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Mesária

Então né, mesária. Com direito a live twitting.

Vou ser bem sincera: não foi tão absurdamente ruim.

Bom, teve a tal da reunião que eu não fui né? Querem a verdade? Tive pesadelos com isso três vezes. Inclusive essa noite eu não dormi, só sonhando que eu chegava pra ser mesária e não sabia como ligar a urna porque não fui na reunião.

A minha sorte é que a presidente da seção adooora o que faz. Cheguei e já tava tudo pronto, ela tava ensinando a menina nova comofas//.

A menina nova que é voluntária. VOLUNTÁRIA! Um amor de pessoa, mas gente, quem é que se voluntaria pra ser mesária?

Porque eleitor bêbado, eleitor que não sabe onde vota, eleitor que arrasta criança ramelenta, tudo isso a gente releva. Mas fiscal de partido? Não há nada no mundo que me faça aceitar a existência do fiscal de partido. Uma casta da sociedade abaixo dos atendentes de telemarketing.

A gente quase saiu no tapa com uma do PT. Assim, independente do partido né? Porque uma do PCdoB queria levar uma cópia do disquete com os votos, o que confirma a tese da casta interior. Mas essa do PT conseguiu tirar a presidente da seção do sério.

* * *

Agora é acompanhar a apuração pra pelamor, não ter segundo turno hein? Se eu precisar olhar pra cara dos fiscais do PT de novo vai sair barraco, porque o cidadão que eu presumo ser o marido da biscate que encrencou com a gente me xingou qdo eu fechei a porta na cara dele, e se ele fizer isso de novo eu não vou me segurar, e aquele senhor vai voltar pra casa chorando de horror com o que eu tenho pra falar pra ele.

xD

Amor de pessoa que eu sou.

E o meu candidato a vereador então hein? O tio do rádio acabou de citá-lo, “muito se falou do bla bla bla, vamos ver se isso se converteu em votos”.

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Mas posso perguntar? Gente, vocês limpam a bunda com o título de eleitor? Porque eu peguei cada título na mão que pelamor, deu nojo! Um documento que você usa a cada dois anos por meia hora, como pode estragar desse jeito? Só limpar a bunda com ele explica o estado da coisa…

Eleições 2008: orientações para mesários e eleitores

Domingo que vem é dia de eleição.

Do alto do meu 1,75m de má vontade, vou ser mesária de novo. Aparentemente, me filiar ao primeiro partido político que passou na minha frente não me livrou desse karma ruim. Uma nação que convoca Kika Maria para trabalhar numa coisa tão séria não merece respeito.

Aliás, o TSE em si, por ter me incomodado no meu celular num sábado a tarde para falar de uma reunião (que eu não compareci, aliás), não me parece uma coisa muito séria. Eu não lembro de ter dado meu celular pra ninguém do TSE. E eu não acho que se a reunião tivesse realmente existido e fosse uma coisa séria as pessoas me ligariam no celular. Toda a convocação é feita pelo correio, como eu vou saber que a ligação pro celular num sábado não era trote? Este é o meu argumento por não ter nem me interessado pela tal reunião.

Enfim.

Nas eleições passadas eu escrevi dois posts - que apesar de sarcásticos são muito sérios - sobre isso. O Guia do Mesário Moderno, pra você que foi convocado pra trabalhar de graça durante mais ou menos 10 horas, e o Guia do Eleitor Supimpa, que é pra você, zé povinho que acha que mesário é teu empregado.

Infelizmente não consegui reunir material pra orientar mesários iniciantes sobre os fiscais de partido, porque segundo a minha experiência eles estão na mesma casta que os atendentes de telemarketing - ou seja, nem humanos são. Então paciência com eles: se algum exemplar desta sub-espécie chegar perto de você, adote a prática do boceja e apaga ignora.

Defina “apropriado”

Da série “posters que eu poderia ostentar na parede do quarto”:

 

Mais cartões miseráveis aqui.

Garoa

Sabe por que *eu* vou ser madrinha de casamento dele e o resto da Liga não?

Porque eu arrumei um padrinho com quem eu possa voltar a usar salto alto e tô dando pulinhos por causa disso Porque hoje foi aniversário dele, e ninguém fez festinha na Liga, enquanto euzinha aqui atravessei 60km pra passar o dia com ele.

Então morram de inveja pq eu virei bonequinha e vocês não. Tô sem scanner, senão eu postava aqui.

* * *

A gente foi lá no O Projetista, que é mesmo tudo o que o Ju tinha dito: um lugar fofo, cheio de coisas que fazem a gente querer ganhar na Mega Sena acumulada pra comprar a loja inteira. Mas eu fiquei feliz com o meu lápis magic (aliás, dois), que agora eu não sei se eu guardo com a coleção de lápis ou com a coleção de materiais pra desenho que eu comprei e morro de dó de usar.

E já que a gente tava no centrão mesmo, rolou um passeio aleatório pelo Largo do Arouche. Oi Felipe, morra de inveja!

Nada mais adequado do que um passeio no centro de São Paulo embaixo de garoa. Foi o dia mais frio do mês, e foi ótimo.

* * *

E assim… algumas orelhas por aí devem ter caído, porque rolou tanta fofoquinha que a gente se perdeu no metrô.

Duas vezes. Na ida fomos pro lado errado, e na volta passamos da estação.

Isso nunca tinha acontecido comigo. De repente passou a ser clichê. Eu vejo um padrão aqui. Se chama “estar com a cabeça em outro lugar”.

Enfim.

* * *

E pra dar o toque de bizarrice, estamos lá no shopping quando passa um mini cidadão num grupinho de mini cidadões. Bolor detected. Bolor mesmo. Não sei se dá pra classificar como ex-namorado porque né, coitado, nunca promovi o cara a namorado.

Mas tbem, já faz tto tempo, não lembro nem o sobrenome do cidadão. Mesmo. O nome eu lembro porque NÉ, o tipo da coisa que a gente decora de tanto repetir. Mas é o tipo de cara que você olha e se pergunta “eu tava BÊBADA quando eu peguei?”. Não é à toa que foi trocado por um modelo melhor e avisado por e-mail.

Bofe de chat do UOL. NEEEEEEEEEEEEEEERD!

Ah, a adolescência. Uma época linda. Pena que não termina nunca.

* * *

Um daqueles posts que começa com uma vibe e termina com outra absolutamente diferente. Será que eu consigo despromover meu descontrole?

Halo solar

Agora no céu de Jundiaí

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