Posts na categoria «comida»

E se o Photoshop também cozinhasse?

Na mão de quem entende o Photoshop faz milagres, mas seria delicioso se ele também fizesse… cookies!

Tentei postar isso no Moi, Tricoteuse porque é mais adequado e aquele blog anda ainda mais abandonado do que este, mas lá no ovelha-negra.org eu uso o WordPress MU, e deve ter alguma configuração cagada que não aceita código embed de vídeo nos posts de lá. Ao invés de tentar configurar isso direito, tô criando coragem pra desinstalar tudo e fazer uma instalação pra cada blog. Meio cagado, eu sei, mas alguns plugins que eu amo se recusam a funcionar no MU e as versões pra essa instalação são péssimas. Na real, eu tô é com muuuuuito tempo livre e nenhuma vontade de fazer alguma coisa que preste, tipo estudar.

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Cortadores de cookies para designers amantes da Helvetica

A Beverly Hsu é designer e adora assar cookies (oi!). Então ela fez o que? Criou cortadores de biscoitos no formato do alfabeto da Helvetica!

Cortadores de biscoitos no formato do alfabeto Helvetica

Cortadores de biscoitos no formato do alfabeto Helvetica

Infelizmente o Helvetica Cookie Cutters ainda não está a venda, é só um conceito, mas já deu pra imaginar né? Um ano inteiro de aniversário dos queridos só na base dos cookies xD

Acabei de ver no Cultpop.

* * *

Falando em cookies, hoje eu acordei com vontade de comer aqueles sequilhos com chocolate que vende no supermercado. Eu andei comprando um pacotinho por semana, mas perdi um pouco a empolgação quando vi que os biscoitinhos são prontos (e não fabricados na padaria do supermercado) e que já tinham sido embalados há dois meses! Pra que comprar biscoito velho se é só tomar vergonha na cara e fazer em casa que fica igual?

Não tenho muito saco pra fazer rosquinhas, mas na hora do almoço testei metade da minha receita de sequilhos com cacau em pó na massa. Deu certo. Então rolou toda uma variedade de biscoitinhos. E aí na hora da sagrada chuva de todas as tarde, eu fui lá e passei alguns no chocolate ao leite. E como eu sou bitch, tirei uma foto com o Baby Sheldon e coloquei no Twitpic xD

Amor e comida

Cozinhei pro meu pai hoje.

Meu pai e eu somos muito parecidos, e quando a gente convive muito tempo perto a coisa não dá muito certo. Nos anos em que os dois trabalhavam em casa a gente só faltou sair na porrada, mas agora ele trabalha em outra cidade, e embora eu deteste a cidade onde ele trabalha e algumas pessoas que trabalham com ele, a coisa tá bem mais fácil de se levar.

Aí outro dia eu fiz cupcakes de mel e escutei ele perguntando pra minha mãe quando eu iria fazer alguma coisa que ele pudesse comer. Porque ele tem diabete, mas é controladinha, e por isso ele vai lá e come cupcake até de pedra se eu fizer, fora que ele é absolutamente dramático, mas eu fiquei pensando no que ele disse. Encontrei uma receita que usa adoçante culinário e adaptei pra cupakes*.

Odeio cozinhar com adoçante. Adoro açúcar mascavo, farinha de aveia e todas essas coisas hipocritamente naturebas, mas não me pede pra usar adoçante. Se eu fiz minha própria baunilha porque a essência do supermercado é artificial demais, imagine o que eu não penso sobre aquelas gotinhas horrorosas (ai gente, tá bom, adoçante é necessário pras pessoas sentirem um docinho na vida sem morrer, eu sei, ao invés de encher meu saco com isso vão chupar um aspartame e me deixem em paz).

Mas o ponto nem é esse. Tô cozinhando pro meu pai. Embora a gente vá comer, é exclusivamente pro meu pai. Quem me conhece melhor sabe: se o mundo não acabou quando eu tirei essa fornada de cupcakes, não acaba nunca mais xD

É a tal história de eu encontrar amor na comida e tratar a comida com amor. Eu não cozinho pra quem eu não gosto, já vi muita receita minha desansando porque rolava uma má vontadezinha lá no fundo (coisa que, espero eu, tenha definitivamente acabado).

