Posts na categoria ‘mau humor’

Predreiragem 2

(aparentemente blogar pelo email não tá rolando hoje)

Porque eu nem tenho tendência diária a rebolar, é uma coisa que só acontece qdo eu tô me achando a super mega ultra fodona. Tipo hoje ao descobrir que eu já emagreci metade do que eu preciso almoçando chandelle.

E embuída por esse espírito de vaidade, respirei fundo e enfrentei a obrigação do dia: voltar ao inferninho pra pegar meu papel do imposto de renda. Não, como se eu soubesse o que é um imposto de renda, né?

Mas eu bem reparei na quantidade de papel reciclado que tem sido usado ultimamente. Acharia válido se o pacote de papel A4 reciclado tratado não custasse mais caro que o A4 alcalino.

Enfim, só mesmo com a moral muito alta pra voltar lá. Não porque eu tenha feito grandes inimizades lá dentro, mas pra não dar o gosto de não estar tão bem qdo eu gostaria - ainda. Claro que o fato de ter emagrecido, digamos, uns 10 kg depois que eu saí de lá e de poder pintar o cabelo da cor que eu bem entender super contam no quesito “estar bem”. Quanto a ter passado na Fatec e não ter cursado, é problema meu. E quanto ao meu seguro desemprego ter acabado e me deixado sem grana, disso eu já cuidei =P

Mas eu não sou exatamente o tipo de pessoa que conserva laços de relacionamento para o futuro bla bla. Pra mim sair de um convívio social significa sair de um convívio social. Se eu não trabalho mais lá, pq vou ficar fazendo visitinhas e trocando emails com quem tá lá dentro? Se eu não sou mais obrigada a frequentar a faculdade, pq vou me preocupar se o meu email recebe ou não as mensagens daquela listinha ridícula? Se a loja não existe mais, pra que eu vou ser a vizinha exemplar que gasta a tarde conversando na porta da cabeleireira?

Ah, dá um tempo que não é pra mim, néam?

No fim encontrei duas no caminho, pq fui pra lá bem na hora do almoço. A recepcionista ignorantona não tava, a meia boca tá de férias e acabou que eu fiquei conversando um pouco com a Glau, a única com quem eu consegui manter alguma coisa perto de amizade lá dentro. Isso pq eu achava a guria total arrogante qdo eu entrei, mas c’est la vie. Sabe, se dá pra evitar todo o climinha vamos-ser-simpáticas-até-a-esquina ou tô-passando-do-outro-lado-da-rua-e-nem-tô-te-vendo, melhor (não que eu não pratique a segunda modalidade, hahahaha).

Não entendo essas pessoas que não sacam que um relacionamento acabou, sabe? Todo tipo de relacionamento.

O negócio nessas horas é aproveitar as amizades verdadeiras que você faz aqui e ali enqto o contato não vai pro saco.

Ou eu sou só uma pessoa anti social cheia de coisas pra fazer e com dor de cabeça por conta disso.

Stress

Acordei 4h30 da manhã, fui no caminho até São Paulo feito uma zumbi, não encontrei nada do que eu precisava/queria pra aula de desenho e ainda comprei um pad lindo de gelzinho com apoio pro pulso que simplesmente não deixa o mouse andar. Isso porque com 9 reais a menos eu teria comprado um pad simples que agora estaria funcionando e substituindo o meu.

Stress, stress, stress.

Nojinho

São quase nove da noite e os termômetros marcam 30°C na cidade.

Trinta… graus!

Palavras não conseguem expressar a quantidade de sentimentos ruins que se acumulam dentro do meu coraçãozinho por conta de tão alta temperatura. Mas, com certeza, se eu pudesse espancar alguém pra fazer a temperatura baixar, eu iria armada de soco inglês.

Oh vida, oh céus

Não tá rolando não…

Não que meus posts sejam exatamente de vital importância para o equilíbio do universo e o desenvolvimento da humanidade, mas eu mando o post pra cá e ele some.

Sabe aquela época em que tudo, tudo, tudo irrita profundamente? Eu tô assim. Não só com o blog que não funciona, mas com qualquer um que me dirige a palavra. Não é TPM, mas provavelmente é culpa desse calor desgraçado. Morra, calor, morra morra morra!!!

Discursinho furado

Ó, não rola mesmo sair de casa se eu não quiser que as pessoas me tratem como uma aberração mutante. Uma vizinha, fofíssima (estrangula), fez o favor de gritar do meio da calçada se eu estava com catapora.

Não tô com nada, minha mãe tá na padaria.

Ah te catá, né?

 
Amanhã tem a formatura da faculdade do meu pai e eu não vou nem amarrada. Até tinha pensado na possibilidade de colocar o narizinho inchadinho de baratinha menstruada pra fora, mas certeza absoluta de que a última coisa que eu quero é a que mais vai acontecer: bando de gente suada (pq tá um calor do cão aqui) vindo me cumprimentar, perguntando o que eu tenho e insistindo no contato físico porque “ah, eu já peguei isso quando era criança mesmo”. Pegou, problema seu, mas eu não tô afim de trazer sujeira pra dentro das minhas feridinhas! Dá um tempo!

Eu sei ser bem higiênica quando eu quero. Na verdade, higiênica não é o termo, é mais algo do tipo obcessiva, do tipo que não manipula alimentos porque uma bola de pus reside na panturrilha. Nhé, é que tem a panturrilha mas tem umas na mão também. E tem a do dedinho. Céus, sumiram as pilhas da minha cam pq eu juro que acordei decidida a fotografar e divulgar a foto junto com a nota “essa e mais 1500 bolinhas de pus você só encontra aqui, no Kika Discovery Channel”. Trash até a alma.

É, bebé, tava bem legal enquanto a vida era zoação pela internet, alucinações febris e coisas amenas do tipo. O mundo real é que não vai ter graça nenhuma. E céus, como eu preciso sair de dentro dessa casa!

(a vizinha da loja - criatura da qual ficarei eternamente livre glória glória - disse que teve catapora com 24 anos e que a dela fedia… eu não sei quando a ela, mas eu sou limpinha e cheiro a pêssego - a ponto de nunca mais chegar perto de um sabonete da avon na vida… mas ai que pavor… agora eu passo o dia me cheirando feito cachorro esquizofrênico!)

 
Mas quer saber o que eu acho mesmo? E nem foi uma alucinação febril noturna. Pra mim tudo isso foi culpa da chuva de meteoros. O que vocês vêem na tv é uma versão de 45 minutos pra cada poder especial ser descoberto, explicado e, se não for bem administrado - esmagado feito uma caquinha. Eu digo que leva tempo. E eu me pergunto que poder especial eu terei a partir da cura. Bom, essa noite eu sonhei que eu era a garota desenho digital e que minha arma secreta era a projeção da paleta do Photoshop - justo Photoshop, num comportamento bem “tenho poderes e não sei usar”. Bão, se a gente for pensar freudianamente… é mais ou menos isso não é?

Ai, chega de filosofar…

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