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Esmaltes Vibrante da Impala, Glamour Pink e Atração Fatal da Colorama

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Mimimi a Kika reclama demais mimimi

Ontem o meu SAC recebeu um chamado de uma consumidora insatisfeita com o conteúdo do meu blog e do meu twitter.

Bazinga. I don’t care.

(além de tudo é a dona do twitter mais adolescente-cretina-que-não-tem-nada-pra-dizer que eu já vi na vida, mas sabe como eu resolvi esse problema? eu não segui de volta!!!)

Eu uso mesmo o twitter pra reclamar. Eu tenho o twitter pra trabalhar, o twitter pra participar de promoções… e o twitter de reclamar! Não gostou, pegael. Nunca pedi pra ninguém me seguir, do mesmo jeito que eu nunca pedi pra ninguém ler o meu blog (semana passada eu obriguei o meu irmão a blogar mas aí é questão de família xD).

Aí quem acha que eu reclamo demais, é só não me ler. Ou vai precisar o twitter traduzir o botão de unfollow pra vocês saberem pra que ele serve? Não vou mudar meu jeito de blogar porque tem gente desconhecida insatisfeita. Meus amigos reclamam que eu faço flood e eu não faço nada a respeito. Se meu blog me sustentasse ou se eu fosse paga por alguma empresa pra escrever, com certeza meu estilo literário seria outro. Mas não é o caso.

Se eu não gosto de um esmalte, eu falo. Se eu não gosto de um filme, eu procuro parar de assistir, mas se eu assistir até o final e fizer um post sobre ele, eu falo que não gostei. Se eu não gosto da capa de um livro, eu falo porque sei que em 95% dos casos eu faria melhor. O blog é meu. Se eu quiser colocar uma foto da cera que eu tirei do ouvido aqui e reclamar sobre isso, o blog é meu!

Não entendo uma pessoa que faz questão que você saiba que ela tá insatisfeita com o conteúdo do seu blog. Eu não tô prestando um serviço à população, então pergunto: a troco do que? Aparecer? Ou é ingenuidade de achar que por causa da reclamação de uma pessoa que eu nunca vi na minha vida eu vou passar a blogar coisinhas miguxas e alegres e perfeitas?

Ah vá se catar!

* * *

Este mês eu fiz uma limpa pesada nos feeds e no twitter. Parei de acompanhar quem não me agradava. Foi tudo muito simples e muito indolor. Não vou ficar dando satisfação pra cada pessoa que eu dei unfollow ou deixei de assinar o feed. “Olha, eu parei de te seguir no twitter porque você só sabe dar bom dia quando chega e falar tchau quando vai embora e isso me irrita”. Não! Deixa a pessoa que dê bom dia, o twitter é dela, se ela quiser dar bom dia pra parede deixa que dê! Vou lá eu reclamar do que?

E outra. É justamente esse tipo de gente (desconhecidos que se metem na vida dos outros sem contexto) que eu uso o twitter só pra reclamar. Vou usar pra que? Pra dividir idéias? Já acho que eu faço demais postando foto dos esmaltes que eu uso ou das coisas que eu compro. Vira e mexe eu twitto alguma coisa pessoal em forma de piada interna e cai alguém de pára-quedas lá pra comentar, sem contexto, sem saber do que eu tô falando.

Se eu não achasse meio pau no cu trancar o twitter, eu trancaria. Aliás, já tranquei, mas sabe o que aconteceu? O mesmo tipo de gente que reclama que eu só reclamo começou a encher a porra do meu saco pra eu abrir o twitter!!!

* * *

E falando em gente cretina, tem também os comentários retardados que este blog recebe. Geralmente eu apago, mas quando eu tô no mood eu aprovo e compartilho porque se a pessoa se comporta como uma piada ambulante é porque quer virar motivo de riso.

Semana passada eu twittei um link pra uma reportagem. Apareceu uma louca sei lá de onde e fez um RT meu, de uma coisa que eu nunca escrevi, pra outro link que eu não tinha postado. Eu reclamei e a louca fez um escândalo gigante dizendo que eu era insuportável e que iria apagar tudo o que tinha retwittado de mim.

Prefiro ser insuportável do que ser retardada hein? Ficadica.

* * *

Então assim. Se vocês não gostam do que eu escrevo, ou de como eu escrevo, de coração: foda-se. Tá cheio de blog miguxo onde tudo é perfeito e lindo e cor de rosa por aí. Vão procurar outra coisa pra ler e parem de encher a porra do meu saco. Ou comecem a me pagar pra eu escrever do jeito que vocês se agradam.

