Arquivos de March de 2010

Coco

Da série “constrangimentos que outros idiomas podem nos causar em títulos de posts”…

Coco (2009)

Baixei essa comédia francesa, Coco (Coco, 2009), meio com o pé atrás. Sério, olha a cara do protagonista. O tipo de pessoa que me irrita só pelo simples fato de existir. Achei que não aguentaria nem 5 minutos do filme, mas acabei assistindo tudo (principalmente por falta de outra coisa pra ver).

Coco é um milionário que se acha dono de Paris. Não dá pra dizer que ele é excêntrico, porque ele passa desse limite com folga. Por exemplo, ele vai fazer o bar mitzvah do filho num domingo e quer que o prefeito declare feriado no dia seguinte para as pessoas aproveitarem melhor a festa. E o prefeito obedece.

Mas de comédias européias a gente não pode esperar muita coisa. Não tem momentos gargalhadas extremas. E também não tem muita história. Só dizem que o Coco ficou rico inventando um tipo de água meio metida a besta. O que ele fazia antes disso? E que fim ele leva? Ninguém sabe, o filme não responde.

A vantagem desses filmes é que por pior que sejam eu sempre aproveito para treinar o francês, pelo menos.

tags:

Quando Me Apaixono (Then She Found Me)

Quando Me Apaixono (Then She Found Me)

Tem um tempão já que eu vi esse filme, mas tô relapsa.

Peguei Quando Me Apaixono (Then She Found Me, 2007) porque tinha o Colin Firth no elenco. Apesar de ser de 2007, acho ele só entrou em cartaz em alguns cinemas aqui no Brasil este ano (e nem o Rubens Ewald Filho tinha ouvido falar dele durante esse tempo, quer dizer). No Submarino tem o blu-ray importado.

Mas então. Tem a Helen Hunt (que dirige seu primeiro filme), que já tá meio passada e precisa urgentemente ganhar um kilo ou dois pra ver se ela perde esse rosto de múmia ressecada. Ela se casa com o seu melhor amigo. Louca pra engravidar e não consegue, a família insiste pra ela adotar uma criança – só que ela foi adotada, e quer gerar uma criança porque acha que o amor que os pais deram pra ela e pro irmão foi diferente. Mas ela toma um pé na bunda do marido. E no dia seguinte a mãe dela morre. Mas a mãe biológica aparece (daí o título original e a Bette Midler ajoelhada no cartaz). E ela se apaixona pelo pai de um aluno (no caso o Colin Firth). A graça da história é que acontece tudo ao mesmo tempo. E depois começam os spoilers, que não tem graça contar.

Apesar de bem dramático, é um filme bonito.

tags: ,