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The Clone Wars: eu vou na pré-estréia!

Eu sei que eu tinha colocado o blog em hiatus pra mudar de host, mas como o DNS ainda não propagou e eu consegui acessar o blog, lá vai.

Ah gezus, dá até medo de blogar sobre isso e dar alguma merda federal até lá, do jeito que eu ando cagada.

Mas né? Me ligaram do Conselho Jedi hoje que eu ganhei um par de ingressos pra ver The Clone Wars na pré-estréia domingo sábado.

Só que domingo é dia dos pais. Veja bem, eu moro com o meu pai e almoço com ele praticamente todo dia. O presente oficial, ele já ganhou. O almoço de família vai ser num restaurante caro? Vai, mas eu prefiro The Clone Wars e almoçar McDonalds no shopping. E o principal: meu pai liberou, e eu vou!

Depois vou aguentar o mimimi eterno da família dele, mas foda-se. Ano passado minha prima tava fazendo intercâmbio e mandou um e-mail citando todo mundo da família, aquele bando de gente hipócrita chorou litros, e hoje a menina tá processando o pai dela, então acho que a minha família não tem lá muita moral em datas comemorativas criadas pelo comércio pra vender mais (se bem que eu adoraria ver o climão entre ela e o pai dela no domingo xD).

Claro que as chances do mundo acabar amanhã são enormes, especialmente reforçadas pelo fato de (1) eu ter ganho alguma coisa e (2) meu pai ter me liberado, é muita sorte de uma vez só, mas vamos fazer pensamento positivo, mmmk?

Porra, é sábado! O que deu na minha cabeça pra achar que era domingo eu não sei, só sei que é sábado, e sábado eu não vou poder levar o Ju comigo, então não sei de mais nada.

Mas eu vou, certo?

Voltei

Desde sábado sem o House. Sim, meu computador tem nome. O notebook não tem nome, porque né, coisa de gente doente colocar nome no notebook, cruzes.

Pra quem não reparou isso foi uma piada, antes que algum idiota se ofenda.

Computador aqui em casa (pelo menos os meus - atenção ao plural) é tratado como pet. E como pet aqui em casa é tratado como gente, dá nisso.

Só que do mesmo jeito que eu tenho um vet de confiança, tenho tbem um técnico de confiança. Dou meu computador na mão dele até com o site do banco aberto que eu confio. Até porque ele é um maluco completamente sem tempo pra ficar fuçando no computador alheio.

Mas quando você dá o nome de House pra um computador já pode esperar de tudo um pouco.

Sábado de manhã, eu ligando o computador pra começar a adiantar algumas coisas (sim, eu ia trabalhar no sábado), o computador desliga. Na minha cara. Pfff.

Aí por um desses acasos bizarros, tava chegando aqui em casa um técnico, por um motivo completamente alheio. Como eu tava morrendo de pressa e sabia que eu só ia conseguir levar pro meu técnico hoje pra buscar no mínimo amanhã, deixei um desconhecido levar o meu computador.

Cara, um desconhecido que por outro total acaso era o clone do meu ex. Separados no nascimento. Pochetão, falta de postura e tudo.

Primeira coisa qdo ele saiu: ligar o notebook e alterar as senhas do e-mail, dos blogs e do Twitter.

Eu acho que eu fiz bem, porque o computador voltou mexido. Avast instalado no lugar do AVG + ZoneAlarm. Eu me cago pra opiniões do tipo “Avast é melhor”, agora toca reinstalar e configurar tudo de novo.

Fora que eu fui ver no histórico do IE e abriram uma foto da pasta “Fotos Pessoais”. Tipos que eu não sei o que tavam procurando, ou se esperavam achar umas pastas do tipo “Eu em Ibiza” ou “Pagando Peitinho”, mas acharam coisas do tipo “Jedicon”, “Paulista x Palmeiras” e nerdices do tipo.

Ou seja, taí um cara que nunca mais coloca a mão no meu computador.

* * *

Trabalhar no notebook é horrível. Justo hoje todos os clientes pendentes resolveram mandar alteração, TODOS ao mesmo tempo e TODOS com muita pressa. Alguma coisa deu pra fazer, mas pra dois trampos eu precisava do Photoshop (e dos 2GB de memória, e da tablet). O resto eu fiquei com dó de usar muito o teclado do notebook porque né, ele já me ouviu falando no telefone e digitando ao mesmo tempo e sabe que eu sou keyboard spanker (aliás, procura keyboard spanker no Google e acha eu em primeiro lugar).

E aqui estou eu, cheia de coisas pra fazer e blogando porque eu não tenho noção de prioridade.

Fora que eu tô com dor de cabeça, então bem provável que eu acabe fazendo NADA hoje.

