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Quantum of Solace

Um post sem imagens e sem links, porque eu quero ver House. Amanhã eu edito bonitinho e reviso.

Deos deos deos, nevará sobre esta cidade.

Eu resolvi mexer a bunda, sair de casa e assistir um filme no cinema. Não queria repetir a cagada de ter perdido Harry Potter e a Ordem da Fênix e Dark Knight em tela grande e fui ver Quantum of Solace.

Porque eu amo o James Bond. Preferia o Pierce Brosnan, mas que seja.

Engraçado como o cinema perdeu a magia pra mim. Propaganda ao invés de trailer (odeio a sala 5 do Moviecom, odeio odeio odeio, eu tava louca esperando o trailer de Star Trek!). Nego que senta atrás de mim, tira o tênis e mete o pé no vão da cadeira (gente, eu sento no meio do cinema pra ninguém sentar perto de mim, e não só senta alguém atrás como enfia o pé no vão da cadeira! - deus não me fez fumante pq eu com um isqueiro na bolsa iria atear fogo naquela meia nojenta ali mesmo). Casalzinho que não cala a boca. Isso numa sala com o que, 20 pessoas?

E porra Moviecom, ia cair o braço de algum funcionário colocar o horário certo do filme no site? Não, não ia, certeza.

Vamos todos dar graças ao mininova, hein?

E putz, sinceramente, eu tô ficando velha e ranzinza, admito.

* * *

Primeiro a parte diarinho:

Eu não ia no shopping há séculos, não sei o que me deu que eu não comprei milhares de cremes pro cabelo. Como auto-presente de aniversário #1 me dei os DVDs do Mr. Bean (me deixa!) e dois Harry Potter.

Poxa, eu jurava que o próximo filme seria este ano, mas só ano que vem. Que pena. Se mantiverem as mesmas baixas do livro eu vou chorar tanto, mas tanto, mas vou chorar litros eternos.

E gente, saiu a primeira temporada de Chuck em DVD hein! Vi na Americanas, nem tava sabendo. Quase comprei. Me arrependi de não ter comprado Dexter, achei a caixa simples porém divina.

Aliás, a Americanas daqui resolveu organizar os DVDs, e aí a gente vê o qto tem porcaria lá dentro. Das coisas que eu gosto muito, só encontrei DVD que eu tinha. Vou acabar fazendo uma compra de filmes que eu amo por preços convidativos no Submarino mesmo =|

Depois de deixar uns bons dinheiros lá (comprei um filtro solar que eu espero que seja bom porque agora eu tenho alergia ao sol, super adequado) eu fui registrar os cupons no programa de fidelidade do shopping (pra fazer hora por causa da mudança de horário do cinema), e não é que eu ganhei uma fatia de bolo por ser a semana do meu aniversário? Olha que simpático!

Abriram um quiosque de produtos japoneses por lá, e eu achei tudo muito fofo, espero que não feche em um mês. Agora a gente pode comprar Melona em Jundiaí, me sinto tão cidade grande! Lançaram Melona de manga, a embalagem é quase igual à de banana, mas valeu a pena ter confundido pq é ótimo. Mas tem gosto de maracujá. Igual Fanta!

Tem tanta coisa que dá vontade de compras nesse quiosque… tanta embalagem colorida e linda…

Eu não sei qual é a função sócio-econômica da livraria do shopping, mas eu apostaria em lavagem de dinheiro ou base de operações de uma organização secreta que usa a livraria como fachada. Porque sério, a livraria mais inútil que eu já vi na minha vida. Não tem nada que preste, os vendedores são simpáticos de um jeito que dá medo, e nada tem preço. Depois rola um mimimi qdo o povo se acostuma a comprar pela internet né?

* * *


Tá, agora o filme.

Uma bosta hein?

É esse tipo de coisa que me desanima a começar uma coleção do James Bond na prateleira de DVDs. Pelo menos os do Pierce Brosnan pra frente, claro.

Não, pra começar, Another Way to Die é o pior tema de todos os tempos. Horrível. Eu sei que a Amy Winehouse tá podre e sem condições de fazer isso (vcs viram as últimas fotos dela? Amy simplesmente está cinza!), mas nem a música da Madonna foi tão ruim, não fode! Eu não via a hora que a abertura acabasse, porque a abertura também é péssima. Como assim, sai uma bala que deixa um rastro que não vira o contorno de uma mulher? Que hora mais imprópria pra abandonar os clichês.