Eu acho bem desagradável ter que incomodar quem me lê porque gosta com esse tipo de post. E eu sei que a imbecil que reclamou de mim ontem no twitter não teve capacidade mental pra passar do segundo parágrafo. Mas porra, parece que se eu não deixar claro pelo menos a cada dois meses que ninguém manda no que eu escrevo as pessoas se esquecem e começam a se achar no direito de mandar no meu blog.

O mundo precisa de uma nova peste. Com urgência.

A “puta” da Uniban

Minha vizinha, Dani, é puta. Mas puta mesmo, de sair todo dia às 20h de casa pra ralar (sem o perdão do trocadilho). Obviamente, ela se veste como puta.

Eu moro na periferia de uma cidade do interior. Tem bastante gente idosa na minha rua. Muita gente fofoqueira. Todo mundo é muito curioso. Minha rua nunca parou por causa da Dani. A gente nem chama ela de puta, sabe? E a polícia nunca veio aqui por causa dela (bom, e se veio não foi pra tirar ela daqui, se é que vocês me entendem).

Tem um prédio sendo construído na esquina, a pedreirada toda já topou com a Dani na rua, e a gente nunca ouviu gritos por causa disso. No máximo umas risadinhas porque né, ela se veste de acordo com a profissão dela (tá certa inclusive, a gente nunca sabe quando pode descolar um freela).

Que faculdade é essa que para por causa da roupa de uma aluna? Que faculdade na face deste planeta não tem gente que ganha vida fazendo programa? Engraçado que essa mesma molecacada que faz coro pra ofender a menina é daquelas que paga uma profissional pra perder o cabaço por pressão dos amigos. Tudo muito civilizado.

Depois o povo do interior que é caipira. Aposto que nem os chimpanzés dos zoológicos do interior são tão animais desse jeito.

Eu odeio meu número de celular

Você acha que o pior que pode acontecer com o número do seu celular é alguma desequilibrada espalhá-lo no chat pornográfico depois de perder vários minutos da própria vida tentando seduzir um tarado para assim achar que tá de vingancinha pra cima de você?

Deixa eu te dizer uma coisa: isso não é nada!

A pior coisa que pode acontecer com o número do seu celular é ele ser fácil de decorar. Sabe, repetições e sequências.

Assim, como o meu.

Há uns meses eu ganhei aquele celular das Casas Bahia, sabe qual? Recebe e faz ligações, e só. Não tá bom pra trabalhar? Vou querer um celular que mande e-mail e acesse a internet se eu só vou usá-lo ao lado do computador? Achei bonitinho, passei minha linha pra ele e coloquei o chip que veio no meu aparelho antigo que muito amo, como número pessoal, porque olha que número bonitinho e fácil de decorar.

E aí começou a palhaçada.

Telemarketing deixando mensagem na caixa postal me mandando retornar a ligação com urgência. Aliás, já me cadastrei no Procon pra pararem com a palhaçada, vão lá e se cadastrem também.

Ligação pra fulana. Não engano, porque fulana passou exatamente esse número por aí.

Mensagem na caixa postal dizendo que já tá cansado de tentar falar comigo e que agora meu cheque vai definitivamente pra protesto, onde já se viu. Cheque. Meu. Fico pensando se eu tivesse atendido essa ligação.

E hoje no meio da aula chega mensagem. Eu achando que fosse coisa importante disfarcei pra ler. Pff.

Eae champs ja ta na mao? hauhua to no grau filhaa olha o per (Jeh)

-q?

Isso pra um celular que passa apenas 4 horas, três vezes por semana, ligado. Pior do que o acho q to bebada bebada.

Aí tô mesmo pra trocar o número, tô incomodada. Ainda bem que eu mal avisei as pessoas quando eu mudei de celular pela primeira vez, porque ó que tanta gente me liga que faz uma diferença do cão hein?

Pra tentar entender a falta de vida própria

Aqui, tô o dia todo com essa pergunta martelando na cabeça.

Se você não gosta do que lê num blog, não é mais fácil caçar outra coisa pra ler do que fuçar os arquivos procurando alguma coisa pra tentar ofender o autor nos comentários?

