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Maybe Baby, Quando em Roma


Filminho que eu tinha começado assistir antes do meu PC pifar: Maybe Baby.

Depois que eu terminei Blackadder eu joguei Hugh Laurie no mininova e baixei tudo o que eu ainda não tinha visto. Só que eu não achei legenda pra esse aí (e o outro filme que eu baixei só tem legenda em inglês) e tô meio boiando na história. Só sei que o Hugh Laurie é casado com a vaca do Nip/Tuck, não gosto dela. Eles estão tentando engravidar e não conseguem. Aí aparece um bonitão no trabalho dela. E o Hugh tem a idéia de escrever um roteiro sobre a tentativa de emprenhamento, escondido da mulher. E dá merda. O que é legal porque as falas das pessoas bravas são mais fáceis de entender.

Hugh tá gracinha nesse filme, mesmo. Uma vibe meio Obi-Wan Laurie depois do jejum no final.

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Eu tbem terminei de ler mais um e-book no celular semana passada: Quando em Roma… da Gemma Townley.

Protagonista burra. Tudo bem que se namorado meu fala “não faz tal coisa porque eu tô mandando” vai dar merda (comigo daria), mas quem é que cai na lábia do ex charmosão-que-não-presta duas vezes? Sei não, a história é até legalzinha, mas a burrice da Georgie me irritou um pouco. Outro livro que eu penso “tá, que bom que eu não gastei 30 dinheiros com isso porque não vale”.

Fronteiras do Universo

Um post que vem sendo adiado desde domingo…

Depois de todo aquele escândalo a respeito da capa de A Bússola de Ouro, finalmente terminei de ler a trilogia do Philip Pullman.

Bom, como é que eu vou colocar essa questão? Digamos assim que, depois do terceiro livro, eu meio que fiquei seriamente em dúvida se vale a pena gastar mais de 70 dinheiros na coleção.

O primeiro volume é ótimo, maravilhoso, de tirar o fôlego. Apesar de ser a história de uma criança, tem todo um tom de aventura fantástica que me prendeu. Eu não via a hora de terminar pra começar o segundo.

Quando eu cheguei no A Faca Sutil, comecei a achar a história um pouco forte. Não pra mim, óbvio, mas eu achei que pra um livro definido como “literatura infanto-juvenil”, aquela coisa toda de morte era meio pesada. Pode até ser que o livro não seja pra essa faixa etária, mas o filme vai ser. Mas até aqui, eu tava gostando.

E pra mim isso já é meio que o contrário de Harry Potter, que demorou anos pra ser escrito, e o personagem foi crescendo mais ou menos no mesmo ritmo. Uma criança que leu o primeiro livro quando ele foi lançado já estava crescida qdo começou a morrer gente - já uma criança que tá descobrindo Harry Potter agora e fosse ler tudo de uma vez teria sérios problemas quando chegasse no quinto volume. *Eu* quase morri de horror quando cheguei no sexto livro!

Quando eu cheguei no A Luneta Âmbar, fiquei bege e finalmente entendi porque a igreja católica odeia o Philip Pullman. Ele, que é “ateu fervoroso” até onde eu sei, desce a lenha mesmo.

Eu não faço segredo pra ninguém que já fui evangélica praticante há alguns anos. Adoro literatura cristã, tô louca pra terminar de ler a série Deixados Para Trás (não no celular, em papel, pra ter na prateleira, mas o preço absurdo de cada volume que nunca entra em promoção não deixa), mas por vários motivos que não interessam eu abandonei a religião. Mesmo assim eu achei aquilo tudo tão desnecessário… não a história em si, mas o modo como ela é conduzida. E isso me tirou um pouco a vontade de ter a coleção na prateleira (isso e a velha história da capa do primeiro volume, ainda), simplesmente porque não é o tipo de história que eu gostaria de reler daqui, sei lá, 3 ou 4 anos, só pela maneira como o terceiro livro trata a questão da religião.

