Posts na categoria ‘fofices’

Adoption Centre

Ok, isso é mais uma note-to-self do que um serviço de utilidade pública (até pq de serviço de utilidade pública eu já tô cheia, só por ter um blog de tricoteira).

Tem esse site onde a gente adota um bichinho cute que fica fazendo manobras mal-programadas-no-flash na tela. Não adotei nenhum pq o pinguim só pode ser jogado na água e eu acho isso cruelmente ridículo. Até pra um pet em flash, veja você.

Talvez qdo eu fizer um layout novo pra este blog eu o enfeite com alguma coisinha inútil, só de mulherzice.

Mulherzice.

Choco-sushi

Essa veio do Querido Leitor: sushi de chocolate! Adorei os gatinhos da sorte, com certeza morreria de dó de comer.

Pena que eu não tenha muita sorte com peças de chocolate em formatos alternativos nessa época do ano…

Asian Idol

Desconsidere o Alexandre Pires oriental cantando ao fundo. Achei gracinha:

Só não gostei do Google Video. Difícil de chegar no link pra blogar.

E por falar em Asian Idol, o Ídolos vai voltar e com ele toda a diversão da fase de seleção dos candidatos. Mas eu juro que depois da escolha que o *povo* fez eu paro de assistir na primeira triagem.

Eu falo que o povo não sabe escolher direito, e eu nem tô falando de política ó.

Razões pra gostar de camarão

Não gosto de blogs sem RSS, agora que eu só leio coisas bloglineáveis. Pelo menos passar 2 meses sem visitar um blog que você gosta é meio como fazer uma maratona de seriados:

Vingança feminina

Ela passou o primeiro dia empacotando todos os seus pertences em caixas, engradados e malas.

No segundo dia, ela chamou os homens da transportadora que levaram a mudança.

No terceiro dia, ela se sentou pela última vez na bela mesa da sala de jantar, luz de velas, pôs uma música suave e se deliciou com uns camarões, um pote de caviar e um garrafa de Chardonnay.

Quando terminou, foi a cada um dos aposentos e colocou alguns pedaços e cascas de camarão, besuntados com caviar, nas cavidades dos varões das cortinas. Depois ela limpou a cozinha e se foi.

Quando o marido retornou com a nova namorada, tudo estava um brinco nos primeiros dias. Depois, pouco a pouco, a casa começou a feder. Eles tentaram de tudo: limpando, lavando e arejando a casa. Todas as aberturas de ventilação foram verificadas a procura de possíveis ratos mortos e os tapetes foram limpos com vapor. Desodorantes de ar e ambiente foram pendurados em todos os lugares. A empresa de combate a insetos foi chamada para colocar gás em todos os encanamentos, durante alguns dias, durante os quais tiverem de sair da casa, e no fim ainda tiveram de pagar para substituir o caríssimo carpete.

Nada funcionou.

As pessoas pararam de visitá-los…

Os funcionários das empresas de consertos se recusavam a trabalhar na casa.
A empregada se demitiu. Finalmente, eles não suportavam mais o fedor e decidiram se mudar.

Um mês depois, apesar de terem reduzido o valor da casa em 50%, eles não conseguiram um comprador para a casa fedorenta. A notícia se espalhava e nem mesmo corretores de imóveis locais retornavam as ligações. Finalmente, eles tiveram de fazer um grande empréstimo do banco para comprar uma casa nova.
A ex-esposa ligou para o marido e perguntou como andavam as coisas. Ele contou a ela o martírio da casa podre. Ela escutou pacientemente e disse que sentia muitas saudades da casa antiga e que estaria disposta a reduzir a parte que lhe caberia do acordo de separação dos bens em troca da casa…

Sabendo que a ex-mulher não tinha idéia de como estava o fedor, ele concordou com um preço que era cerca de 1/10 do que valeria a casa…

Mas só se ela assinasse os papéis naquele dia mesmo. Ela concordou e em menos de uma hora, os advogados deles entregavam os documentos.

Uma semana depois, o homem e sua namorada assistiam, com um sorriso malicioso, os homens da mudança empacotando tudo para levar para a sua nova casa…

Incluindo os varões das cortinas…

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