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*morri!*

É isso aí minha gente, tô oficialmente surtando feito uma louca: Terry Morre publicou a minha colorização da Katchoo e da Francine no blog dele.

Classificado como “very nice” xD

E, na minha egocêntrica opinião, mais bonito que a segunda colorização de fã que ele publicou.

E olha que eu ainda tenho mais desenhos dele que eu colorizei e ainda não publiquei hein?

Só que né, tô sem jeito de avisar ele que brasileiro fala português, e não espanhol. Maniazinha essa dos gringos de achar que, pra baixo da linha do Equador, é tudo igual! Justo eu que assim, deteeeeeeeeesto espanhol com todas as minhas forças.

*morri*

Táááááá, preciso agradecer publicamente o meu irmãozinho querido, que foi quem me ensinou a colorizar, e ficou no meu pé dizendo que eu levo jeito pra coisa, e se não fosse por ele eu ainda seria uma noobie no Photoshop. Brigada, Ju! ^^

update: falando nele, é assim que ele me parabeniza pela cena toda:

Ô, FILHADAPUTA!!!!!
VC VAI LEVAR A SÈRIO ESTA PORRA DE COLORIZAÇÃO DIGITAL AGORA??!??!??!?!??!

XD

E se vc não BLOGAR isso vc APANHA!!!

MUITO!!!

Manifestações familiares de carinho são tudo nessa vida, não é mesmo minha gente? xD

We Love WP

Mas como nem tudo nessa vida é micreiragem e design ruim, meu blog acabou de sair no We Love WP, uma galeria de sites feitos em WordPress. Tirei até um screenshot desse momento mágico:

Tô me sentindo meio miss. Muita emoção, minha gente. Eu que há um ano atrás queria queimar o WordPress na fogueira da santa inquisição, vejam vocês.

Pelo menos pegaram a capa do Stacy Temple no screenshot, e não a porcaria da capa do Hogfather né? xD

Das horas que eu me sinto de outro planeta

Neste exato momento, eu estou mandando um e-mail pra Editora Objetiva, perguntando onde eu posso encontrar o Bússola de Ouro com a capa original. Bem difícil, porque toda mensagem que me passa pela cabeça acaba chamando a capa atual de aberração. Eu nem sei porque me dou ao trabalho, já que provavelmente não vão responder, vão me mandar comprar um sebo, ou vão me cobrar 50 reais num livro que custa 23, só pela capa.

Mas na real, eu tô lendo Bússola de Ouro no celular, e tô completamente apaixonada pela história. A descrição de como a Lyra sofre quando o Pan se afasta dela me faz chorar feito louca. A versão que eu tô lendo é mal escrita e mal traduzida, mas eu tenho certeza que é diferente da versão em papel.

Por mim, eu já teria comprado o livro físico e terminaria de ler nele mesmo. Mas não fiz isso ainda por causa da capa. A maldita capa. A capa que leva o cartaz do filme e define o livro como “Agora uma superprodução com Nicole Kidman e Daniel Craig”.

Meu cu. O que fizeram na capa foi um estupro, um golpe de marketing pra vender o livro a partir da identificação com o cartaz do filme, mas ninguém se tocou que a história tem uma sequência, e que agora o primeiro livro da trilogia está completamente diferente dos outros. Eu meio que me recuso a ter essa aberração na prateleira, mesmo estando apaixonada pela história.

* * *

E não, eu não vou procurar o livro em sebos. Porque eu tenho nojo de livro de sebo, prontofalei. Emprestar um livro da biblioteca pública da cidade foi a experiência mais nojenta da minha vida.

A minha relação com os meus livros é muito íntima. Higiênica. Podem me criticar, podem me chamar de maluca, podem defender o compartilhamento dos livros como forma de ler mais, bla bla bla, eu não me importo. Pra mim, livro é uma coisa que não se empresta, nem de, e nem para.

O primeiro livro que eu ganhei na vida e li por puro lazer foi Bridget Jones: No Limite da Razão. Na época eu não era nojenta, então o livro rodou, e rodou, assim como eu comecei a ler Harry Potter de outras pessoas também. Tudo muito legal, tudo muito compartilhado. Tomei gosto pela coisa, comprei mais livros e fui me tornando um poço de egoismo.

Quando eu olho pro meu exemplar do Limite da Razão, bate um puta desgosto. Ele está sujo, nojento. Eu, que adoro ler em cima do travesseiro antes de dormir, tive o impulso de lavar as mãos depois de mexer com o livro ontem. Isso vem da pessoa que não quer que ninguém entre com sapato de rua em casa (muito menos no seu quarto).

É claro que eu tenho milhares de outros livros pra ler, milhares de outras coisas pra comprar e contas pra pagar, mas eu vou sim comprar novos exemplares de Bridget Jones pra minha prateleira (meu Diário de Bridget Jones também rodou e também tá nojentinho).

Talvez eu passe os meus pra alguém, ou doe pra biblioteca municipal. Mas eu tenho certeza que eles não se sentem bem vindos na minha prateleira, e com toda razão.

Vontades

Hoje eu acordei cheia de vontades. E pelo menos o blog não estava fora do ar pra eu poder blogar isso em mais do que 140 caracteres. Aliás, o tiozinho que me ligou oferecendo um host novo nunca mais deu as caras. Era milagre demais, acho que quando ele se tocou do preço que tava cobrando resolveu deixar por isso mesmo.

Enfim.

Hoje eu acordei com uma vontade louca de fazer um curso de Photoshop. Não o básico-clica-aqui-pra-fazer-um-quadradinho. Isso eu já aprendi porque li o Photoshop for Dummies. Sério mesmo, o negócio é bom, porque eu não sabia nada de Photoshop e agora já tô quase fazendo um trabalho inteiro nele. Eu quero um curso que ensine a retocar fotos e fazer ilustrações brotarem do útero.

O problema aqui nem é custar dinheiro. Se bem que toda vez que eu termino um trabalho novo é a mesma coisa: enquanto eu não recebo a segunda parcela do job eu fico tensa, achando que vou tomar calote. E vai por mim, por mais que alguns trabalhos se paguei muito bem só com a primeira parcela, definitivamente não é o caso aqui…

Gula

A wikipédia define a gula como o desejo insaciável do ser humano de ter sempre mais do que já tem e precisa. Não é só em relação à comida. Pode ser a mania de baixar mais filmes do que consegue assistir, ou de colecionar fontes e ícones que nunca vai usar.

Alguém me explica pra que raios eu baixo tanta coisa, gasto tanta mídia e faço tanta listinha do tipo “organizar o CD de cliparts” se quando eu preciso de alguma coisa do tipo eu jogo no Google? Não importa a desculpa que eu tenha usado pra comprar um notebook, eu não trabalho offline.

Mas não, eu não tenho controle pra parar de baixar coisas (nem a pachorra de deixar o del.icio.us organizado pra quando eu preciso achar alguma coisa que eu não encontro no HD), e ainda tô começando a surtar porque os CDs antigos de clipart não abrem mais direito.

 
Aliás, falando em volume muito grande de imagens, alguém conhece um bom programa pra gerenciar as imagens/brushes/cliparts dentro do HD? E tipo, se não conhecer do tipo testei-e-aprovei, não precisa dar palpite, combinado?

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