Apesar do visual morra-daltônico-morra do site, a idéia é extremamente agradável. Cara, mas agradável. Me encantei com um porco de capa de chuva com óculos sem cheiro e sem som. Pena que com esse preço dá pra comprar um porco, uma capa de chuva e óculos.
Tá, a coisa é cara, mas pela localização das lojas não é pro bico de pessoas que frequentam a 25 de Março em busca de bichos de pelúcia. E se estiver difícil de encontrar o link pra ver os bichinhos, tente no escondido “iniciar a personalização” no canto direito da barra amarela.
Ok, isso é mais uma note-to-self do que um serviço de utilidade pública (até pq de serviço de utilidade pública eu já tô cheia, só por ter um blog de tricoteira).
Tem esse site onde a gente adota um bichinho cute que fica fazendo manobras mal-programadas-no-flash na tela. Não adotei nenhum pq o pinguim só pode ser jogado na água e eu acho isso cruelmente ridículo. Até pra um pet em flash, veja você.
Talvez qdo eu fizer um layout novo pra este blog eu o enfeite com alguma coisinha inútil, só de mulherzice.
Desconsidere o Alexandre Pires oriental cantando ao fundo. Achei gracinha:
Só não gostei do Google Video. Difícil de chegar no link pra blogar.
E por falar em Asian Idol, o Ídolos vai voltar e com ele toda a diversão da fase de seleção dos candidatos. Mas eu juro que depois da escolha que o *povo* fez eu paro de assistir na primeira triagem.
Eu falo que o povo não sabe escolher direito, e eu nem tô falando de política ó.
Não gosto de blogs sem RSS, agora que eu só leio coisas bloglineáveis. Pelo menos passar 2 meses sem visitar um blog que você gosta é meio como fazer uma maratona de seriados:
Vingança feminina
Ela passou o primeiro dia empacotando todos os seus pertences em caixas, engradados e malas.
No segundo dia, ela chamou os homens da transportadora que levaram a mudança.
No terceiro dia, ela se sentou pela última vez na bela mesa da sala de jantar, luz de velas, pôs uma música suave e se deliciou com uns camarões, um pote de caviar e um garrafa de Chardonnay.
Quando terminou, foi a cada um dos aposentos e colocou alguns pedaços e cascas de camarão, besuntados com caviar, nas cavidades dos varões das cortinas. Depois ela limpou a cozinha e se foi.
Quando o marido retornou com a nova namorada, tudo estava um brinco nos primeiros dias. Depois, pouco a pouco, a casa começou a feder. Eles tentaram de tudo: limpando, lavando e arejando a casa. Todas as aberturas de ventilação foram verificadas a procura de possíveis ratos mortos e os tapetes foram limpos com vapor. Desodorantes de ar e ambiente foram pendurados em todos os lugares. A empresa de combate a insetos foi chamada para colocar gás em todos os encanamentos, durante alguns dias, durante os quais tiverem de sair da casa, e no fim ainda tiveram de pagar para substituir o caríssimo carpete.
Nada funcionou.
As pessoas pararam de visitá-los…
Os funcionários das empresas de consertos se recusavam a trabalhar na casa. A empregada se demitiu. Finalmente, eles não suportavam mais o fedor e decidiram se mudar.
Um mês depois, apesar de terem reduzido o valor da casa em 50%, eles não conseguiram um comprador para a casa fedorenta. A notícia se espalhava e nem mesmo corretores de imóveis locais retornavam as ligações. Finalmente, eles tiveram de fazer um grande empréstimo do banco para comprar uma casa nova. A ex-esposa ligou para o marido e perguntou como andavam as coisas. Ele contou a ela o martírio da casa podre. Ela escutou pacientemente e disse que sentia muitas saudades da casa antiga e que estaria disposta a reduzir a parte que lhe caberia do acordo de separação dos bens em troca da casa…
Sabendo que a ex-mulher não tinha idéia de como estava o fedor, ele concordou com um preço que era cerca de 1/10 do que valeria a casa…
Mas só se ela assinasse os papéis naquele dia mesmo. Ela concordou e em menos de uma hora, os advogados deles entregavam os documentos.
Uma semana depois, o homem e sua namorada assistiam, com um sorriso malicioso, os homens da mudança empacotando tudo para levar para a sua nova casa…