Hoje rolou uma tensãozinha nos comentários do blog. Até agora eu tava achando muita graça, porque isso tá me distraindo de problemas reais e sérios que não vêm ao caso. Mas no terceiro comentário começou a me incomodar. Não pelo comentário em si que se eu tivesse problemas em ler merda não teria os comentários abertos, mas porque eu acho esse tipo de gente de uma infelicidade e de uma amargura tão grande que não quero esse tipo de presença por aqui, sabe como?

Que a pessoa caia aqui no blog pelo Google procurando alguma coisa que eu postei, beleza. Que não concorde com o que eu escrevi, ótimo, que nada aqui é verdade absoluta. E só porque *eu* não me dou ao trabalho de perder tempo ofendendo alguém que posta uma opinião diferente da minha por aí, isso não significa que eu possa esperar a mesma coisa dos outros, mas beleza, os comentários estão abertos e é um risco que se corre.

Já quem entra aqui depois de ler o meu twitter perde um pouco do meu respeito quando vem encher o saco. Se aqui eu não faço post pra agradar ninguém, lá muito menos (aliás, eu twitto quantas vezes eu quiser, e o que eu quiser – não gostou, é só dar unfollow ao invés de ficar de indiretinha, sem ressentimentos).

Mas a pessoa lê as coisas que eu escrevo lá, discorda, me acha fútil, me acha inútil, me acha gorda, me acha chata, e mesmo assim entra no blog e se dá ao trabalho de deixar um comentário tentando me ofender a partir do que ela acha que sabe a meu respeito.

Olha, sinceramente: comentário nenhum me ofende. Geralmente é uma repetição do óbvio que pode, no máximo, me chatear um pouco por eu ter que limpar a sujeira alheia. Mas eu me incomodo um pouco com a falta do que fazer dessas pessoas. Eu passo o dia inteiro na frente do computador, leio trocentos blogs e twitters, e quando eu não concordo com a postura de alguém, simplesmente paro de ler. Nionde que eu vou fuçar a vida da pessoa pra encontrar um podre pra tentar levantar intriguinha nos comentários?

É muita falta de uma pia de louça pra lavar sabe? Muita falta de vida própria. Acho isso de uma infelicidade tão grande… porque ó, minha vida não é lá aquelas coisas, mas nessas horas eu vejo quanto tem gente muito mais medíocre, que não tem nada pra fazer além de ficar tomando conta da vida alheia. E a vida de uma pessoa que não agrada né?

Mas ó, eu tô quietinha no meu canto. Não vou pedir pra ninguém vir aqui ler o que eu escrevo. Não peço pra ninguém acompanhar meu twitter, e muito menos pra clicar no link do meu blog que tem lá. Apareceu aqui pra encher meu saco? Deu margem pra ser ofendida. Depois não adianta fazer a esquisofrênica, não sabe brincar não desce pro play.

Outra coisa: tem gente que acha que me conhece porque leu meia dúzia de posts/twitts. Olha, deixa eu contar uma coisa: não dá pra conhecer uma pessoa pelo blog dela tá? Minha vida tem outras coisas além de filmes, esmaltes e internet, mas se eu escolho não dividir isso publicamente no blog é problema meu. Aliás, não é difícil saber porque eu aprendi a não compartilhar tudo o que acontece comigo num blog. Quanto mais a gente se abre, mais gente desocupada acha que pode meter o bedelho em assuntos sem o menor contexto, e geralmente sem ter porra nenhuma pra acrescentar.

E vocês acham mesmo que vão me ofender jogando na minha cara que eu sou gorda ou que eu gosto de esmaltes? Não passa pela cabeça de vocês que se eu tivesse algum problema com isso essas coisas não se tornariam públicas? Já disse isso hoje nos comentários, e já disse no twitter, mas vou repetir: enquanto eu trabalhar pra comprar o meu esmalte e a comida que me engorda, isso é problema meu. Meu dinheiro é suado e limpinho, e eu gasto ele como eu bem entender, ninguém tem nada a ver com isso. Se eu quiser enfiar o esmalte no nariz e cheirar até sangrar eu vou fazer isso e não preciso pedir autorização alheia. Agora, quem quiser vir aqui pagar as minhas contas pode até ganhar o direito de se meter no que eu faço, mas caso contrário vão caçar uma porcaria de uma vida própria pra cuidar.

(engraçado que eu incomodo tanto mas vocês não saem do meu twitter né? ê maldita inclusão digital que dá computador e banda larga pra qualquer incapacitado)

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