E tá, eu senti falta das tralhas tecnológicas do James Bond. Eu entendi que aquilo ali é o começo dele, é o que dá sentido pro personagem, mas eu senti falta, ué!

A coisa boa é que o filme me deu vontade de ler os livros do Ian Fleming. Claro, primeiro em e-book, na ordem certa, e se eu gostar os livros de papel vão orgulhosos pra prateleira.

* * *

Agora eu vou ali ver House *suspira*

O episódio 5×07 foi um dos melhores episódios até agora. Sem querer fazer spoiler, mas o House é burro né? É burro, mas é burro, como ele é burro. Que vontade de dar uma surra pra ver se larga mão de ser uma besta.

Aí quando eu falo que eu trato personagens de seriados como pessoas reais, é isso. As pessoas reais são assim também. O mundo tá cheio de Cuddys, Wilsons e Houses. Gente cabeçuda sendo aconselhada por gente que adora ver o circo pegando fogo.

Difícil.

The Dark Knight


Não é segredo pra ninguém que o Batman é meu super-herói preferido.

Quer dizer, o cara não tem super poderes. Ele não precisa de super poderes. E tem rios de dinheiro, suficiente pra bancar qualquer loucura que ele imaginar. Acho lindo isso.

Só que Batman pra mim meio que se resume ao cara da Liga da Justiça que não pega a Mulher Maravilha - minha super heroína preferida - nem quando ela vira porquinha. E isso faz todo sentido do mundo porque o Batman da Liga da Justiça faz completamente o meu tipo, incluindo aquela arrogância insuportável que eu adoro detestar. Enfim.

Aí a mulherzinha aqui vai assistir The Dark Knight, depois de várias recomendações.

Tá, eu gostei do filme.

MAS.

- A famosa cena do lápis é muito curta! Se eu tô sozinha no cinema, são enormes as chances de eu ter abaixado a cabeça pra limpar dos peitos a pipoca que eu derrubei bem nessa hora e perder a melhor cena do filme.

- Muito escuro o filme. Escuro demais. Tá, eu sei que faz parte da idéia, mas muito escuro! Sim, eu aumentei o brilho do monitor. Não, não adiantou. Eu gosto de ver detalhes!

- Peguei um release bem meia-boca, porque quem esperou até agora não podia esperar mais um pouco por uma versão DVDrip em alta definição. Não faz diferença, é um filme pra ser visto no cinema. Finiquito falou mais alto.

- Duas horas e meia? Sério? Quando bateu exatamente uma hora e meia pra mim o filme tava fechadinho, podiam ter deixado o resto pra um próximo filme. Tá, provavelmente eu só tô dizendo isso pq não paguei abusivos 14 reais num ingresso.

- As pessoas já cansaram de dizer e escutar isso, mas que pena que o Heath Ledger morreu hein?

Curtas da Pixar

Final de semana eu assisti os Curtas da Pixar

 
Boundin’ é a história do carneirinho com pelo branquinho e macio que dançava todo orgulhoso e um dia foi tosado, conheceu uma lebre louca e saiu pulando.

 
For The Birds é aquela com os passarinhos azuis no fio do poste. Adoro porque passarinhos no mesmo puleiro são exatamente assim.

 
Geri’s Game eu ainda não conhecia, é um velhinho que joga xadrez num parque. Adoro velhinhos, e esse é a coisa mais fofa do mundo. Pra ser sincera ele é meio parecido com o meu vô. Provavelmente um curta pra estudarem mãos.

 
Jack-Jack Attack é com o babê Jack dos Incríveis e a babá chatinha.

 
Knick Knack foi feito em 1989 e é bem toscão. Aposto que há quase 20 anos o negócio era “óóóóó caramba que que é isso que lindo comofas//”. Mas é bem bonitinho, é um boneco de neve preso dentro de um souvenir tentando escapar.

 
Lifted se não me falha a memória foi o que lançaram com Ratatouille, um cara que é absuzido por um E.T. durante o teste pra operar aquela mesa gigante de abdução. “Se não me falha a memória” é ótimo, porque eu simplesmente não tenho memória. Um salto gigante de texturas e luzes pro curta anterior (porque eu tô vendo na ordem alfabética de tudo o que veio no torrent, não na ordem do DVD).