Já que eu não vou conseguir a capa antiga*, pelo menos dessa procura eu desisti. Pode até ser que eu aproveite alguma promoção no Submarino pra comprar tudo junto com desconto (juro que o fato dos livros estar em promoção *hoje* é uma baita coincidência, porque eu nem tinha encontrado os três na lista de 500 livros em promoção quando eu olhei - devo ter olhado a lista com o rabo pra não ver, mas tudo bem). Ou talvez eu não compre e me arrependa por isso quando o segundo filme sair. Ou não. Não sei.

Na real, eu acho que eu tirei férias de mim mesma e sou outra pessoa no comando, porque nionde que uma Kika com saldo positivo no banco fica pensando se compra ou não alguma coisa?

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* É preciso dizer que a Livraria Cultura tem um atendimento muito simpático - não apenas me responderam que não tinham mais a capa antiga em estoque nas lojas físicas, como entraram em contato com a editora pra ver se era possível consegui-la. A Editora Objetiva também me respondeu de uma maneira muito simpática, embora não tenha sido a resposta que eu esperava, porque não vão mais editar a capa anterior. O atendimento por chat do Submarino deve ser feito por macacos treinados pra abertar botão, não é possível. E a Fnac pelo jeito está muito acima desse tipo de questão pra se dar ao trabalho de me responder.

O Noivo da Minha Melhor Amiga


O Noivo da Minha Melhor Amiga, conta a história de Rachel, uma jovem advogada de Manhattan. A moça sempre foi reconhecida por si mesma e seus amigos mais próximos como “a certinha” e “a boa moça”, mas tudo isso muda subitamente em seu aniversário de 30 anos, durante a festa oferecida por sua melhor amiga, Darcy. Meio deprimida por chegar aos 30, sem o marido e os filhos que imaginava ter a essas altura da vida, Rachel bebe demais e termina a noite na cama com Dex, seu grande amigo de faculdade e noivo de Darcy. E agora, após uma noite com o noivo da melhor amiga, Rachel acorda determinada a esquecer para sempre o fatídico encontro, mas acaba descobrindo que sempre amou Dex. E, apesar da amizade a Darcy, começa a perceber que ela não é exatamente o que se espera de uma melhor amiga.

Pára que não é nada disso. Quem lê a resenha “oficial” de O Noivo da Minha Melhor Amiga acha que a Darcy é uma amiga normal e, putz, que situação a da Rachel. Mas da primeira página já dá pra perceber que não importa o que aconteça de ruim com a Darcy, ela simplesmente merece.

Sabe aquela pessoa que quer ser a estrela onde quer que esteja, que sempre precisa ser melhor do que os outros, e que mantém certas amizades só pra ter um parâmetro e se sentir superior? A Darcy é assim. Uma coisa meio “andar com os feios pra ficar mais bonito”, só que em tudo o que ela faz.

Eu, como não suporto gente assim nem na ficção, fiquei um pouco irritada. A história é boa - apesar da Rachel ser advogada, e por causa disso às vezes ela passa páginas discorrendo sobre o mesmo assunto. No meio do livro isso passa (até por ser parte da profissão dela, faz todo um sentido que ela fique um bom tempo remoendo o mesmo assunto, articulando e tal), mas quando chega no final do livro e você tá louca pra saber logo o que acontece porque é 1 da manhã e você precisa acordar cedo pra trabalhar no dia seguinte… bom, aí é o caso de pular alguns parágrafos da Rachel xD

De novo, li pelo celular. Tô começando a achar que daqui pra frente chick-lit na prateleira só das minhas autoras preferidas viu?

A Cor da Magia

Eu simplesmente *amo* a Sky One!

Depois da adaptação de Hogfather em 2006, agora foi a vez de A Cor da Magia virar filme. Na verdade, esse filme também engloba o segundo volume do Discworld, A Luz Fantástica.

