Com só alguns anos de atraso assisti ontem Casamento Grego (My Big Fat Greek Wedding, 2002). Gostei, achei divertido, mas não achei óóó a comédia da década como eu lembro que as pessoas trataram esse filme quando ele foi lançado.
Sei lá, vai ver que eu não acho assim tão absurdo ter uma família que te faz passar vergonha. Não no mesmo sentido que a família da Toula, mas em algum outro sentido.
Enfim, eu também tô curiosa pra assistir o outro filme da Nia Vardalos, My Life In Ruins, então já comecei a entrar na temática grega desde já.
tags: Casamento Grego, My Big Fat Greek Wedding
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Não, porque vamos combinar: não é todo dia que o Submarino acerta nas promoções. Às vezes você entra lá e não tem nada que preste por um precinho camarada.
Mas hoje não é o caso. Não achei nada da minha wishlist lá (não procurei direito porque eu só tenho R$ 2 de saldo, haha) mas eu vi lá O Diabo Veste Prada, Muito Bem Acompanhada Orgulho e Preconceito, Bridget Jones, Matrix (amo), o filme dos Simpsons (disponível também com pipoca de brinde), V de Vingança, Kill Bill, O Código da Vinci (eu gosto, me processe). Tem os clássicos como A Vida É Bela, A Noviça Rebelde e O Silêncio dos Inocentes. Tem até filminho nacional tipo Se Eu Fosse Você.
É muito filme comprável, se eu for ficar fazendo a lista aqui a promoção acaba antes do post ir pro ar. Vai lá.
Fazia tempo que não rolava um jabá time do Submarino aqui né? O que a necessidade de dinheiro não faz com a pessoa, hahaha
Daqui a pouco é final de semana de novo e eu não postei sobre o filme que eu assisti na Cultura outro dia, Todas as Cores do Amor (Goldfish Memory, 2003). É um romance muito bonitinho, que conta várias histórias de pessoas ligadas entre si e como elas lidam com relacionamentos. Tipo a guria que quer ter um relacionamento aberto com meninos e meninas e fica brava quando a namorada dela não aceita, mas depois de um tempo a namorada que não aceita um relacionamento aberto é ela.
Quando a gente joga o nome do filme no Google ele aparece resenhado em vários sites gays e lésbicos (lésbicos, existe assim no masculino, sites lésbicos?). Tem sim um casal de gays, a lésbica romântica que quer casar e ter filhos, mas o foco das histórias é mais no relacionamento em si do que na opção sexual dos personagens. Meio Simplesmente Amor, só que europeu (o filme é irlandês se eu não me engano).
A Cultura tá passando uns filmes muito bons nas madrugadas de final de semana, mas putz, acaba descontrolando o meu sono pro resto da semana. Isso quando eu não encontro House passando na Record. Não qualquer House, a 3a temporada de House que era muito mais foda do que é agora – o episódio em que o House vai operar um bebê ainda na barriga da mãe e o bebê pega na mão dele, *e* o episódio em que ele tá num avisão com a Cuddy e um coreano passa mal. Sim, dois episódios na sequência. E 90% das coisas legais da tevê aberta começam depois das 23h. Depois que a gente precisa se arrastar da cama no dia seguinte…
tags: Goldfish Memory, House, Todas as Cores do Amor