
Meio patético admitir, mas geralmente Garfield Minus Garfield costuma definir a minha vida. Essa de hoje em especial foi uma facada no fígado.
Mas já falei demais sobre isso no twitter (como se twittar alguma coisa tornasse ela menos oficial e menos fácil de ser encontrada no Google) e não quero dividir aqui no blog.
Recebido do James (merci ;D), imediatamente virou discussão na liga.
Então, terminei de ler Strangers in Paradise.
Um dia ele me disse “tem uma personagem de uma história em quadrinhos que é exatamente você, fisicamente e psicologicamente”, e foi assim que eu me apaixonei pela Francine.
Claro, em vários momentos da história eu tive vontade de estapear a menina, exatamente da mesma maneira que eu quero fazer comigo às vezes. E em alguns momentos eu me vi ali desenhada, principalmente no primeiro volume. A coisa toda com o namorado cuzão e o sonho com o David especialmente, porque foram coisas que realmente aconteceram comigo.
Strangers in Paradise é bom porque é assim, real. Ninguém tem super-poderes (bom, tecnicamente não, embora muita gente tenha apanhado de uma maneira surreal). E embora seja uma das histórias em quadrinhos com a maior concentração de lésbicas por edição, não é um hentai com pegação de meninas. É uma história sobre relacionamentos e suas complicações. E relacionamentos são complicados, não importa o gênero das partes envolvidas.
Além de tudo, o traço do Terry é maravilhoso. Pra não falar que as mulheres dele são absolutamente possíveis.
Enfim, foi a primeira HQ que eu li, gostei e acompanhei até o final. E já era hora de encarar que acabou, e ler todas as edições.
Uma pena que SiP tenha caído na mão de editoras meia-boca aqui no Brasil, e que qdo você encontra a venda cada edição está num tamanho. Se um dia, como num milagre supremo, lançarem essa série completa com uma encadernação bonitinha, é na hora que ela vai pra minha prateleira.
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Na qualidade de amiga íntima do Terry Moore (*cof*) eu não deveria dizer isso, mas putaquepariu, como o site oficial é FEIO! Aliás, é algo que eu morro de vontade de dizer pra ele. Sabe barganha? Me manda a coleção completa do SiP que eu te dou um site de verdade?
E sério hein, eu realmente deveria publicar esse desenho aí de cima colorizado aqui neste post. Vou colocá-lo na minha lista de desenhos do Terry Moore que eu quero botar uma corzinha xD Não sei mais olhar pra alguma do SiP sem cor. Não ficou oh a melhor colorização da face da terra, mas o importante é que eu me divirto enquanto não perco a prática…
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E só agora eu reparei que este post foi uma reprise de um outro que eu já tinha publicado em janeiro. Tanto tempo e eu não mudei de opinião sobre SiP? Bom sinal.
Quase terminando de ler Strangers in Paradise. Não faz mais sentido continuar adiando. Hoje eu só quero terminar coisas.
Trabalhar no Carnaval é ok, mas não custa pegar um filmezinho no domingo a noite, já que eu acabei não indo ao jogo do Paulista – o que foi uma sorte, porque assim que o juiz apitou o começo da partida desabou um mundo de água aqui em Jundiaí.
Enfim, eu já tinha lido a HQ (e de agosto pra cá a minha opinião sobre HQs começou a mudar), mas da última vez que a gente se encontrou, os meninos me convenceram de que 300 é um filme que vale a pena ser visto.
E vale mesmo. O visual do filme é muito bom, tem cara de HQ o tempo todo sem ficar exagerado. É o tipo de DVD que provavelmente vai frequentar minha prateleira quando a coleção de filmes baseados em quadrinhos começar a vingar.
Só que oi? O que era aquele Xerxes? Uma drag afetada de três metros de altura? Pelo que eu me lembro o Xerxes da HQ não era uma bichona daquele jeito não… e vamos combinar, Rodrigo Santoro é ótimo, lindo, adoro, mas não combinou com o papel né? Ele tem pinta de galã de comédia romântica, com a carinha muito delicada pra fazer um monstro do tamanho de uma árvore. Aí colocam uma voz alterada e parece que uma drag que apanhou de cliente na esquina e não pode revelar a identidade na hora de dar entrevista pra tevê.