Posts na categoria ‘mau humor’

O primeiro (e último) problema com o Terra

Fui assinante do Terra por quase dois anos, e nunca tive problemas. Acho que nunca precisei usar o suporte técnico (ao contrário do Speedy, que andou dando um monte de problemas há alguns meses e o suporte técnico me deixou meio louca).

Só que agora o Speedy funciona sem provedor, e eu não venho motivo pra pagar 25 reais por mês de Terra. E-mail? É uma bosta porque o filtro anti-spam é pago, e eu não troco o GMail por nada. Blog? Fotolog? Almas gêmeas? Ah, me poupe né?

Então eu liguei no suporte - uma ligação interurbana que obviamente não tem uma opção de cancelamento no menu - e passei do setor de cobrança pro obscuro setor de cancelamento de assinatura.

Assim, eu sei que telemarketing é uma coisa do capeta né? A pessoa recebe uma lobotomia um treinamento pra ser chato, pedante e falar sem te dar espaço. E é claro que, trabalhando num setor de cancelamento, a pessoa precisa ser jedi na arte de ser mala, pra não perder o cliente pra concorrência (ou pro primeiro ato certo da história do Speedy)

Mas pensa comigo: o cliente fala que vai cancelar o provedor porque vai mudar pra outro - se eu falo que o Speedy não precisa mais de provedor eu *aposto* que ela tentaria me convencer de que isso é boato. O motivo da mudança é o conteúdo, e o cliente já vem armado com uma história de que isso já foi infinitamente discutido (mentira, eu improvisei e fui super convincente). Eu sei que a atendente precisa listar todas as vantagens do Terra, e que se a gente interrompe no meio ela não consegue parar de onde estava, precisa começar tudo de novo. Mas você paga um interurbano pra ter a sua assinatura cancelada, e não pra ouvir todas as vantagens do Terra.

Ou ela achou que de repente eu lembraria do super flog com limite de UMA foto diária e desistiria do cancelamento? Sabe quando a pessoa usa todo o seu treinamento pra ser desagradável? Você está ali, decidida, dizendo que não tem a mínima chance de desitir do cancelamento, e a pessoa começa a repetir pela terceira vez a mesma lenga-lenga? Eu meio que perdi o saco, disse que a menina já estava se tornando uma chata e que era pra parar de falar e andar logo com o meu cancelamento.

Assim, uma finesse digna da minha ascendência francesa.

Em dois anos de Terra, é a primeira vez que eu preciso do suporte, e eu fiquei com uma impressão péssima da empresa, de tanto que a menina foi insistente. Se você ligar lá e uma tal de Crislaine (há!) te atender, desliga e tenta de novo mais tarde, tá?

Pretê-Moi Ta Main


Antes do filme, uma divagação: alguém mais na casa escuta os filmes que eu assisto ou as músicas que eu ouço? Não. Eu atrapalho o sono de alguém com meus filmes? Não. Então por que raios eu tenho que aguentar volume alto de televisão e música gospel alta a tarde inteira? Por que eu posso acordar de madrugada porque a princesa surda resolve aumentar o volume dos malditos filmes de explosão, mas a princesa surda não pode ser incomodada? Ah sifude. O bloqueador de volume da televisão vai continuar ativo sim e acabou. Não gostou, se muda.

Aliás, há tempos eu tenho postado mentalmente minha opinião sobre a música gospel brasileira… coisa pra levantar uma legião de jilós religiosos se exaltando nos comentários…

Aí que se não fosse esse tipo de questão familiar, eu teria aproveitado A Noiva Perfeita (Pretê-Moi Ta Main, 2006) até o final.

Comédia romântica francesa é possível. Aliás, nos últimos anos a França tem produzido filmes totalmente blockbusters, que não têm nada daquela coisa chata que a gente imagina quanto gosta de um bom filme comercial. Um solteirão que é pressionado pela mãe e pelas irmãs para se casar aluga a irmã do melhor amigo pra uma farsa etc. Não tem tanto de The Wedding Date quanto parece. Também não é tão incrivelmente fofo quanto, mas é bem legal.