Além de muito bem filmado, o bagulhinho ainda é em HD, e o arquivo que eu peguei pra download é em alta resolução. E só assim mesmo pra reparar em cada detalhezinho da tela. Eu tô pensando seriamente em enfiar isso numa mídia (são mais de 4GB em 3h de filme, a qualidade é boa mesmo), mas se Hogfather foi lançado em DVD, eu posso esperar mais um pouco pra guardar isso original na prateleira, como deve ser. Quem sabe até lá o blu-ray já é viável pra nós meros mortais da classe média, né?

Eu fiquei apaixonada pela octarina, era exatamente da cor que eu imaginava - especialmente porque a octarina é exatamente isso, uma cor imaginária. Eu só achei que demorou demais pro bibliotecário virar orangotango (e isso meio que não é spoiler). E também achei fantástico o próprio Terry aparecer no filme (só é meio creepy pra mim o fato dele ser a cara do meu antigo chefe). Claro, por mais corretinho que sejam as adaptações pra tevê, nada nesse mundo vai substituir os livros da série. Eu sou completamente fã de sarcasmo sutil!

Só tô perdendo um pouco a paciência aqui com o site oficial, que é bonitinho e coisa e tal, mas é moito pesado. Mas é bem feitinho. O tipo de coisa que faz sentido ser uma carroça em Flash porque se você tá nele é porque tá interessado no conteúdo, não importa quando tempo leve pra carregar.

Ah claro, o mais importante: este é o link de onde eu tirei o torrent e as legendas.

* * *

PS: É isso mesmo, Quando As Bruxas Viajam por 20 reais no Submarino? Ou é um erro de sistema ou uma daquelas promoções que duram meia hora. Eu tô esperando pra comprar os livros que me faltam da série na Bienal (imaginando que novamente tenha um stand da Conrad lá), mas se o meu cartão do Submarino chegar e o livro ainda estiver esse preço eu me jogo loucamente nele.

PPS: Olhem bem pra imagem que abre o post. Agora visualizem a capa brasileira do DVD: um subtítulo idiota, o nome do filme escrito em Comic Sans vermelho com algum efeitinho tosco e a roupa do Rincewind fotoxopada pra ficar vermelha também. Aposto.

Missão Impossível de Natal mon cou

O post anterior ficou meio contraditório.

Eu *realmente* acho que as capas de chick-lit são mais bem feitas aqui no Brasil, e já falei isso antes.

Mas eu também acho que as pessoas que fazem resenhas de livros e filmes, e algumas pessoas que fazem capas disso tudo, deveriam dar uma olhadinha na história antes de fazer merda.

Isso também vale pros tradutores de títulos.

Foi o que aconteceu com Hogfather, a adaptação pra tv da Sky One do livro do Terry Pratchett. Quem diria que isso sairia em DVD no Brasil né? Ah que alegria. Aí você olha a capa, e é essa merda aí do lado, feita por algum micreiro imbecil.

Se você é o designer responsável por essa atrocidade, por favor, entre em contato comigo pra eu te dar uma surra de gato morto pessoalmente.

Que porra de letra vermelha é essa? Aliás, que porra de tipografia feliz é essa? Isso tá digno de ir parar no Pérolas do Dizáine, eu só não faço isso porque acho que o público de lá não tem a mínima idéia do que é um Hogfather - assim como o cidadão que cometeu essa capa. O espírito da história não tem nada de vermelhinho-com-fontes-gordinhas-com-efeito-vagabundo-de-neve-em-cima.

Nem precisaria assistir o filme nem ler o livro pra sacar isso, bastava prestar atenção na imagem de divulgação que foi usada na capa. Eu concordo que o Morte vestido de Papai Noel seria um pouco forçado demais pra colocar numa prateleira e ser consumido pela classe média, mas oi? Efeito de neve é pra fuder demais nessa vida.

Eu só queria saber pra quem eu preciso dar pra conseguir um emprego desses. Porque só na base do teste do sofá mesmo, porque talento pelo jeito é completamente opcional.

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