A música que tocou no final do episódio 3×12 do House é Grey Room, do Damien Rice. House criando laços emocionais, uma coisa linda de se ver.
E a música do final do episódio 3×13 é In The Waiting Line, do Zero 7. Se eu fosse o Foreman iria chacoalhar o guri até o cérebro dele descolar da cabeça.
Ok, isso foi tipo um serviço de utilidade pública da parte de alguém que sente falta dessa coisa de site sobre trilhas sonoras de seriados.
Encontrei agora no Terra a lista das 100 músicas mais românticas de todos os tempos.
Não sei se eu concordo, mas quem definitivamente discorda é a Som Livre, especialista em rearranjar as mesmas músicas em coletâneas diferentes de novo e de novo e de novo. Lovin’ You é a melhor: de tanto ver a propaganda na tv resolvi ir atrás de duas – e somente duas – músicas na coletânea.
Alguém achou que a batida de Another Day in Paradise, do Phill Collins, fosse trilha sonora boa pra motel. Atenção à letra:
She calls out to the man on the street
sir, can you help me?
It’s cold and I’ve nowhere to sleep,
Is there somewhere you can tell me?
O cara nem dá bola pra mulher. Não é uma história de amor do tipo mendiga-encontra-ricasso. Não. É uma música com crítica social mesmo.
A outra música eu gosto, até baixei: 7 Seconds, com Youssou N’Dour e Neneh Cherry. Essa engana bem, já que o refrão contém o clichê Just as long as I stay/I’ll be waiting. Me olha. Me olha de novo:
And when a child is born into this world
It has no concept
Of the tone the skin is living in
Méo déos, é uma música sobre racismo! Que surpresa. Pra não deixar dúvidas, a tradução confirma que, mesmo com um trecho très chic em francês, não querida, essa também não serve como trilha sonora do seu romance suburbano.
E isso são só duas músicas. Fiquei com medo de olhar o resto. Fora que eu tô numa fase de economia de mídia, então só baixo o que eu tenho pelo menos uma esperança de gostar, e só gravo em CD o que eu já ouvi.
* * *
Tem tbém a lista das 10 músicas mais tristes de todos os tempos, mas eu discordo pra caramba.
Eu tenho um ódio da minha desorganização que é uma coisa pavorosa.
Na verdade não é desorganização, é uma tentativa de deixar tudo tão arrumadinho que nunca dá certo. Tipo os eSnips da Rita Lee. O conteúdo tá lá, online, mas quando eu logo dá uma mensagem que meu conteúdo foi removido por inatividade. Isso porque eu apaguei a conta de e-mail que eu usava lá, troquei por outra, mas como não dá pra trocar o e-mail no eSnips acabei não recebendo as notificações pra dar uma logadinha antes que tudo fosse pro saco.
Pelo menos ainda tá tudo lá. Mas não dá pra eu upar mais nada. Ou até dá, mas eu tô tão perdida na minha própria zona (nada zen) que não sei.
Se bem que eu nem tenho mais saco pra fazer caridades do tipo eSnips pra compartilhar coisas com o alheio…
Mais uma desencavada do orkut:

Pauline Croze
Pop francês, que novidade. Só vozes femininas, ainda não fucei alguém pra tirar Charles Aznavour do Winamp. Mas diz aí se não vale a pena:
Tu voudrais faire de moi une épouse modèle
En accords parfaits avec tes idéaux,
Tu voudrais faire de moi la réplique fidèle
D’une fille de magazines, de romans-photos,
Tu voudrais faire de moi une femme docile,
Désolée pour toi mais je n’ai pas le profil
Já virei fã.
Essa eu descobri no orkute, durante a minha saga em busca de música pop francesa.

Marie Mai
De bitch só tem a cara. Gostei.