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Meu Spock em grafite

Completando mais uma tarefa (e porque é divertido passar uma semana olhando pro Zachary Quinto), desenho em grafite do Spock:

Aliás, duas tarefas, porque eu scaneei na minha multifuncional nova.

Comendo a minha broa

Maldita tecnologia, que cria uma relação de amor e dependência com a gente e depois nos abandona. Pela segunda vez na semana o sms2blog enfia meus melhores twitts no cu. Eu lá na Paulista junto com o RedJay achando que a gente tava fazendo muita graça e qdo eu chego em casa descubro que gastei alguns reais à toa (pq além de tudo SMS pro fim do mundo é caro).

Anyway, se o sms2blog quiser lançar um plano pago que funcione de verdade, me chama, mas por enqto tô deixando o serviço de lado.

* * *

A graça toda era que São Paulo atendeu às minhas preces e no finzinho da tarde virou aquele friozinho na capital. Me joguei sem pensar duas vezes no submarino com amarula do Rei do Mate (o equivalente disponível do capuccino com bailey’s). D-e-l-í-c-i-a, mas não tinha Amarula suficiente pra me fazer andar bêbada pela Paulista (só o suficiente pra deixar ele comer a minha broa, três vezes e dizer “oooooooooooooooiiii” pra um branquelo que passou, obviamente de longe o suficiente pra ele não ouvir).

Ou seja, eu passo o dia twittando coisas inúteis e sem graça, mas quando eu saio na rua e arrumo 140 caracteres de piada pronta a coisa não vai. Jóia!

DeliParis e Liberdade

Sábado com encontrinho super raro da Liga: oito pessoas, sendo quatro meninas. A coisa foi tão rara que a Alanie apareceu, provando que não é uma alucinação coletiva que só ocorre na Jedicon xD

No metrô meu horóscopo informava: aquele seria um dia em que eu precisaria controlar meus excessos, especialmente financeiros e alimentares. Ah vá.

Pra começar bem fomos tomar um agradabilíssimo brunch na DeliParis.

Nah, brunch é coisa de gente fina, e a gente é gente pheena. Todos os presentes conversando em voz baixa e na nossa mesa piadas de humor duvidoso sendo contadas. Mas acho que mais engraçado do que qualquer piada foi o Frank declarando “eu quero que o cu de vocês pegue fogo”. Gente, quebramos o menino, vocês não têm noção (quer dizer, que bom né?).

Voltando à DeliParis… buffet variado a R$ 18,90 por pessoa, com pães, frios, suco, frutas, leite, crepes, bolos, tortas… rolou uma espionagem industrial na quiche e sim, eu tô fazendo direitinho. Tarte tatin eu nem pedi porque já aprendi a fazer em casa (o que é tipo o cúmulo da moça prendada porque a receita foi criada por duas irmãs solteironas com muito tempo livre, kill me now). É tanta coisa boa que você quer comer tudo de uma vez e aí explode.

De lá fomos pra Liberdade – pra ser mais específica, pra Ikesaki porque eu tava louca pra comprar esmaltes e lá é meio o paraíso pra isso. Nem olhei os outros dois andares da loja com calma (até porque se eu fosse prestar atenção no andar de coisas pra cabelo eu não sei como traria tudo pra casa, muito menos como eu pagaria pela compra). Saí de lá com OITO esmaltes, incluindo um laranja e dois azuis (que eu não gostei muito, ainda vou acabar comprando outro), fora duas bases (“de quem é esse rosa bunda aqui, não é meu não… ah é a minha base”).

Mais detalhes sobre esmaltes ao longo da semana.

O engraçado é que os meninos super ficaram bem dentro de um paraíso feminino com três andares. Nem foi uma tortura pra compensar todo o tempo que eles gastam falando de Naruto nem nada.

Se não fosse o calor monstruoso que fazia ontem a gente teria aproveitado a Liberdade muito mais. E aquelas lojas de comidinhas japonesas? Não, chega a ser pecado entrar só pra comprar água nacional né? Tá, pra ser sincera eu comprei um chiclete de blueberry e um delicioso de café (as duas únicas fotos pra ilustrar o post, eu super deveria ter tirado uma foto da DeliParis com o celular) e um sorvetinho de blueberry muito bom, mas não melhor que melona.

Sou super a favor de voltarmos pra Liberdade quando o calor maldito der uma amenizada. Vale só pela quantidade louca de coisas da Pucca que tem por lá (agora eu tenho um carregador de pilhas novo, vou juntar tudo o que eu tenho da Pucca, fotografar e colocar no blog). Meu novo mantra é “eu não preciso de mais uma bolsa vermelha da Pucca”, pelo menos não enquanto eu não tiver alguma coisa vermelha pra combinar nos pés (nem tô falando da Melissa, pode ser um All Star vermelho mesmo).

Depois, ficamos um pouco no Centro Cultural (amo muito) e de lá fomos jantar no Shopping Paulista. É, jantar depois de bater vários pratos de pedreiro na DeliParis. Buffet no Mei Mei (mas sem condições de repetir a comida que eu sou ogra mas não sou duas).