 
Luxo Jr. é de 1986, e nessa época a luminária pulante ainda não era uma vinheta, só um personagem. É mais velho do que Knick Knack mas eu achei mais bem feitinho, principalmente se a gente pensar que a animação é muito mais velha do que… bom, do que muita gente. Junto veio uma versão só com os contornos das luminárias, meio making-of.

 
Mater and the Ghostlight é um spin-off de Carros. Todos aqueles brilhos e reflexos das latarias e dos metais, a gente fica pensando “que bom que o povo da Pixar não é de largar tudo pela metade como a Kika Maria”. De qualquer jeito não assisti Carros, e não tenho curiosidade de assistir. Mas é preciso dizer que eu amo esses legenders que avisam que o filme continua depois dos créditos.

 
Mike’s New Car é spin-off de Montros SA. Mike arruma um carrinho cheio de frescuras e tem uma certa dificuldade pra operá-lo.

 
One Man Band é com um daqueles artistas de circo que tocam quinhentos instrumentos ao mesmo tempo, um concorrente e uma criança chata. Nunca tinha visto, e não achei um dos melhores.

 
Red’s Dream tbem é dos anos 80. O comecinho é lindo, toda uma cara de animação dos anos 50 feita a mão. Aí aparece um palhaço toscão desfigurado e acaba com a graça. Odeio palhaços.

 
Sesame Street são três animaçõezinhas com a luminária, uma coisa bem 1-2-3-testando sem graça (aposto que pra Pixar fez toda diferença do mundo mas enfim). Nem achei no YouTube.

 
The Adventures od Andre and Wally B. é o mais velho de todos, de 1984. A Pixar ainda se chamava “Lucasfilm Computer Graphics Project”. É a história de uma criatura não identificada e uma abelha. É a mesma vibe de quando eu olho meus primeiros sites e penso “nossa, que merda, ainda bem que eu melhorei”.

 
Tin Toy, tbem dos anos 80, é com uns brinquedos e um bebê que vai me dar pesadelos pro resto da minha vida de tão FEIO. Felizmente a Pixar incorporou o conceito de atrito ao andar dos personagens.

 
Se fosse só pelos curtas de For The Birds pra frente eu compraria esse DVD tipo esta semana, mas nhé, não vejo motivo pra manter na prateleira os primeiros rascunhos da Pixar se eles já produziram coisa infinitamente melhor. Pra eles rola todo um orgulho, mas pra mim essa coisa toda dos anos 80 é meio inútil.

Enqto eu tava no YouTube achei vários outros curtas, provavelmente o segundo DVD nem vai demorar muito pra sair.

(dois dias pra fazer o post hein?)

Tinker Bell


Ai como é chato ser adulto hein?

Fui eu assistir Tinker Bell - Uma Aventura no Mundo das Fadas (o que aconteceu com o bom e velho “Sininho”?) e só ficava imaginando o quanto a Disney vai faturar com a franquia, que as fadas são as novas princesas, olha que lição de moral bonitinha pras criancinhas, e ainda um puta gancho pra um próximo filme!

Quer dizer, larga mão de ser chata, Erika Cristina!

Porque o filme é a coisa mais fofa do mundo. Lindo. Cute. Ponto final.

E as ilustrações no final? Paguei todo o pau do mundo. Mesmo que o filme fosse uma bosta, ainda valeria pelos créditos finais.

Nessas horas rola um puta shame on me porque se eu não tivesse largado as aulas de desenho, eu provavelmente estaria desenhando alguma coisa minimamente decente a essa altura.

Ok, se eu começar a pensar nisso eu vou chorar na cama que é lugar quente e não saio tão cedo.

E por falar em pagação de pau, o deviantART da Brianna Garcia me deixa numa grande dúvida: eu não sei se eu babo ou se eu choro de desgosto por não saber desenhar como ela. Não só porque tudo o que ela faz é absurdamente fofo, mas porque tem todo um sarcasminho nos desenhos.

Essa ilustração que ela fez da Sininho, como tudo o que ela faz, é fantástica (mas tem um spoilerzinho do filme na descrição).

Wall-E


Oww que coisa mais fofa os robozinhos! Cada vez que algum deles emitia um som eu tinha vontade de apertar, especialmente o M-O ensinando o nome dele ^^

Achei todo mundo tão com jeitinho de pet… o Wall-E me lembrou pra caramba um dos meus bebês.

Se não tivesse aquela barata irritante quase o tempo todo no filme eu já tinha colocado o DVD na wishlist.

 

Diz aí, pior resenha *ever* hein?

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