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Aniversário

os misteriosos cupcakes, a minha camiseta do Spock e meu novo avatar a partir de amanhã. clica que cresce

Festinha de aniversário dupla hoje: @magonet e @claubimba. Owww.

Tô sob efeito de cafeína então vou blogar hoje mesmo. Aliás, vanilla expresso me fez querer comprar uma máquina de expresso da Nescafé pra colocar no criado-mudo! Enfim.

Então, sabe esses seriados sobre um grupo de amigos que sempre tem um mala? Na ficção é muito engraçadinho você conviver com um Barney, ou até mesmo com um Sheldon, mas na vida real parece que todo grupo está destinado a ter uma mala sem alça e sem rodas pra carregar, e na vida real essa mala é sempre muito chata.

Por isso que eu acho besteira você fazer as coisas por educação. As pessoas que você convida por educação são justamente as inconvenientes o suficiente pra aparecer. E vamos combinar, alguém que faz a pergunta acho que você não gosta muito de mim, né? nem deveria perguntar, porque a resposta é meio óbvia.

Mas então né. Só posso dizer que agora que eu peguei gosto de ser casamenteira, vou ali juntar mais um casalzinho que possivelmente vai dar a luz ao ANTICRISTO mas beleza.

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Vocês viram a Veja desta semana? Uma matéria sobre o visual nerd estar na moda. Nunca li tanta besteira na vida, tipo gravata borboleta é temdemsia e a Chiquinha do Chaves é inspiração.

Bom, e nessa história do estereótipo errado, acabei obrigando o povo a assistir um filme péssimo. Veja bem, era com o Paul Rudd né, então eu fiz um mega escândalo pra assistir. Só que eu descobri que não, eu não preciso assistir todos os filmes com o Paul Rudd. E sinceramente, se alguém chega e fala “olha, achei o nerd desse filme simplesmente a sua cara”, se é comigo, eu jogo da janela do 9º andar viu.

O filme é um tal de Role Models, que se eu tivesse baixado e visto sozinha em casa até teria virado uma resenha venenosa porém engraçadinha. O filme é aquele típico besteirol com o nerd completamente tapado (que não, não é o Paul Rudd), basicamente o tipo de coisa que inspira a Veja e a Globo em relação aos nerds sabe? A gente poderia ter jogado poker, os meninos poderiam ter lutado de sabre de luz, mas não, a gente ficou lá com a bunda grudada naquele sofá absolutamente delicioso da casa do @magonet vendo aquela joça, que parecia a porra do Titanic e não terminava nunca mais.

Bom, eu pelo menos não precisei ficar encolhida em posição fetal com uma almofada me separando de quem tava do meu lado e fazendo cara de nojinho. Pode ser a influência de Lie To Me, mas eu tava adorando fazer a leitura da linguagem corporal daquela cena. “estou desesperada e quero dar” contra “desencosta, JarJar”. Por favor, me corrijam se eu estiver errada.

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Agora vocês imaginam o piti que eu dei quando soube que seria obrigada a cozinhar pra uma desconhecida (adoro o conceito de segredo desse grupo onde todo mundo sai contando tudo pra todos), de quem eu não ia exatamente com a cara baseada no que, em uma ou duas coisas que eu ouvi falar sobre ela né. Ainda mais porque na embalagem que eu comprei só cabia a quantidade exata de cupcakes pros, digamos assim, convidados. Mas no fim eu acho que todo mundo experimentou meus misteriosos cupcakes.

Aí que finalmente o mistério dos cupcakes foi revelado: uma receita era de cupcakes de mel com fondant de limão, nada demais (NOT, porque ficou muito bom, mas no fim não tem foto deles!), e a outra era de raibow cupcakes com cobertura de ganache de amarula.

Eu achei sem querer essa coisa de rainbow cupcakes no Flickr, e fiquei absolutamente apaixonada. Mesmo não gostando muito de corante na comida eu precisava fazer essa receita, e precisava ser num aniversário (que tal num aniversário duplo?). Até meu pai achou super legal. Tudo bem que eu quase meti um tapa na mão da inconveniente porque todo mundo precisava comer ao mesmo tempo e tem gente que simplesmente não entende o significado da expressão gellerismo culinário.