Speedy

Agora que passou a palhaçada do apagão do Speedy, liguei lá e pedi pra aumentarem a velocidade da minha conexão.

Eu tava até vendo que alguém ia me dizer que a minha região não tinha disponibilidade pra isso e eu ia dizer “tá, me mandaram a carta pra que, pra eu limpar a bunda? hello, papel muito duro”.

Mas correu bem. Demorou 10 longos minutos (deu tempo de twittar, colocar o almoço no forno e atender a campainha), me ofereceram uns 3 ou 4 serviços completamente dispensáveis (eu não uso telefone, odeio telefone, por mim o telefone seria banido da face da Terra - e pra que tv por assinatura se eu tenho Internet pra ver seriado? oras!) mas fizeram o upgrade na minha conexão.

Em até 72 duas horas eu vou sentir a diferença - palavras da atendente, não de um comercial de absorvente.

Aliás, gostei da atendente. Qdo eu perguntei se não era pegadinha e se era de graça mesmo, certeza, ela me respondeu com um “não” que eu mesma não faria melhor - ou seja, grossa e sem um pingo de paciência. Simpatizei mesmo.

Então aí que se eu de repente sumir pelos próximos dias é porque o upgrade deu merda e ao invés de uma Internet mais rápida eu fiquei sem Internet nenhuma.

Oremos.

Live blogging: Kika desistindo do Linux

Ahhhh cansei. Tô de volta pro meu PC querido rodando meu Windows querido.

Depois da instalação, eu fiz outro live blogging lá no PC com o Linux, só que a Internet não funcionou e por isso eu não publiquei, e eu não consegui instalar o driver da placa mãe (que está num CD e provavelmente é feito pra Windows).

Voltei pro no notebook pra procurar alguma coisa, e nada (até porque eu não sei por onde começar a procurar). Engraçado que a maioria dos tutoriais que eu encontrei envolviam uma conexão. Se a internet não funciona você vai baixar o driver como? Tá, eu poderia baixar no notebook e copiar pro Linux através do pendrive, mas eu lá sei o modelo da placa-mãe?

Até tinha um utilitárizinho que configurou o som e talz, mas a Internet que é bom não foi. E pra ficar offline eu brinco com o celular.

Não é que eu tenha simplesmente desistido pra sempre - embora a idéia não pareça ruim nem nada - eu só cansei. Ainda mais depois de receber dois e-mails desaforados em menos de meia hora: um micreiro me propondo uma parceria daquelas do tipo eu trabalho e ele não faz bosta nenhuma, e um cliente dando cada palpite tão absurdo no layout que mesmo que não fosse final de semana e eu não tivesse encerrado o expediente até segunda feira eu ainda precisaria de alguns dias pra pensar numa resposta eficiente que não envolva mandá-lo pra lugares ofensivos.

Então, e pros Linux boys da vida, por favor não venham defendendo o sistema operacional favorito de vocês nos comentários, tá? Eu sei que a falta de paciência e de informação é minha, e um dia com muita boa vontade eu tento de novo. A vida de ninguém vai mudar porque eu deixei pra instalar o Linux no meu computador velho outro dia, então me poupem.

Live blogging: Kika instalando o Linux

Então… eu resolvi que, ao invés de vender aquele computador que tá parado aqui em casa, eu vou instalar Linux nele.

O que é engraçado, porque não tá caindo o mundo nem nada pra eu resolver fazer isso. Quer dizer, *eu* era a penúltima pessoa no mundo que imaginaria usar o Linux. Como a última pessoa da fila virou a casaca, resolvi rever os meus conceitos. Não vai cair pedaço se eu aprender o Linux, e conhecimento nunca é demais, n’est pas?

É desnecessário ter três computadores? Pra mim é, mas dane-se. Aliás, como é que alguém consegue trabalhar no notebook como a gente vê por aí? Coisa mais desconfortável!

Enfim. Baixei o Ubuntu e gravei num CD, liguei o computador velho lugar do meu PC (vou ajeitar isso, deixando ele com cabos exclusivos e instalando uma prateleirinha embaixo da mesa pra deixar o gabinete - quando eu não sei) e tô aqui.

A escolha do Ubuntu foi meio porque ele é a instalação mais famosinha. Eu pensei em pegar o Kurumin, que aliás eu já tive instalado por uma meia hora naquele mesmo computador, mas começou a dar pau com o Windows (e adivinha quem eu escolhi), mas optei pelo Ubuntu simplesmente porque parece ter mais gente cuidando dele.

O Ubuntu tem uma função que eu achei ótima, de verificar se o CD de instalação tá joinha. Considerando que a maior parte das instalações dele vão vir de CDs baixados da Internet isso é uma idéia ótima. Enqto ele fazia a verificação eu fui comer alguma coisa, e agora tô aqui…

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