DeliParis e Liberdade
Sábado com encontrinho super raro da Liga: oito pessoas, sendo quatro meninas. A coisa foi tão rara que a Alanie apareceu, provando que não é uma alucinação coletiva que só ocorre na Jedicon xD
No metrô meu horóscopo informava: aquele seria um dia em que eu precisaria controlar meus excessos, especialmente financeiros e alimentares. Ah vá.
Pra começar bem fomos tomar um agradabilíssimo brunch na DeliParis.
Nah, brunch é coisa de gente fina, e a gente é gente pheena. Todos os presentes conversando em voz baixa e na nossa mesa piadas de humor duvidoso sendo contadas. Mas acho que mais engraçado do que qualquer piada foi o Frank declarando “eu quero que o cu de vocês pegue fogo”. Gente, quebramos o menino, vocês não têm noção (quer dizer, que bom né?).
Voltando à DeliParis… buffet variado a R$ 18,90 por pessoa, com pães, frios, suco, frutas, leite, crepes, bolos, tortas… rolou uma espionagem industrial na quiche e sim, eu tô fazendo direitinho. Tarte tatin eu nem pedi porque já aprendi a fazer em casa (o que é tipo o cúmulo da moça prendada porque a receita foi criada por duas irmãs solteironas com muito tempo livre, kill me now). É tanta coisa boa que você quer comer tudo de uma vez e aí explode.
De lá fomos pra Liberdade – pra ser mais específica, pra Ikesaki porque eu tava louca pra comprar esmaltes e lá é meio o paraíso pra isso. Nem olhei os outros dois andares da loja com calma (até porque se eu fosse prestar atenção no andar de coisas pra cabelo eu não sei como traria tudo pra casa, muito menos como eu pagaria pela compra). Saí de lá com OITO esmaltes, incluindo um laranja e dois azuis (que eu não gostei muito, ainda vou acabar comprando outro), fora duas bases (“de quem é esse rosa bunda aqui, não é meu não… ah é a minha base”).
Mais detalhes sobre esmaltes ao longo da semana.
O engraçado é que os meninos super ficaram bem dentro de um paraíso feminino com três andares. Nem foi uma tortura pra compensar todo o tempo que eles gastam falando de Naruto nem nada.
Se não fosse o calor monstruoso que fazia ontem a gente teria aproveitado a Liberdade muito mais. E aquelas lojas de comidinhas japonesas? Não, chega a ser pecado entrar só pra comprar água nacional né? Tá, pra ser sincera eu comprei um chiclete de blueberry e um delicioso de café (as duas únicas fotos pra ilustrar o post, eu super deveria ter tirado uma foto da DeliParis com o celular) e um sorvetinho de blueberry muito bom, mas não melhor que melona.
Sou super a favor de voltarmos pra Liberdade quando o calor maldito der uma amenizada. Vale só pela quantidade louca de coisas da Pucca que tem por lá (agora eu tenho um carregador de pilhas novo, vou juntar tudo o que eu tenho da Pucca, fotografar e colocar no blog). Meu novo mantra é “eu não preciso de mais uma bolsa vermelha da Pucca”, pelo menos não enquanto eu não tiver alguma coisa vermelha pra combinar nos pés (nem tô falando da Melissa, pode ser um All Star vermelho mesmo).
Depois, ficamos um pouco no Centro Cultural (amo muito) e de lá fomos jantar no Shopping Paulista. É, jantar depois de bater vários pratos de pedreiro na DeliParis. Buffet no Mei Mei (mas sem condições de repetir a comida que eu sou ogra mas não sou duas).
A volta pra casa foi possivelmente a melhor viagem de Cometa que eu já fiz na vida: ônibus com pouquíssimas pessoas, o bêbado na minha frente não conseguiu inclinar o banco pra cima de mim e tava uma lua linda na estrada. Quando chegamos na rodoviária eu pensei “merda, já acabou?”, porque todas as viagens de Cometa deveriam ser agradáveis desse jeito. Fora o sentimento de “cara, como eu amo essa cidade” quando eu pisei em Jundiaí (o que é fácil se você considerar que a parte baixa da Vila Arens é um bairro limpinho e deserto a noite). Sou absurdamente apaixonada por São Paulo, mas o melhor de todas as idas pra capital acaba sendo sempre a volta pra casa…