Posts na categoria ‘francês’

Prazeres Amelie Poulain

Sabe quando você gosta muito muito muito de uma música, a ponto de escutar no repeat e nem assim enjoar?

Descobre ela na língua que você está aprendendo pra ver que delícia…

 

tem coisa melhor: un dix dans le teste xD

«Vos photos»

Pessoa contra a inclusão digital que sou, acho bem sacal esse auê todo só porque algum site famoso lança sua versão em várias línguas.

Não só porque eu acho que as pessoas precisam do mínimo de educação e cérebro pra operar a Internet… bom, basicamente é por isso sim.

Mas não dá pra negar que a tradução desses sites são uma oportunidade *luxo* de praticar a terceira língua. Afinal quando nesse mundinho cão eu iria imaginar slideshowm em francês é diaporama?

Tô falando que eu preciso de um dicionário de informática…

Pleonasmo borbulhante

Um dos meus ex-colegas de faculdade é todo pró-corrente de e-mail. Mas é seletivo: só passa pra gente corrente velha que tenha a ver com a nossa área.

Por exemplo, a corrente do preço do cartucho de tinta. Aquela, que só funciona pra pastel que compra cartucho original. O título da corrente é “Mais caro que champanhe francês”.

Oh, mon dieu.

Se é champanhe, é francês. Aliás, francesa, palavra feminina. Champagne é uma região da França, e *só* as bebidas que vêm de lá levam esse nome.

Quer dizer que a Sidra Cereser da nossa ceia de Natal é exatamente isso, uma sidra jundiaiense. E não há nada de errado em ser um refrigerante alcoólico de baixo custo, ok? Champagne de verdade é um vinho ruim (mas gente rica acha graça se fazer de poser, igual caviar, coisa nojenta da poha), enquanto Sidra Cereser é bom e docinho.

É a velha questão de se aprender francês pela finesse né?.

* * *

Isso me lembra que, anteontem, eu tive um sonho daqueles bem realistas. Era o dia da minha colação de grau, que aconteceria assim, ocasionalmente alguns anos depois do fim da faculdade, como se isso fosse normal. Eu me troquei, coloquei aquela roupa patética de formatura por cima da minha, e passei o dia assim, pronta.

Aquela vontaaaade de ir né? Aí eu pensei, pensei, e resolvi que, pra ver aquele bando de bunda choca, eu preferia ficar em casa vendo a novela das sete. Afinal, era o penúltimo capítulo, e o penúltimo capítulo de Pé na Jaca era muito mais importante que qualquer coisa relacionada à faculdade.

Acordada e consciente, funciona exatamente da mesma maneira.

* * *

Aliás, como noveleira assumida das 19h, vou sentir falta da novela. Mas acho que quem vai sentir mais falta é o Petit. Ele acostumou a vir no colo todo dia quando a novela começa, e toda vez que a musiquinha da abertura tocava, ele ficava olhaaaando… não porque era uma animação fofa com bichinhos, quem babava por isso era eu, mas acho que por causa do barulho e do movimento… e quando estava na gaiola e ouvia a música, começava a gritar pra sair…

Acho que só eu mesmo pra criar uma calopsita noveleira.

Mas qualquer história com referências pop me cativa. Especialmente se são referências que pouca gente entende. Ou se a história se passa em Paris e tem gente falando francês errado, nespá?

Sei lá, gosto.

On parle

Sabe a música do comercial da Seda, que é praticamente um hino da mulher suicida mas com o cabelo bom?

Então, eu achei sem querer a versão em francês dele, da Sylvie Vartan, qdo encontrei o álbum dela por aí e baixei só pq era em francês.

E putz, mó bonitinho, meio anos 50 e talz.

Aí eu penso que, se era pra ter uma música nada, nada, nada a ver no comercial, pelo menos fosse em francês - mais glam e menos gente entendendo a letra e pensando “putz”.

Bye bye love
Adieu je m’en vais
Il faut se quitter
Ça devait arriver

Bye bye love
Adieu mon amour
C’est un triste jour
Je m’en vais le coeur lourd

O paraíso tem três andares

A Livraria Cultura inaugurou uma loja na Paulista que é simplesmente maior do que dois dos três shoppings de Jundiaí.

É assim… de cair o queixo, literalmente.

Claro, todas as grandes lojas têm três problemas horrorosos: (1) não tem preço visível (2) o preço é impraticável, visível ou não e (3) todo mundo põe a mão em todos os livros, nojinho.

Mesmo assim, tem livros lá que você nunca imaginou que existiam. Por exemplo, o Kama Sutra em francês (ok, eu sei que o Kama Sutra foi publicado em todas as línguas, eu só não achei que eu fosse achar um desses aqui no Brasil).

Que aliás, eu consegui ler uma frase inteirinha do livro! Fiquei tão feliz, cara… o dia mais feliz da minha vida: o dia em que eu consegui pegar um livro em francês e ler uma frase inteira longe da professora.

Não importa que a frase era um estímulo a pegar a mulher do próximo.

A minha única frustração foi não ter encontrado um dicionário de termos de informática em francês. Dictionnaire d’Informatique. De inglês eu já vi aqui em Jundiaí, mas não é como se ordinateur fosse tão óbvio quanto computer.

update: na Saraiva tem (nada como saber o nome certo da bagaça pra procurar), da próxima vez que eu for pra civilização vou procurar uma loja física e ver se eu encontro.

Até dicionário de francês-árabe tinha. Francês-Árabe! Fora aquele troup petit, que eu arrependi de não ter comprado pra usar como chaveirinho e fazer inveja nos meus colegas de idioma. Porque como a professeur diz, a gente não quer aprender francês pra falar o idioma, e sim pra ter finesse.

Sério, minha professora diz esse tipo de coisa. Eu tô louca pra conhecer o filho dela (alto, branquelo, moreno? sim!), porque ela é a sogra que eu pedi aos céus…

foco, Kika! foco!

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