Faltou foto do pão de queijo do RedJay, o mega rei supremo dos melhores pães de queijo do universo, e das broinhas da @claubimba.

Receitas vocês encontram no Google, mmmk?

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E falando em presentinhos, quando o RedJay pediu pra mim o scan do meu desenho do Spock em alta eu tinha certeza que era pra alguma coisa, sabe? Não engoli essa história de “quero ver os detalhes, posso?”. Mas eu nem iria imaginar que ele LEU MEUS PENSAMENTOS, porque eu super queria uma camiseta do Spock, e tinha que ser do Spock do Zachary Quinto. E agora eu tenho não só uma camiseta do Spock do Zachary Quinto: eu tenho uma camiseta do MEU Spock do Zachary Quinto. Só pra quem pode, bitches!

E da série eu amo meu irmão, agora que os aniversariantes já viram as suas versões cartoon eu posso mostrar a MINHA versão em cartoon, que eu carinhosamente chamo de minha versão hentai por razões óbvias, mas eu também gostei muito do tênis da Pucca e das unhas roxas.

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update: esqueci completamente de duas coisas super relevantes pro universo:

* No Cometa voltando, o cara do meu lado vira pra mim e diz “quando chegar no pedágio, se eu estiver dormindo, você me acorda.”. Olha só, eu sou redonda, mas não sou despertador. Mas estava sob efeito de cafeína, então não iria dormir de qualquer jeito, mas me encolhi no meu canto e qdo passou no pedágio eu só cutuquei ele e disse “pedágio” fazendo um movimento com as mãos. O tipo de movimento que eu aprendi com Gregory House, digamos assim. Só que o filho da puta só desceu na Santa Gertrudes. Pros não esclaredidos:

São Paulo – Jundiaí: 56km, 1h.
Pedágio: meio do caminho
Santa Gertrudes: uma porra de um bairro que já fica na cidade

Então assim né, próxima vez que alguém me pedir serviço de despertador, eu vou mandar tomar no cu, virar do lado e dormir.

* Quando eu desci em Jundiaí, tirando dois caras ferrando uma bela briga, não tinha viva alma nesta cidade. No ponto de ônibus tinha um único cidadão. De longe eu fiquei com medo porque ele parecia exatamente como o cara que me assaltou no ponto em frente ao shopping há alguns anos, mas quando eu cheguei perto o cara tava chorando. Não apenas chorando, ele estava SOLUÇANDO DE CHORAR. Então de medo de ser assaltada eu passei a ter medo de virar muro das lamentações dele, do tipo “moça, quer ouvir a minha história?”. Porque né, não, não quero.

Mercadão, 25 de Março, Santa Ifigênia

Aí ontem nós fomos fazer um tour pelo centro de São Paulo: eu, o @magonet, o Frank e um amigo dele.

A minha idéia era comprar tantos esmaltes quanto eu conseguisse carregar no Armarinhos Fernando, mas FAIL porque eles só vendem Guga, Big Universo e Impala. Ok, Impala não é o fundo do poço, mas tem formol – eu esperava encontrar alguma coisa da Colorama – e os anti-alérgicos da Impala não me atrairam. Mesmo assim voltei com alguma coisa (fotos no próximo post).

No Mercadão eu comprei a minha tão sonhada fava de baunilha (vou fazer um post sobre esse momento Martha Stewart), bombons de frutas (cupuaçú e bacuri, jurava que bacuri era um peixe minha gente) e umas frutas secas divinas (limão cristalizado: eu recomendo). Não encarei o lanche de mortadela mas pedi um de lombo (pq eu não tiro foto das coisas né? câmera do celular nem pensar), muito gostosinho mas muito grande. Mercadão é um lugar mágico, mas é preciso ir de carro porque carregar as sacolas pra casa depois de metrô/ônibus/trem é inviável.

Só que tudo isso foi absolutamente arruinado pelo calor que fez na capital ontem. Eu não encontrei o link aqui, mas outro dia eu li na Folha que a temperatura no centro chega a ser 4° maior do que a média da cidade por causa do excesso de prédios e de pessoas. Sem brincadeira, acho que ontem a temperatura passou dos 40° lá. Encontros da Liga ao ar livre só quando o verão for embora (mas eu nem posso reclamar muito porque a idéia de jerico foi minha).

