje =P

Mas as piadinhas vieram antes. Porque eu me sentiria envergonhada se meu sobrenome fosse um erro de tradução. Mas pra quem mal sabe uma língua, se preocupar com outra pra que né?

Kika, venenosa trilíngue.

Mas é difícil. Inglês é banana amassada com aveia e mel perto do francês, de verdade. Mas nada que dê vontade de desistir e talz.

Hoje que eu reparei, uma das minhas colegas de classe é uma ex professora minha que já era extremamente velha qdo eu tava, sei lá, na terceira série? A véia já deu aula pra minha tia! Mas tá lá, firme, forte e questionadora. Exatamente de como eu me lembro dela, não envelheceu nenhum dia em mais de uma década.

Sinceramente, esse povo com oitenta e dezenove me dá agonia. Tem gente que parece que não vai morrer nunca. Mas é agonia no bom sentido, acho.

 
Ouvindo: Quelqu’un m’a dit - Carla Bruni
(porque se escrever o título já é difícil, repetir o refrão três vezes seguidas sem engasgar é minha meta de vida)

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