Ah, a mocinha do filme, Charlotte Gainsbourg, é filha daquele casal que canta aqueeela música francesa que só tem gemido, sabe qual? Particularmente eu acho essa música de um mau gosto pavoroso, mas enfim…

Sol, calor, praia, verão… mon cou!

Divagações da pessoa que acordou 7h da manhã num semi-feriado por causa do calor maldito…

Aí que meu avô vai comprar um apartamento na praia ainda essa semana.

Sabe praia? Aquele lugar que em 10 anos vai ter sido coberto pelo mar por conta do aquecimento global? Então, é lá.

Diz que quer deixar alguma coisa pros netos. Eu prefiro a minha parte em dinheiro. Tipo, mesmo, porque com 1/5 do valor de um apartamento que eu nunca vou usar eu poderia ir pra França estudar gastronomia em Agosto. Me diz se isso não é um motivo bem mais legal pra se lembrar de um avô?

Fora que eu não me dou bem com os meus primos, principalmente os mais novos, que são um koo. Como eles não saem da frente do computador o dia inteiro, provavelmente algum dia vão chegar até este blog, mas como não rola um pingo de contato nunca vão ligar o nome à pessoa. Enfim.

Aí que tá esse calor dos infernos né? O povo demorando 8h pra chegar na praia, preso dentro do carro com a família (quando você gosta da família é uma coisa, quando você tem vontade de sair correndo nas reuniões familiares é outra bem diferente), num sooooool horroroso.

Quando chega na praia, tá tudo lotado. O preço da comida tá um absurdo, o único shopping do lugar fica do outro lado da cidade, a areia tá cheia de cachorros, o povão vem providenciando o despacho desde o dia 6 de dezembro…

E o ataque de águas-vivas? Se eu for atacada por uma água-viva não tem um Chandler pra mijar em mim! xD

Muito sério isso. Eu sou uma pessoa branco-escritório, que fica com a pele toda embolada pelo simples fato de haver um sol brilhando em algum lugar do universo. Já estou cheia de alergias mesmo não saindo de dentro de casa. Vou fazer o que num lugar que eu morro de nojo, com o resto dos parentes semi-distantes que eu não suporto (e que poderiam ficar jogando baralho em casa que é mais fresquinho)?

Justo agora que eu tinha começado a me dar bem com o meu avô ele me apronta uma dessas. Sinceramente, viu. Mas ainda dá tempo de aplicar a lei da atração pra fazê-lo mudar de idéia e pensar na nossa parte em dinheiro. Se ele fosse descendente de franceses provavelmente entenderia o meu lado. Meu vozinho semi-francês entende.

Ho Ho Ho

Meu presente de Natal pra vocês foi ter substituído uma imagem de Papai Noel fofo que eu postei ano passado por um Grinch deformado horroroso. Assim todo mundo que fez hotlink da minha imagem e tá gastando minha banda no Photobucket vai sentir meu espírito natalino.

Ho ho ho…

Des problèmes

A pessoa se ausenta duas semanas da aula de francês e o que recebe na volta? Uma recepção calorosa (owww) e a notícia de que mudaram totalmente a formatura.

Aparentemente, vamos entrar com a cara pintada porque um mímico semi-desconhecido morreu. Por conta disso, todo mundo fazendo mímica no palco pra uma platéia de gente que nunca ouviu falar no cara.

Minha opinião pessoal sobre mímicos é a mesma sobre palhaços. Ou sobrinhos.

Fora que não, a gente não vai cantar Je Ne Regrette Rien. Vamos abandonar Edith Piaf + Cássia Eller a favor de uma música desconhecidérrima dos anos 70. Desconhecida e *chata*.

Tô pensando seriamente em não participar disso tudo. Mesmo.

Página 3 de 20«12345»...Última »