DeliParis e Liberdade

Sábado com encontrinho super raro da Liga: oito pessoas, sendo quatro meninas. A coisa foi tão rara que a Alanie apareceu, provando que não é uma alucinação coletiva que só ocorre na Jedicon xD

No metrô meu horóscopo informava: aquele seria um dia em que eu precisaria controlar meus excessos, especialmente financeiros e alimentares. Ah vá.

Pra começar bem fomos tomar um agradabilíssimo brunch na DeliParis.

Nah, brunch é coisa de gente fina, e a gente é gente pheena. Todos os presentes conversando em voz baixa e na nossa mesa piadas de humor duvidoso sendo contadas. Mas acho que mais engraçado do que qualquer piada foi o Frank declarando “eu quero que o cu de vocês pegue fogo”. Gente, quebramos o menino, vocês não têm noção (quer dizer, que bom né?).

Voltando à DeliParis… buffet variado a R$ 18,90 por pessoa, com pães, frios, suco, frutas, leite, crepes, bolos, tortas… rolou uma espionagem industrial na quiche e sim, eu tô fazendo direitinho. Tarte tatin eu nem pedi porque já aprendi a fazer em casa (o que é tipo o cúmulo da moça prendada porque a receita foi criada por duas irmãs solteironas com muito tempo livre, kill me now). É tanta coisa boa que você quer comer tudo de uma vez e aí explode.

De lá fomos pra Liberdade – pra ser mais específica, pra Ikesaki porque eu tava louca pra comprar esmaltes e lá é meio o paraíso pra isso. Nem olhei os outros dois andares da loja com calma (até porque se eu fosse prestar atenção no andar de coisas pra cabelo eu não sei como traria tudo pra casa, muito menos como eu pagaria pela compra). Saí de lá com OITO esmaltes, incluindo um laranja e dois azuis (que eu não gostei muito, ainda vou acabar comprando outro), fora duas bases (“de quem é esse rosa bunda aqui, não é meu não… ah é a minha base”).

Mais detalhes sobre esmaltes ao longo da semana.

O engraçado é que os meninos super ficaram bem dentro de um paraíso feminino com três andares. Nem foi uma tortura pra compensar todo o tempo que eles gastam falando de Naruto nem nada.

Se não fosse o calor monstruoso que fazia ontem a gente teria aproveitado a Liberdade muito mais. E aquelas lojas de comidinhas japonesas? Não, chega a ser pecado entrar só pra comprar água nacional né? Tá, pra ser sincera eu comprei um chiclete de blueberry e um delicioso de café (as duas únicas fotos pra ilustrar o post, eu super deveria ter tirado uma foto da DeliParis com o celular) e um sorvetinho de blueberry muito bom, mas não melhor que melona.

Sou super a favor de voltarmos pra Liberdade quando o calor maldito der uma amenizada. Vale só pela quantidade louca de coisas da Pucca que tem por lá (agora eu tenho um carregador de pilhas novo, vou juntar tudo o que eu tenho da Pucca, fotografar e colocar no blog). Meu novo mantra é “eu não preciso de mais uma bolsa vermelha da Pucca”, pelo menos não enquanto eu não tiver alguma coisa vermelha pra combinar nos pés (nem tô falando da Melissa, pode ser um All Star vermelho mesmo).

Depois, ficamos um pouco no Centro Cultural (amo muito) e de lá fomos jantar no Shopping Paulista. É, jantar depois de bater vários pratos de pedreiro na DeliParis. Buffet no Mei Mei (mas sem condições de repetir a comida que eu sou ogra mas não sou duas).

