Posts na categoria «francês»

As Bicicletas de Belleville (Les Triplettes de Belleville)

As Bicicletas de Belleville (Les Triplettes de Belleville)

Aí eu tava com o DVD de As Bicicletas de Belleville (Les Triplettes de Belleville, 2003) aqui em casa dando bobeira e resolvi assistir.

Como animação é muito bem feita – a cena de abertura estilo Mickey-nos-anos-20 é adorável – mas o estilo de traço não é dos meus preferidos. Pode até ficar muito bom nos cenários e nas paisagens, mas essas pessoas distorcidas e caricatas com o nariz maior que a cabeça nunca me agradaram.

Na história, a vovó Souza mora com o neto Champion que é um garoto gordinho e triste. Nada anima o moleque, nem um cachorrinho. Um dia ela descobre que ele tem uma paixão secreta por bicicletas, e compra uma pra ele. Então ele cresce e treina pra competir no Tour de France, mas é sequestrado pela Máfia Italiana para ser escravo num esquema de apostas. Então vovó Souza vai atrás dele em Belleville, com a ajuda das trigêmeas cantoras.

Não tem como ser menos Disney mas foi um passatempo simpático pro feriado.

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C’est Moi, o single novo da Marie-Mai

Pra não dizer que o blog se resume a esmaltes…

Eu gosto pra caramba de algumas músicas da Marie Mai, tipo Inoxydable e En Hiver (nenhuma tem video oficial), mas não consigo tirar do repeat o single novo dela, C’est Moi.

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As Invasões Bárbaras (Les Invasions Barbares)

As Invasões Bárbaras (Les Invasions Barbares)

Ontem eu já estava caindo de sono quando vi que tinha acabado de começar na Cultura um filme em francês, As Invasões Bárbaras (Les Invasions Barbares). Ao contrário do que parece não é um filme histórico nem sobre guerras, é a história de um velho professor que está na fase terminal do câncer e reúne família e amigos nos seus últimos dias.

Eu ando evitando esse tipo de história por razões que não vêm ao caso, mas também não foi nada que me tocasse o coração etc. Acho que minha mãe tá certa quando diz que eu sou muito fria. Enfim, fiquei até 1h30 da manhã acordada e toda torta na cama mas acho que valeu a pena. Apesar de ter ganho o Oscar de melhor filme estrangeiro não é nada do tipo “nossa que filme lindo tocou meu coração mudou a minha vida”, mas na pior das hipóteses eu passei um bom tempo ouvindo pessoas falarem francês de sotaque canadense.

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Le Petit Prince

Le

“Tu deviens responsable pour toujours de ce que tu as apprivoisé.”

Eu nunca tinha lindo O Pequeno Príncipe. Eu só lembrava do desenho que passava na tevê quando eu era pequena, do menino que vivia num planetinha e tinha aquela rosa chata como animal de estimação.

Contrariando minha professeur, que avisou que o livro é muito difícil, eu comprei o pocket em francês e terminei de ler ontem. Claro que eu entendi muito pouco, por isso hoje eu reli com a tradução na tela do computador.

É uma história linda, mas muito triste. Essa carinha de livro infantil engana bem. O capítulo da raposa deve ser a coisa mais bonita que eu já li num livro até hoje.

E tem a versão em quadrinhos, que eu achei fiel, mas bem feia. Não gosto desse tipo de traço, acho agressivo. É uma história delicada demais pra ter um Pequeno Príncipe com cara de maníaco e um piloto com ares de pedófilo. Tipo isso.

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Pirraça

O sms2blog comeu meus dois twitts enviados durante a aula de italiano e acabou com a graça do momento, então só sobrou fazer mimimi disso no blog mesmo.

Aliás, eu acho que poderia ocasionalmente twittar menos e blogar mais. Especialmente quando eu bebo.

Porque veja bem, eu tive toda a habilidade de twittar sorrateiramente durante a aula, correndo o risco de tomar coió da professoressa, simplesmente não é justo que isso tenha se perdido no limbo dos SMS.

Enfim.

Aí um certo cantor italiano famoso vai vir pro Brasil e fará um show de graça em São Paulo no feriado. Um certo cantor italiano que por conta do Google não será citado aqui, mas não faz diferença. O problema é que a mulherada do italiano surtou e só fala nisso (o que é perfeitamente normal, diga-se de passagem).

Eu? Não vou no show nem amarrada, agradeço o convite mas dispenso.

O detalhe é que eu não suporto ouvir a voz desse cantor italiano famoso, que me dá nojinho. Muito nojinho. E hoje a classe foi submetida ao DVD do cidadão. Um aquecimento para o show.

Nada contra a celebridade (inclusive algumas letras são muito bonitas), *eu* é que tenho birrinhas antigas que ainda não passaram. Qualquer um teria birrinha, se tivesse visto a dublagem tosca de Con Te Partirò que eu fui obrigada a presenciar, estrelada pelo gêmeo malvado (oi, piada interna?)

Graças à Santa Edith Piaf, quando o DVD chegou nessa faixa a gente foi liberado. Achei adequado. Quase poético. Porque né, partirò. Fui a primeira a sair, a música mal começou e eu já tava lá na rua.

* * *

Aí eu andei pensando esses dias. Não é que eu não goste do italiano, eu gosto (principalmente da parte de ofender pessoas, coisa que eu nunca aprendi no francês). Eu só não gosto tanto quanto eu adoro o francês. E não gosto de música italiana, eu acho, porque meio que me incomoda. Foi um alívio tão grande colocar Edith Piaf pra tocar no MP3 quando eu saí da sala que não dá pra explicar. Eu não vou largar o curso nem nada, eu sei que dois anos passam voando. Só que o italiano não é pra mim. O que não é nada legal de se descobrir, considerando que eu preciso acordar cedo pra ir pra aula. Mas de uma certa forma, eu fico feliz em ter me encontrado no francês. Vamos combinar: Muito. Mais. Chique.

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