Sabe quando você trabalha no final de semana, e quando o trabalho acaba você só quer assistir um filminho bobo?
Então, The Accidental Husband é o filminho bobo. Coisa que Birds of America não era, então foi pra lixeira. E olha que pra eu descartar um filme com o Matthew Perry o bagulho precisa ser *realmente* chato.
Enfim, aparentemente ainda não cansaram das historinhas de relacionamentos falsos que acabam virando relacionamentos reais. Tá, eu também não cansei, então beleza.
* * *
Aí que, além de comédia romântica com a Uma Thurman e o Colin Firth (que tá num papelzinho bem bunda), fiquei curiosa sobre o filme por causa do Photoshop Disasters. De todos os filmes que eu já vi até hoje, certeza que esse ganha como pior estagiário encarregado da divulgação. Não apenas os dois cartazes são cheios de erros, como também tem esse terceiro que é uma merda.
Como alguém aprova e publica isso eu não tenho a mínima idéia, mas sério, sou a favor da pessoa tirar brevê pra operar o Photoshop.
Ou eu acompanho seriados demais, ou… nah, provavelmente eu acompanho seriados demais.
Porque né. The Rocker é com o Dwight. Eu não sei se eu já disse isso, mas assim à paisana o Rainn Wilson poderia muito bem ser um de nós. Mentira, o Dwight em si poderia ser um de nós.
Aí tem o empresário da banda, que eu tenho quase certeza de que é o melhor amigo do Chuck. Tem o indiano da loja onde o Chuck trabalha. Tem a louca do 30 Rock.
E tem o Bradley Cooper *derrete*
Bom, tem esse cara que é baterista de uma banda, mas é expulso pelo empresário e não consegue superar. 20 anos depois, a banda do sobrinho que ele mal conhece vai tocar no baile de formatura e fica sem baterista. Essa turminha da pesada vai aprontar altas confusões em busca da fama.
Um filme bom, apesar da vibe protagonista-eternamente-no-mesmo-papel. Eu só esperei o grande momento da vingancinha pessoal, que não aconteceu. Tá, aconteceu, mais por uma questão de karma’s a bitch.
Provavelmente eu teria aproveitado mais se o tempo não estivesse incrivelmente quente e se o telefone tivesse esquecido de tocar.
Um dos hypezinhos da Mostra Internacional de Cinema. Aliás, taí uma bela meta de vida, ir à Mostra de Cinema de São Paulo.
Ano que vem quem sabe hein?
Por ser modinha, você provavelmente já sabe o que acontece em Be Kind Rewind: um acidente desmagnetiza todas as fitas da locadora, e os dois amigos refilmam todos os clássicos. Eu achei bem legal, exceto pelo Black Jack, que tá num papel meio o-babaca-chato-arrogante.
De todos os filmes da Mostra, quantos será que são assim, nada pé no saco, nada metidos a filme-cabeça?
Eu nunca vi o seriado original (e não me animei a ver também não, eu já acompanho séries demais), então eu assisti Agente 86 sem esperar muita coisa.
Mentira, eu tava esperando que o Steve Carell estivesse foda.
E eu adorei o filme. Achei bem engraçado, sem perder a vibe 007 e sem virar Austin Powers . Nada de errado com Austin Powers, só que o susto com The Love Guru não passou ainda. E era pra eu ter assistido só um pedacinho mas fiquei acordada até tarde vendo o filme até o final. Isso explica muita coisa.
Também saiu um segundo filme, Agente 86: Bruce e Lloyd, mas isso me deu uma preguiça eterna. Boa coisa não deve ser.
E se você não viu o filme ainda, a próxima frase pode ser um spoiler:
Agora, a Anne Hathaway não tem mesmo cara de quem sofreu uma plástica completa pra mudar de identidade?
No sábado eu tentei assistir Vida de Solteiro, achei clichê e entediante.
Aí eu passei pra Paris. As pessoas ainda não cansaram de fazer filmes sobre Paris? Eu já cansei! E sabe o critério pra assistir um filme francês? Esse aí não passou: já começa com um cara que precisa de transplante. Desisti.
Então eu comecei assistir Enfin Veuve, e só terminei ontem. O cartaz faz alguma relação com Je Vous Trouve Très Beau, que eu achei mais interessante, mas eu não manjo dessas funções de diretor/escritor/produtor, só manjo de assistir o filme, sabe como?
Enfim, eu achei um pouco chatinho. Uma mulher linda e cheia de vida é casada com um cara insuportável e tem um amante. Aí ela fica viúva, mas quando ela está enfim viúva meio que nada acontece.
A melhor parte do filme, sem dúvida nenhuma, é o tema: Et si tu n’existais pas, do Joe Dassin. Eu twittei sobre ele ontem, e passei o resto da noite cantarolando - errado - o comecinho da música. Agora tô baixando um le meilleur de do cara, porque é exatamente o estilo de música francesa mais antiguinha que eu amo. Música com letras profundas, românticas e escancaradas. Adouro.