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Je Vous Trouve Très Beau


Meu critério pra assistir filmes franceses é bem simples: qualquer coisa que apareça no legendas.tv e não seja um drama profundo, eu tô assistindo.

Aí pra começar a diminuir o volume de coisas pra fazer backup eu assisti Je Vous Trouve Très Beau - é, tem pra vender no Submarino. Claro que os filmes franceses que eu realmente gosto não estão a venda né? Mas é uma historinha até que bonitinha…

Tem esse fazendeiro coroa que vive com a mulher, que cuida da casa e dos animais da fazenda. Aí a mulher morre e ele vai procurar outra pra ajudá-lo no serviço. Na Romênia. Uma imigrante novinha e bonitinha.

Eu achei um filme bem fofo, mas a música tema vale mais do que a história inteira. Agradeço a São Google pela graça do MP3 alcançada:

Boomp3.com

Em Seu Lugar

A Internet me deixa exigente. Meio intolerante talvez.

Não gostou das primeiras faixas de um CD? Apaga. Não tá achando graça no filme? Apaga. Não é preciso honrar o dinheiro que foi gasto no CD ou no ingresso. Com livros eu sempre fui bem seletiva, até porque chick-lit é cara, mas agora que eu descobri o maravilhoso mundo dos e-books no celular, esquece. Se o livro não me prender logo de cara provavelmente eu não vou me dar ao trabalho de ler até o final, quanto mais de comprar um exemplar pra colocar na prateleira.

Porque eu comecei a ler Em Seu Lugar há mais de um mês, mas a coisa não foi. Não que a história seja ruim, ou mal contada: eu só não me identifiquei muito.


Porque sério, eu acho meio hipócrita essa coisa de “ela é minha irmã, ela é insuportável, mas a gente se ama”. Não entendo o amor incondicional por um membro da família que não faz por merecer. Em parte isso acontece porque eu não tenho irmãos e não tenho idéia de como isso funciona, mas muito provavelmente isso vem do meu egoísmo.

Enfim, o livro não tava fluindo, resolvi assistir o filme. Até onde eu li, a adaptação foi bem fiel. E eu achei o filme bem bonito.

Na real é que assim, eu tô meio cansada da personagem linda e descolada dos chick-lits. Não quando elas são lindas e descoladas e acabou, mas quando elas pisam na cabeça da não-tão-linda e não-tão-descolada, ou arruinam os seus sapatos, ou fodem as suas vidas, e tá tudo bem. Me dá no saco mesmo, quando a história começa com essas bostas eu já me desinteresso. Imagina que se é comigo uma irmã que vem invadir o meu apartamento e o meu guarda-roupa eu vou achar isso aceitável porque “ela é minha irmã, minha melhor amiga, bla bla bla meu cu”. Mas, de novo, filha única, sem experiência em amores fraternos incondicionais.

The Love Guru


Eu não sei se eu fui uma adolescente babaca que achava graça de qualquer coisa e agora sou uma tia velha, ou se Austin Powers foi o tipo de filme que o Mike Myers nunca mais vai conseguir fazer na vida.

Só sei que The Love Guru é uma bosta.

Não que eu não tenha dado várias gargalhadas durante o filme, mas é que gente, toda aquela coisa das piadinhas clichês envonvendo desenhos de pinto, coisas saindo e entrando do cu, trocadilhos… cansa, sabe? Uma coisa meio Austin Powers encontra Bollywood encontra uma dose extra de piadinhas ruins. Só terminei de assistir porque eu tava fazendo umas colagens aqui do lado e deixei o filme passando enquanto eu recortava papelzinho.

Não vale o download, muito menos um eventual ingresso no cinema.

Over Her Dead Body


Mais uma comédia romântica com trilha sonora boa mas que não tem pra download em lugar nenhum? Really? Seriously? Muita sacanagem.

* * *

Nem Por Cima do Meu Cadáver é comediazinha romântica com o Paul Rudd. No dia do casamento a noiva dele morre, e a irmã dele arruma uma vidente pra fazer ele superar a coisa, fingindo que a noiva tinha mandado uma mensagem do além pra ele seguir em frente. Só que a vidente começa a ver a noiva de verdade. E se apaixona por ele, porque vamos combinar, no lugar dela você faria a mesma coisa. Eu faria.

Não tem como eu não gostar desse tipo de filme. Ele tem um periquito! Tem como não gostar do Paul Rudd veterinário com um periquito? Não tem. Mas eu fico bege com essa mania de americano de não saber a diferença entre papagaio e periquito. Ok, talvez eu consiga recitar mais nomes de psitacídeos do que a média da população. Ou talvez eu simplesmente tenha mais psitacídeos do que a média da população. Porque afinal a média da população não sabe o que é um psitacídeo. Enfim, o caso é que aquilo não é um papagaio, e no site oficial colocaram um papagaio pra responder perguntas. Sabe quando você pessoa nerd vê um personagem nerd estereotipado na ficção e pensa “meu, isso tá muito errado”? Então, eu penso isso toda vez que vejo um papagaio na ficção. Ou qdo alguém chama periquito de papagaio, e depois confunde as duas coisas no final, ou fotochopa o bico do coitado da cor errada. É isso.

Deception


Da série “filmes que assistimos só por causa do Ewan McGregor no elenco”: A Lista.

Opa, malzaê que só estréia mês que vem aqui no Brasil hein?

Na real, de verdade mesmo, eu só assisti porque achei que teria mais cenas de pegação. Muito pouca pegação, sabe? Pq o filme é um suspeeense, não um porn da LeiLo. O Ewan faz o tipinho nerde bobão. Sei lá, eu gosto né?

Mesmo sem muita pegação, vale a pena.

Aliás, uma das melhores comunidades *ever* é a O Ewan McGregor é confortável. “Olha só pra ele! Você dormiria nele? Eu dormiria nele. Fácil. Porque ele me parece deveras confortável.”

Né?

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