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Kika Maria. Fangirl da Adriana Melo. Vilã preferida da vida inteira: Poison Ivy. Muito prazer.

Aí que a Adriana vai e publica a comission de uma Poison Ivy. Eu, que não termino uma colorização decente há meses, tomei vergonha nesta porra desta cara e tá aí. Um pouco enferrujada, cheia de defeitos (aula de anatomia mandou lembranças) mas eu tô satisfeita só de ter terminado uma colorização começada.
tags: Adriana Melo, Poison Ivy
Eu amo lápis de cor. Adoro, com todas as minhas forças. Juntando isso com o meu gellerismo é natural que eu conserve bem os meus estojos. Ultimamente eu ando exercitando o desapego e desenhando com eles, mas mesmo assim tá tudo conservadinho. Talvez um pouco conservadinho demais.

1. Lápis de cor metálico (12 cores) e neón (7 cores absolutamente anos 80) que devem ter uns 10 anos, mais os meus dois lápis Magic que são mais novos, têm um ano.
2. Lápis de cor comum da Faber-Castell, 36 cores, devem ter aí uns… sei lá, 10 anos? Acredito que seja a caixa que eu ganhei quando entrei no colegial.
3. Lápis de cor aquarelável da Faber-Castell, lata com 24 cores. É mais recente, acho que ganhei quando eu entrei no curso de desenho, ou um pouco antes. Bom, lá se vão vários anos de qualquer jeito. É óbvio que eu não vou usar (vide item 6).
4. Minha lata de lápis de cor importados, 36 cores fofas e totalmente diferentes do que a gente encontra por aí. Se eu disser que eu era criança quando ganhei vocês acreditam? Mas assim, criança mesmo, com certeza menos de 10 anos. E usava viu? Passei uns bons anos andando com ela pra cima e pra baixo. Ah se eu tivesse batido o pé pra entrar num curso de desenho nessa época né? Ah, a tampa dessa lata é linda!
5. A caneca com os restos. Tem lápis aí daqueles estojos de zíper cheios de frescura de quando eu era criança, e esses lápis de cor são, no mínimo, da 8a série. São muito duros, mas eu tô usando pra rascunhar desde a última semana. E mais os lápis grafite (eu tenho uma caixa com 12 de cada numeração, hahaha)
6. Esses são novos, ganhei há uns 2 anos da minha vó. Era a caixa de lápis aquarelável da Faber-Castell com 48 cores. Porque sim eu sou exagerada, já tinha tudo isso aí de cima e precisava da caixa com 48. Usei no curso de desenho e tô usando no sketchbook.
E eu ainda tenho a pachorra de entrar no Submarino e adicionar na wishlist esse conjunto. De boa, deixa eu me soltar um pouco mais no sketch pra ver se eu não compro.
E olha, por enquanto eu só desentoquei do armário os lápis de cor e o estojo de aquarelas em tubinho (25 cores quando o curso de desenho pedia o que, 6? 12?). Ainda tem minhas hidrográficas, meu estojo de pastel seco e de pastel a óleo, e mais umas coisas perdidas no armário. Tudo pra vencer porque eu sou uma idiota que fugiu da aula de desenho tá?
Pra quebrar um pouco as resenhas de filmes, que são a única coisa que eu tenho blogado ultimamente.
Fiz um workshop de colorização digital na Quanta. Acho que mais pra poder dizer “caraca, fiz um curso na Quanta” do que por qualquer outro motivo.
Na primeira aula eu voltei pra casa achando que tinha encontrado a vocação da minha vida e bla bla bla. A segunda me desanimou um pouco, porque não tem jeito, eu preciso aprender a desenhar. Não entendo por que eu sou TÃO travada com desenho. A desculpa da vez é que eu só vou ter tempo de voltar pras aulas quando o italiano terminar. Mio culo, que se eu tivesse vergonha na cara pegava um papel e um lápis e saia desenhando, mas beleza.
Sobre o curso, foi ok. Começa com teoria das cores. Me lembrou um pouco quando eu aprendi a parte teórica de informática com o meu pai, e aí quando eu cheguei no colegial ténico eu já tava cansada de saber aquelas coisas, e depois tudo de novo na faculdade. Aquela sensação de “peraí, eu não aprendi isso tipo no útero materno não?”. Mas tem que começar pela teoria mesmo. E bom, a parte de fazer flat é fácil. Tudo bem que eu uso uma camada pra cada coisa e quem trabalha com isso não pode se dar ao luxo de gastar tanta memória assim, mas me deixa eu com os meus 2GB de RAM tá? Photoshop nunca travou no meio de um flat. Trava pra caramba, mas não por causa do meu excesso de camadas.

