Da série “constrangimentos que outros idiomas podem nos causar em títulos de posts”…
Baixei essa comédia francesa, Coco (Coco, 2009), meio com o pé atrás. Sério, olha a cara do protagonista. O tipo de pessoa que me irrita só pelo simples fato de existir. Achei que não aguentaria nem 5 minutos do filme, mas acabei assistindo tudo (principalmente por falta de outra coisa pra ver).
Coco é um milionário que se acha dono de Paris. Não dá pra dizer que ele é excêntrico, porque ele passa desse limite com folga. Por exemplo, ele vai fazer o bar mitzvah do filho num domingo e quer que o prefeito declare feriado no dia seguinte para as pessoas aproveitarem melhor a festa. E o prefeito obedece.
Mas de comédias européias a gente não pode esperar muita coisa. Não tem momentos gargalhadas extremas. E também não tem muita história. Só dizem que o Coco ficou rico inventando um tipo de água meio metida a besta. O que ele fazia antes disso? E que fim ele leva? Ninguém sabe, o filme não responde.
A vantagem desses filmes é que por pior que sejam eu sempre aproveito para treinar o francês, pelo menos.
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Tem um tempão já que eu vi esse filme, mas tô relapsa.
Peguei Quando Me Apaixono (Then She Found Me, 2007) porque tinha o Colin Firth no elenco. Apesar de ser de 2007, acho ele só entrou em cartaz em alguns cinemas aqui no Brasil este ano (e nem o Rubens Ewald Filho tinha ouvido falar dele durante esse tempo, quer dizer). No Submarino tem o blu-ray importado.
Mas então. Tem a Helen Hunt (que dirige seu primeiro filme), que já tá meio passada e precisa urgentemente ganhar um kilo ou dois pra ver se ela perde esse rosto de múmia ressecada. Ela se casa com o seu melhor amigo. Louca pra engravidar e não consegue, a família insiste pra ela adotar uma criança – só que ela foi adotada, e quer gerar uma criança porque acha que o amor que os pais deram pra ela e pro irmão foi diferente. Mas ela toma um pé na bunda do marido. E no dia seguinte a mãe dela morre. Mas a mãe biológica aparece (daí o título original e a Bette Midler ajoelhada no cartaz). E ela se apaixona pelo pai de um aluno (no caso o Colin Firth). A graça da história é que acontece tudo ao mesmo tempo. E depois começam os spoilers, que não tem graça contar.
Apesar de bem dramático, é um filme bonito.
tags: Quando Me Apaixono, Then She Found Me