A volta pra casa foi possivelmente a melhor viagem de Cometa que eu já fiz na vida: ônibus com pouquíssimas pessoas, o bêbado na minha frente não conseguiu inclinar o banco pra cima de mim e tava uma lua linda na estrada. Quando chegamos na rodoviária eu pensei “merda, já acabou?”, porque todas as viagens de Cometa deveriam ser agradáveis desse jeito. Fora o sentimento de “cara, como eu amo essa cidade” quando eu pisei em Jundiaí (o que é fácil se você considerar que a parte baixa da Vila Arens é um bairro limpinho e deserto a noite). Sou absurdamente apaixonada por São Paulo, mas o melhor de todas as idas pra capital acaba sendo sempre a volta pra casa…

Sábado

Agradabilíssimo dia, com a presença da Liga em terras jundiaienses.

Sabe aquelas cenas típicas de Big Bang Theory, IT Crowd e seriados nerds do mesmo naipe, quando um grupo de geeks se junta pessoalmente e fica conversando pelo computador?

Não só existe, como a gente pratica. É só ver nos nossos twitters, nego sentado na praça de alimentação do shopping planejando o que ia twittar de piada interna.

E olha, eu preciso admitir: tá pra nascer um grupo de pessoas capaz de gerar e aprimorar tanta piada interna como a gente. A coisa tomou proporções tão absurdas a ponto de eu ir lá no supermercado pra tornar a coisa física, ou de tudo se resumir a um gesto afetado. Quer dizer, quando eu cheguei, todo mundo já tava sabendo da PI que nós tinhamos criado ontem a noite!

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Peguei um box de Big Bang Theory na mão hoje. Juro que me arrepiei. Ainda mais qdo eu vi o Sheldon de cuequinha no verso.

Sheldon é meu novo namorado imaginário.

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E no fim, passamos um bom tempo duelando com o repositor de refrigerantes do supermercado, que insistia em tirar as turbaínas que a gente colocava pra gelar pra dar espaço pras coca-colas dele, mas acabamos largando as garrafas lá. Tsc.

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E as oferendinhas? Cheguei cheia de sacolas (aliás, sacola é um negócio muito legal de carregar dentro do shopping, passou da porta se torna um pesadelo com alças desproporcionais). Voltei pra casa com uma caneca linda (não sei quando vai dar pra fotografar porque meu carregador de pilhas queimou, então eu tô temporariamente sem cam e sem MP3, socorro), uma havaiana chiquérrima (e no meu número!), chocolates do amigo secreto, DVDs da banquinha da Americanas (esses foramauto-presentes, Madagascar + Aventura de Natal dos Pinguins e Superman Returns), a avestruz desengonçada porém cremosa que ilustra este post e uma Melissa Aranha pink LINDA que ele me deu.

Me apaixonei louca e desesperadamente por uma Melissa Hello II vermelha que, mesmo sendo 39/40, coube direitinho no meu pé, a desgraçada. Alguém quer me chamar pra sair, só pra eu ter um motivo pra ir lá e comprá-la? POR FAVOR?

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E todo mundo levou pra casa a cremosidade dos meus mini-cookies de castanha-do-pará com chocolate e gingerbread cookies. Agradabilíssimos.

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Sério que teve Mc Lanche Feliz do Madagascar, com os bichinhos em pelúcia, e eu perdi? Louca pra colocar mais um pinguim na minha prateleira. Sem falar que eu adoraria ter Gloria e Melman em pelúcia pra colocar os dois pra se estapear aqui. Louca.

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Quer dizer, deu pra ver como é a fauna local né? Deu pra ver porque eu não faço o social com outros jundiaienses né? Então.

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De boa, vão precisar abrir uma nova ala no inferno pra mandar a gente viu?

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Demorei tanto pra escrever o post que todo mundo chegou em casa, e a putaria cremosidade reunião da diretoria continua no twitter neste exato momento.

She-nerd comofas//

Porque os chats da liga migraram pro twitter:

@nerdprincess O eletrodoméstico dos meus sonhos agora pode ser comprado na AMPM mais próxima de vocês, em 12x sem juros: http://tinyurl.com/8t5oka

@erikaluthor Ai que graça! Quando eu encontrar a geladeirinha da mesma família por um preço simpático assim vou colocar no quarto =P

@nerdprincess é a idéia. aí, segundo minha mãe, eu nunca mais vou ver a luz do dia.

@erikaluthor Pra que luz do dia? Estraga a pele!

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