Aí ontem um passarinho me contou uma coisa que, apesar de muito divertida, me fez pensar. Tem gente nesse mundo pra quem eu não pretendo cozinhar. Nunca. Jamais. Aliás, tem gente nesse mundo que não merece sentar na mesma mesa que eu pra fazer uma refeição, quanto mais ser digno de comer um cupcake, um muffim ou um cookie que eu cozinhei. Não que toda comida que saia da minha cozinha seja sagrada, muito pelo contrário, já cozinhei pra evento e foda-se quem come ou quem deixa de comer. Não é isso. Eu simplesmente não vou me dar ao trabalho de passar pelo processo todo, desde escolher a receita e comprar os ingredientes até arrumar numa embalagem com cara de presente, pra alguém que, por alguma razão, não merece o trabalho que eu vou ter.

Prefiro deixar as minha receitas pras pessoas queridas apenas.

 
* Então. Adaptei a receita do bolo diet pra cupcakes diet. Mas são duas coisas novas, a receita do bolo básico e a adaptação pra cupcakes. Deu muito errado, e agora eu não sei qual das duas coisas dá errado: o bolo diet, que eu poderia fazer meia receita cada vez que assasse alguma coisa com açúcar comum pro meu pai não fazer mimimi, ou se é a genial técnica de colocar gelatina e iogurte no bolo, que eu pretendia usar no domingo pra cozinhar pros queridos. Tipo, se você pensar bem, adoçante culinário x gelatina na massa é a receita do desastre. Eu ainda acho que, se é pra consumir carboidrato e meter uma dose de adoçante pra dentro, compensa mais comer um cupcake normal por ano do que uma fornada de qualquer coisa que leve adoçante. Mas enfim.

A famosa receita da baunilha caseira

Desde que eu vi no blog da Cinara a receita do extrato caseiro de baunilha fiquei curiosa, mas a decisão de fazer o meu próprio extrato foi tomada quando eu soube que a baunilha de supermercado é tão artificial que leva até derivado de petróleo na composição! Eca! No final do ano eu ia pro Mercadão procurar as favas, mas rolou um papo de que elas estavam inflacionadas, então esperei mais um pouco.

Ontem eu comprei o que aparentemente eram as últimas duas favas do lugar. Achei um pouco sequinhas, mas paguei “só” R$ 10 em cada (pelo que eu ouvi por aí, no final do ano custavam R$ 30!). O cheiro é único, lembra um pouco o extrato de baunilha artificial mas é mais forte, mais amadeirado.

Já sobre a vodca, não manjo de marcas, por isso fui na que tinha preço médio e era produto jundiaiense [/bairrismo].

Cortei as favas no meio no sentido do comprimento, coloquei num vidro azul (não tinha nada mais escuro disponível) e cobri com a vodca. Agora é muita paciência, já que a baunilha precisa ficar pelo menos dois meses em local escuro, chacoalhando o vidro de vez em quando, até ficar boa pra uso. Daqui algumas semanas se eu lembrar eu tiro umas fotos e coloco aqui.

Eu sei, post pro Moi, Tricoteuse, mas… nhé…

Lembas

Domingo passado nos encontramos na casa do @magonet e fomos pra cozinha pra fazer lembas.

Aí assim né, eu definitivamente não sou uma pessoa Senhor dos Anéis, então não tinha idéia do que era isso, mas qualquer coisa que leve amêndoas e mel não pode ser ruim.

Seguimos a receita que foi publicada aqui, mas com algumas modificações, porque algumas coisas ali me pareciam bem absurdas, coisa de quem nunca entrou numa cozinha a não ser pra assaltar a geladeira.

Quais modificações? Serei cuzona e não vou divulgar agora, rá.

 

 

 

 

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