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Scusa Ma Ti Chiamo Amore


Aí que então eu preciso começar assistir uns filmes em italiano pra treinar o idioma né?

Scusa Ma Ti Chiamo Amore é bem bonitinho. Um publicitário toma um pé na bunda. Um dia ele se envolve num acidente de trânsito com uma menina de 17 anos e rola uma convivência forçada. Sendo um filme com o pé na comédia romântica já dá pra calcular o que acontece. A trilha sonora é fofa, tem umas músicas do Zero Assoluto.

Começa com todo mundo falando rápido demais, eu quase não acompanhei nem a legenda, quanto mais o áudio. Mas o mais difícil não é entender, é achar pra baixar esse tipo de filme, europeu-não-sonífero. Tipo Jardins En Automne que eu tentei assistir essa semana e não consegui passar dos 15 minutos (nesse tempo todo o mais emocionante foi a compra de uma estátua, quer dizer).

Update: Olha que legal, existe um livro chamado Desculpa Se Te Chamo de Amor do Federico Moccia.

Update 2: Algumas pessoas estão chegando neste post procurando pelo download do livro. Como ele acabou de ser lançado no Brasil eu ainda não encontrei uma versão digitalizada, mas quando eu encontrar converto pra celular e faço um post aqui avisando. Tô curiosa pra ler. O outro livro do Federico Moccia publicado no Brasil, Três Metros Acima do Céu, está na minha fila de coisas pra ler no celular (download da versão pra celular aqui).

Update 3: Pra quem tá procurando a trilha sonora para download, o álbum oficial não está disponível em lugar nenhum até agora. Existe um torrent com algumas músicas do filme, foi só o que eu achei sobre isso.

Pirraça

O sms2blog comeu meus dois twitts enviados durante a aula de italiano e acabou com a graça do momento, então só sobrou fazer mimimi disso no blog mesmo.

Aliás, eu acho que poderia ocasionalmente twittar menos e blogar mais. Especialmente quando eu bebo.

Porque veja bem, eu tive toda a habilidade de twittar sorrateiramente durante a aula, correndo o risco de tomar coió da professoressa, simplesmente não é justo que isso tenha se perdido no limbo dos SMS.

Enfim.

Aí um certo cantor italiano famoso vai vir pro Brasil e fará um show de graça em São Paulo no feriado. Um certo cantor italiano que por conta do Google não será citado aqui, mas não faz diferença. O problema é que a mulherada do italiano surtou e só fala nisso (o que é perfeitamente normal, diga-se de passagem).

Eu? Não vou no show nem amarrada, agradeço o convite mas dispenso.

O detalhe é que eu não suporto ouvir a voz desse cantor italiano famoso, que me dá nojinho. Muito nojinho. E hoje a classe foi submetida ao DVD do cidadão. Um aquecimento para o show.

Nada contra a celebridade (inclusive algumas letras são muito bonitas), *eu* é que tenho birrinhas antigas que ainda não passaram. Qualquer um teria birrinha, se tivesse visto a dublagem tosca de Con Te Partirò que eu fui obrigada a presenciar, estrelada pelo gêmeo malvado (oi, piada interna?)

Graças à Santa Edith Piaf, quando o DVD chegou nessa faixa a gente foi liberado. Achei adequado. Quase poético. Porque né, partirò. Fui a primeira a sair, a música mal começou e eu já tava lá na rua.

* * *

Aí eu andei pensando esses dias. Não é que eu não goste do italiano, eu gosto (principalmente da parte de ofender pessoas, coisa que eu nunca aprendi no francês). Eu só não gosto tanto quanto eu adoro o francês. E não gosto de música italiana, eu acho, porque meio que me incomoda. Foi um alívio tão grande colocar Edith Piaf pra tocar no MP3 quando eu saí da sala que não dá pra explicar. Eu não vou largar o curso nem nada, eu sei que dois anos passam voando. Só que o italiano não é pra mim. O que não é nada legal de se descobrir, considerando que eu preciso acordar cedo pra ir pra aula. Mas de uma certa forma, eu fico feliz em ter me encontrado no francês. Vamos combinar: Muito. Mais. Chique.

Italiano

Voltando do limbo das pessoas tão pra baixo que não querem saber de compartilhar porra nenhuma com absolutamente ninguém, nem do blog, muito menos no twitter…

Hoje eu comecei o curso de italiano. Foi meio em cima da hora, me ligaram ontem dizendo que se eu não fosse hoje não precisava aparecer nunca mais [/drama] e por isso eu perdi a primeira e preciosa metade do dia. Depois disso eu fui cumprir minhas obrigações para com a justiça brasileira, mas isso é interno demais pro blog, e lá se foi a outra metade. Porque trabalhar, ganhar dinheiro e pagar as contas é para os fracos.

De qualquer jeito as duas coisas valeram a pena, por motivos diferentes. Ganhar uma piscadinha meiga da Irmã Yoda não tem preço, gente!

Mas não era disso que eu tava falando. O italiano.

A professeur já tinha me dito que a professoressa desse horário era (palavras dela) “extrovertida e uma ótima professora, mas um pouquinho desbocada”. Gente, não é pra isso que estamos nesta vida? Pelo menos *eu* estou nessa vida pra aprender a ofender pessoas em quantos idiomas eu conseguir assimilar. Vamos combinar, amo muito minha professeur, mas o máximo de palavrão que ela ensina pra gente é peido, mesmo nas aulas particulares. E outra: praticamente todo jundiaiense é descendente de italianos, então todo mundo já ouviu a nonna soltando um cazzo de vez em quando. Bom, a minha vó pelo menos faz isso, e diz que a mãe dela era ainda pior, então dá pra ver que a genética explica minha finesse.

Eu só senti todo um preconceito da professoressa em relação ao francês. Ela faz mais ou menos a mesma cara de nojo que eu faço pro espanhol, sabe qual? Pelamor, muito auto-controle pra não soltar um “oui!” na aula dela daqui pra frente, ou ela vai me pegar pra cristo. Mas que minha cabeça vai dar *o* nó, isso eu não tenho dúvidas. Se inglês e francês que são diferentes eu já misturo! Tipo quando eu li “formaggio” na apostila e pensei em “fromage” ao invés de “queijo”. Fora que invariavelmente eu vou errar a posição do R nos dois idiomas daqui pra frente. Mas enquanto essas ligações ficarem só dentro da minha cabeça pra dar sentido numa frase tá ótimo.

Uma hora e meia de aula não é parâmetro, mas eu achei a pronúncia do italiano bem mais fácil do que a do francês. Só que música francesa, pra mim, ainda dá de 10×0 em música italiana. Nem Imbranato do Tiziano Ferro, que é tipo uma música italiana que eu amo, eu não acho tão agradável quanto várias músicas francesas que eu conheço.

Então agora assim, Kika sendo arrogante em quatro idiomas diferentes.

Mas a melhor parte é que, até agora, não tem nenhum conhecido na minha turma. Mas vamos falar baixo, pra não rolar o tradicional chama-que-aparece.

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