Posts na categoria ‘bla bla bla’

Offline

Aí que desde segunda a tarde eu fiquei sem speedy, e tava esperando a conexão voltar sozinha. Se eu tivesse ligado antes no suporte técnico teria resolvido isso rapidinho, mas eu tava evitando falar com aquela gente que fica mandando limpar cache do navegador e trá-lá-lá.

O problema foi ter ficado offline justamente qdo saiu o season finale de House né? Muito foda. Com uma porrada de trabalho atrasado, eu tô aqui assistindo o episódio, porque a pessoa precisa estabelecer prioridades na vida.

Episódio ótimo, agora é só descobrir quem cantou a música tema em outra versão.

update: a versão de Teardrop que toca no season finale de House é cantada pelo Jose Gonzalez e, adivinha, num surto de bom humor eu coloquei pra download aqui.

* * *

E tipos que eu sou amiga do Inri Cristo no orkut né? Ser amiga do Inri Cristo no orkut é o que há, porque a gente fica informado sobre as bizarrices novidades sobre o enviado do poai:

Confiram a nova canção da Asusana e Alíbera, “Sentido à Vida”, versão mística da música Umbrella, de Rihanna: http://br.youtube.com/watch?v=l5FF4w6UkYM.

Até sempre,

Assinoê
Assessora Vogal da SOUST

Esta mensagem foi enviada por INRI CRISTO. Para ver o perfil de INRI, clique em: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=13015501141727710513

Não me pergunte o que é uma assessora vogal, mas eu acho um luxo o nome de todas as periguetes seguidoras do Inri Cristo começarem por A.

Avec mes souvenirs j’ai allumé le feu

Ontem eu tive um tempinho entre um job e outro, e copiei meus CDs de backup no HD. A idéia é me livrar de tta mídia velha, guardar só o que é realmente necessário, conseguir uma versão completa de todos os sites e layouts que eu já fiz na vida e coisas do tipo. Gellerismo integrante da lista de 101 coisas.

Mas os backups são uma coisa muito engraçada. Há 5 anos eu guardava coisas como se minha vida dependesse disso, coisas que hoje em dia não fazem um pingo de sentido. Acho que era a alegria de ter meu primeiro gravador de CD (que eu comprei usado e tava tão sujo que precisou de uma faxina pesada).

Por exemplo as fotos. Tô encontrando muita foto. Coisa de gente que eu não sei que fim deu. Amigas com quem eu já compartilhei domain mas hoje eu nem sei por onde andam (aliás, uma delas eu sei: de vez em qdo ela precisa de um favor e acha que a nerd aqui vai fazer o dever de casa pra ela). Fotos dos churrascos da faculdade. Colegas do antigo trabalho, o mesmo lugar que eu voltei a não passar nem perto como eu fazia antigamente. Ex-namorado de ex-amiga.

Foto de ex-namorado eu não tenho, porque eu levo essa história de allumer le feu muito ao pé da letra né?

O que fazer com tudo isso? Mandar pra lixeira sem dó nem piedade, e acender uma fogueira com as mídias que sobrarem (sim, eu sou piromaníaca)?

Nem é o apego, porque eu vou apagar mesmo. Mas isso me faz pensar como tudo na vida muda, como aquelas amizades que parecem definitivas um dia vão acabar, e novas pessoas vão entrar no nosso caminho. Um exercício de desapego mesmo, não adianta a gente forçar um contato social quando a amizade já morreu.

Também rolam uns rascunhos de layout que eu vou te contar, digníssmos de entrar pro Pérolas do Dizáine.

E eu achando que o que mais iria me fazer pensar seriam os backups dos meus primeiros blogs-diarinho…

Pra ler ao som de “Non, je ne regrete rien” na versão da Edith Piaf xD

Inverno

E finalmente ter um notebook faz todo o sentido do mundo: ler um ebook com aquele trambolho quentinho no seu colo num dia gelado.

Só faltou um capuccino, que eu teria feito se estivesse na minha casa.

Nota mental: quando eu levar o notebook pra casa da minha vó, não basta bateria cheia e o cabo de energia, precisa também do adaptador da tomada porque lá não tem *uma* tomada que encaixe no cabo…

Os filmes da sexta-feira

A idéia era trabalhar durante todo o feriado, porque eu tô pelas tampas de pendência pra resolver (e um dos meus clientes resolveu me mandar mais coisas na sexta às 11h da noite pedindo urgência - não vou reproduzir aqui a minha reação porque este é um blog limpinho e educado).

Mas como não tava saindo absolutamente nada, larguei. Eu tinha uma festa pra ir à noite, mas não tinha roupa. Não é não-tinha-roupa do tipo tenho-um-armário-cheio-e-não-gosto-de-nada. É não-tenho-roupa do tipo não-tenho-nenhum-sapato-fechado-que-não-seja-all-star e não-tenho-nenhuma-calça-jeans-normal-só-capri-e-tá-frio-caralho.

Pelo humor das pessoas que foram daqui de casa, a festa devia estar um saco. Especialmente porque choveu e fez frio.

Enfim, fiquei em casa vendo meus filminhos. Primeiro assisti Bonnie e Clyde. Naquela época, o crime era novidade, então eles viraram ídolos (hoje em dia o crime tá completamente banalizado, então os criminosos viram ídolos do mesmo jeito porque é modinha, rá). Quer dizer, a história é meio sem graça (increase speed mode on) mas o filme tem tanto erro de continuidade que é engraçado, porque foi feito há trocentos anos e naquela época não existia internet pra listar isso fim.

Depois eu vi Ensemble C’est Tout, que é uma dessas histórias de amor cliché disfarçada de alternativinha. Ou talvez ela não seja disfarçada de nada, e o fato de ser um filme europeu é que dá essa impressão distorcida. Achei bonitinho, bobinho. Tô com preguiça de upar o cartaz no photobucket e colocar estrelinhas, então considera 4 pra esse filme aqui e 3 pro anterior tá?

Cheiros

Alguém na vizinhança tomou banho de toque de amor e depois foi fritar peixe. Não sei de que lado veio o cheiro disso tudo, só sei que ele veio.

Ugh!

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