Mas olha, eu teria ficado muito mais deslubrada com o assunto se o meu irmão querido S2 já não tivesse me ensinado tanta coisa no último ano. Minha mãe diz que eu sempre fui esse entojo de pessoa, desde a pré-escola. “Ah mãe, que chato fazer risquinho, por que eu preciso fazer risquinho, eu já sei escrever!” Bem por aí. A segunda aula cobriu toda a parte impressa da coisa. Já cheguei com a página dando diferença de cor por causa do meu monitor pro monitor da escola. Uma beleza. É justamente por isso que eu detesto design gráfico mas tudo bem. Gostei da coisa de calçar o lineart, diminuir o preto dos contornos pra fazer efeitinhos ocasionais e talz, mas se eu disser que, duas semanas depois, eu lembro como faz vou estar mentindo. Memória curta do inferno.
Foi válido. E num impulso mega consumista eu ainda comprei o The DC Comics Guide To Coloring And Lettering Comics, que aparentemente era o último exemplar do Submarino porque nem o link funciona mais. Qualquer coisa é desculpa pra comprar livro né? Agora eu quero o Inking e o Pencilling, e quero DESPERADAMENTE o Digitally Drawing (que o Guia de Roteiros e Desenhos eu já tenho também), porque na minha visão distorcida do mundo quando eu acumular uma quantidade teórica suficiente sobre desenho eu vou sair por aí ilustrando lindamente Adriana Melo style.
Enfim, o post era mais pra dizer que eu fiz um curso na Quanta. E que eu montei um daqueles portfolios do deviantART só com as colorizações (porque o deviantART, vocês sabem, está lotaaaado de outros um único desenho a grafite, hahaha). Provisório. Qualquer dia me dá a louca às 11h da noite e eu faço um layout de blog só pra isso.
Completando mais uma tarefa (e porque é divertido passar uma semana olhando pro Zachary Quinto), desenho em grafite do Spock:
Aliás, duas tarefas, porque eu scaneei na minha multifuncional nova.
Eu nunca gostei da Turma da Mônica. Nem pelas histórias, mas pelo traço mesmo. Acho feio.
(gente, feio é esse site que eu linkei aí hein? aliás, feio não, é uma BOSTA! Alô Maurício de Souza, ME CONTRATA, sério mesmo!)
E eu também nunca gostei de mangá. Acho feio.
Mas aí fizeram a Turma da Mônica em mangá, num traço mais ocidentalizado (existe essa palavra?) e eu achei uma graça! As colorizações das capas então, são lindas, adoro o estilo. Portanto, estou acompanhando a Turma da Mônica Jovem.
Aí dou de cara com essa ilustração do Mingau como Maneki Neko. Achei tão fofo, mas tão fofo, que isso até me fez passar por cima da Mônica com orelhas de elfo. Claro, corri pro Photoshop:
Pra variar, muita dúvida na hora de fazer o fundo. Quase coloquei uns patterns, mas acabei deixando liso pra não ficar muito over. Apaguei as sombras originais do lineart e fiz tudo com transparência – um azul sólido bem escuro, quase preto. E tá, esqueci de arrumar um pedacinho, mas começou a chover e agora eu vou desligar o computador, depois eu volto e faço isso. Acho que agora eu não esqueci de nada.
Mesmo assim… eu achei simplesmente adorável!