Posts na categoria «francês»

Amar… Não Tem Preço


Outro dia eu vi no Submarino o DVD de Amar… Não Tem Preço e descobri que é um filminho francês meio passado, com o título original de Hors de Prix. Como era com a Audrey Tautou, me joguei.

Ela faz o papel de uma biscatinha golpista que um dia conhece um garçom mas acha que ele é um ricasso e começa a dar em cima dele. Quando ela descobre que o cara é pobretão, começa a sugar todo o dinheiro dele pra ver até onde ele aguenta, mas ele está apaixonadinho e se deixa levar. Então ela vê que não tem jeito mesmo, e ensina o garçom a ser gigolô.

É meio conceito francês de comédia romântica, tanto que eu devo ter demorado quase uma semana pra terminar de assistir. As roupas são todas de marca mas não consigo achar graça naqueles vestidos chiquérrimos com o decote até o umbigo salientando a absoluta falta de peito da Tautou.

Mas também nunca espero muito de filme francês né? Não me fazendo dormir já é lucro.

Un Baiser S'Il Vous Plaît


Ainda deu tempo de ver mais um filme antes de sair pro já tradicional e tedioso reveillon da família: Um Baiser S’Il Vous Plaît.

Vê, isso é comédia romântica (embora tenha peitos e bundas, é dentro do contexto). Claro, sendo um filme francês é de se esperar que os protagonistas passem coisa de 10 minutos falando e teorizando sobre uma trepada. Mesmo assim.

A história é assim (com spoilers!): tem esse casal de amigos, muito amigos mesmo. Ele é viciado em sexo, mas rola todo um eufemismo pra descrever a situação. Do gênero chamar prostituta de “um tipo de enfermeira pra esse seu problema”. E não, nenhuma prostituta apareceu vestida de enfermeira. Então eles resolvem resolver a situação entre eles. E aí dá caca, porque ele tem namorada e ela é casada. Mas é uma caca fofa e muito divertida.

Segundo filme que eu vejo com essa moral da história ultimamente.

Uma pena que não tenha saido em DVD no Brasil.

Cineminha francês FAIL

Ih, hoje o dia não tá muito bom pra filminhos franceses.

Fui assistir L’Invité, que se propõe a ser uma comédia – nos parâmetros franceses. Achei bem estilo Le Dîner de Cons, ou seja, chato.

Aí fui tentar um romancinho, Un Couple Épatant. Aguentei por meia hora, não me prendeu. E ainda é parte de uma trilogia (parece que ele mistura histórias e cenas com Cavale e Après La Vie, nunca ouvi falar de nenhum), o que me desinteressou mais ainda, porque se eu precisar assistir três filmes chatos pra fazer sentido eu vou dormir.

Coitados dos legenders, dá até peso na consciência meter o pau nos filmes desse jeito, porque se não fosse por eles nionde que eu ia assistir filminho francês? Bom, talvez no Moviecom Arte sábado às 11h da manhã. Que aliás sábado agora vai passar Quand J’Étais Chanteur, ou seja, eu teria que pagar pra ver um filme que eu detestaria de qualquer maneira.

Hoje eu tava precisando mesmo de uma comédia romântica bem cretina óbvia, mas não tem nada no HD e eu não queria nenhuma reprise da minha prateleira de DVDs.

Parlez-vous?

O Daniel, do Chéri a Paris, publicou um pequeno dicionário das minhas expressões preferidas em francês: o desaforo.

Republicando aqui a parte que mais me interessa: o que eu vou sair por aí repetindo.

Palavras e expressões fundamentais para se fazer entender em Paris, e exemplos de utilizações práticas.

Embêter (Encher o saco) – Muito usado no dia-a-dia, por todo mundo: de jovens mães a cunhados, de sanitaristas a datilógrafos. É mais polido, e serve para demonstrar uma ligeira irritação.

. Monsieur, ça vous dérange de me dire pourquoi vous m’embêtez comme ça?
(O senhor se incomoda em me dizer por que me enche o saco dessa maneira?)

Emmerder (Encher muito o saco) – Também bastante utilizado, mas por um público mais restrito. Crianças, senhoras de mais de 70 anos e padres franciscanos não a usam, devido à raiz da palavra, “merde”.

. Il m’a emmerdé toute la nuit avec ses bêtises de Julio Iglesias
(Ele me encheu muito o saco a noite inteira com suas bobagens de Julio Iglesias)

Faire chier (Encher o saco de verdade) – Apesar do sentido escatológico e não-publicável*, é a expressão campeã nacional na França. E a preferida de adolescentes rebeldes, roqueiros rebeldes e visitantes da EuroDisney, rebeldes ou não.

. Elle veut faire la queue deux heures pour voir ce con de Mickey? Ça me fait chier.
(Ela quer fazer a fila de duas horas pra ver o idiota do Mickey? Isso me enche o saco de verdade.)

* Nota da blogueira: chier é cagar. Preparem-se para o fim do “pera, vou cagar” no MSN, crianças xD

Filmeenhos

No sábado eu tentei assistir Vida de Solteiro, achei clichê e entediante.

Aí eu passei pra Paris. As pessoas ainda não cansaram de fazer filmes sobre Paris? Eu já cansei! E sabe o critério pra assistir um filme francês? Esse aí não passou: já começa com um cara que precisa de transplante. Desisti.


Então eu comecei assistir Enfin Veuve, e só terminei ontem. O cartaz faz alguma relação com Je Vous Trouve Très Beau, que eu achei mais interessante, mas eu não manjo dessas funções de diretor/escritor/produtor, só manjo de assistir o filme, sabe como?

Enfim, eu achei um pouco chatinho. Uma mulher linda e cheia de vida é casada com um cara insuportável e tem um amante. Aí ela fica viúva, mas quando ela está enfim viúva meio que nada acontece.

A melhor parte do filme, sem dúvida nenhuma, é o tema: Et si tu n’existais pas, do Joe Dassin. Eu twittei sobre ele ontem, e passei o resto da noite cantarolando – errado – o comecinho da música. Agora tô baixando um le meilleur de do cara, porque é exatamente o estilo de música francesa mais antiguinha que eu amo. Música com letras profundas, românticas e escancaradas. Adouro.

Página 2 de 1212345678910...»