A volta pra casa foi possivelmente a melhor viagem de Cometa que eu já fiz na vida: ônibus com pouquíssimas pessoas, o bêbado na minha frente não conseguiu inclinar o banco pra cima de mim e tava uma lua linda na estrada. Quando chegamos na rodoviária eu pensei “merda, já acabou?”, porque todas as viagens de Cometa deveriam ser agradáveis desse jeito. Fora o sentimento de “cara, como eu amo essa cidade” quando eu pisei em Jundiaí (o que é fácil se você considerar que a parte baixa da Vila Arens é um bairro limpinho e deserto a noite). Sou absurdamente apaixonada por São Paulo, mas o melhor de todas as idas pra capital acaba sendo sempre a volta pra casa…

Seinfeld

Situação atual da pasta de downloads no HD:

* Meia dúzia de filmes com a legenda fora de sincronia, mas que eu quero assistir.

* Uma preguiça monstra de ver a Trilogia das Cores, que eu provavelmente vou apagar já apaguei porque né, cinema francês chato não rola.

* The Oxford Murders, um suspense que eu consegui assistir por meia hora antes de jogar na lixeira. Muita gente falando de matemática, muitos tons de marrom no cenário. Blé.

* Cassandra’s Dream, que apesar do Ewan McGregor só durou 8 minutos no player e foi pro saco também.

* O resto da 9a temporada de Seinfeld, com as legendas fora de sincronia.

Sério, desse HD nada se levará pra próxima encarnação (também conhecida como “o dia em que finalmente eu vou formatar essa belezinha”). Mas vamos lá terminar de ver Seinfeld, que é meta de vida.

Assistir Seinfeld não é sacrifício, só que desde a metade da 8a temporada eu não encontro as legendas certas e preciso assistir cada episódio com o bloco de notas aberto do lado. Aí eu acabava tentando assistir sem a legenda, e quando não entendia uma frase ia procurá-la no arquivo .srt, e me perdia, e era uma merda.

Enfim, Seinfeld é o tipo de seriado pra se assistir quando não quer fazer força. Chegou na última temporada, as idéias acabaram, então fizeram um episódio duplo só com as melhores cenas, e um episódio duplo final que é basicamente outro apanhado das melhores cenas encaixadas numa história metida a engraçadinha com um finalzinho *bem* tosco.

Quando você pára pra prestar atenção, a história toda – ou a falta de história – é boa justamente porque pode acontecer com qualquer um. E acontece. Simples assim. Agora, como isso dura tanto tempo no ar, sinceramente pra mim é um mistério.

* * *

Próxima série pra encarar: Simpsons. Ou não.

Bienal comofas//

Acabei de chegar em casa, fui na Bienal do Livro com o eles dois.

Vamos encher a boca pra dizer com gosto: estava uma BOSTA!

Parece até piada, mas o Submarino tinha um estande cheio de livros, mas só vendia pela Internet.

Really? Seriously?

A Saraiva tava lotada e nada tinha preço. Tinha uma editora lá com uma atendente do lado dos livros, tabela na mão, se vc quisesse saber o preço precisava perguntar pra ela. Muito digno ter um trabalho que pode ser executado por uma folha de sulfite e uma caneta bic.

Não vi estande de livros de design, mas tinha um lindo, enorme, onde metade dos livros eram chick-lit. Lá dentro o Férias da Marian Keyes, que eu já li mas é o único que eu ainda não tenho, custava 55 dinheiros. No Submarino tá R$ 38.

Aí eu pensei “ótimo, tô aqui pra completar minha coleção do Discworld na Conrad. E este, senhoras e senhores, era o estande da Conrad:

Uma pracinha com crianças, idosos e um sorveteiro!

O que salvou um pouco foi o estande da Comix. Lá eu comprei o Quadrinhos e Arte Sequencial do Will Eisner, que eu já tinha em PDF, mas tudo bem porque eu gosto de livro em papel, e O Senhor da Foice, por R$ 27. Eu não quis comprar o Quando as Bruxas Viajam porque tava sujinho, mas no fim o que eu comprei também tava, me arrependi de não comprar.

Mais duas coisas que eu vi na Comix e meu gellerismo não deixou comprar: o Liberty Meadows, porque só tinha o primeiro volume e sabe-se lá quando vai sair o resto, e o Estranhos no Paraíso, que além de eu não saber a ordem dos volumes pelas capas porque eu li tudo online, cada exemplar era de um tamanho diferente.

E no fim eu acabei voltando pra casa sem meu dicionário de informática em francês. Ele existe tá? É que sério, eu esperava encontrar na Bienal por um preço com dois dígitos.

Comida, claro, muito cara, mas a raspadinha e o favinho valeram a pena. O busão de graça entre a Bienal e a Tietê tinha uma fila imensa, mas tava bem rápido (e eu acabei descobrindo que tem um Rei do Mate na Tietê, só falta um McDonalds agora \o/).

Próxima Bienal? Provavelmente não vou. Ao invés de passar meses juntando dinheiro pra um evento meia boca, eu prefiro deixar o dinheiro disponível pra quando rolar *a* promoção em alguma loja na Internet com alguma coisa interessante.

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