Arquivos de Dezembro de 2008

Un Baiser S’Il Vous Plaît


Ainda deu tempo de ver mais um filme antes de sair pro já tradicional e tedioso reveillon da família: Um Baiser S’Il Vous Plaît.

Vê, isso é comédia romântica (embora tenha peitos e bundas, é dentro do contexto). Claro, sendo um filme francês é de se esperar que os protagonistas passem coisa de 10 minutos falando e teorizando sobre uma trepada. Mesmo assim.

A história é assim (com spoilers!): tem esse casal de amigos, muito amigos mesmo. Ele é viciado em sexo, mas rola todo um eufemismo pra descrever a situação. Do gênero chamar prostituta de “um tipo de enfermeira pra esse seu problema”. E não, nenhuma prostituta apareceu vestida de enfermeira. Então eles resolvem resolver a situação entre eles. E aí dá caca, porque ele tem namorada e ela é casada. Mas é uma caca fofa e muito divertida.

Segundo filme que eu vejo com essa moral da história ultimamente.

Uma pena que não tenha saido em DVD no Brasil.

Então 2008 acabou…

Apesar de não ver muito sentido no “ritual de passagem” do ano novo, eu sempre acabo me contagiando. Como se o réveillon fosse uma deadline universal, eu saio tentando eliminar pendências e fazer planos pro ano seguinte.

Aí nessa vibe eu resolvi fazer o mais clichê de todos os posts de dezembro: o balanço de final de ano.

O trabalho foi um pouco melhor em 2008. Teria sido bom se entre agosto e outubro não tivesse rolado um hiato maldito. Tá, alguns clientes me deixaram louca maluca insana a ponto de eu querer largar o design: duas tentativas de calote, e uma furadinha agora no final do ano. Pra 2009 eu preciso de mais clientes fixos. Ou um emprego de verdade (quer dizer, eu mesma fico repetindo que eu não tenho um emprego de verdade, toda uma vibe negativa lançada no universo).

Dei uma caminhada com a colorização. Muita vontade de me bater porque eu não voltei pro curso de desenho e não me dediquei de verdade na hora de estudar por conta própria. Uma besta anta cretina. Mas pelo menos eu fiquei razoavelmente boa no Photoshop e no WordPress.

Continuo estudando francês, o que é maravilhoso porque eu sou apaixonada pelo idioma. Tomei alguns coiós da professeur porque eu ando falando muito pouco na aula.

A lista de 101 coisas caminhou super devagar, shame on me.

A família aumentou tão rápido que eu nem tirei foto de todo mundo – apesar dos meus dois pequeticos terem me dado susto (e desfalque com a conta do veterinário). Depois que a minha branquinha morreu eu jurei que não queria mais pet porque caralho, doeu demais, só que bicho é meu ponto fraco. E Petita Maria, que todo mundo achava que era um menininho fresquinho e era uma menininha, a cópia exata da mãe.

Vida social continua inexistindo. E como o fundo do poço é uma lenda urbana, eu vou lá e arrumo uma pretendência platônica pra deixar a cena ainda mais patética. A graça de ser uma pessoa que enjoa rápido das coisas é que eu enchi tanto o saco alheio que o meu próprio saco não aguenta mais o assunto.

* * *

Pro ano que vem a única promessa que eu faço é diminuir a quantidade de seriados que eu acompanho. Simples assim. Nada de promessas do tipo “abandonar a vida sedentária” ou “voltar a me vestir feito mulherzinha”. Apenas uma promessa absolutamente realizável.

update: Vou seguir a lista de não-promessas pra 2009 da Fal. Exceto pela parte do cigarro, porque eu obviamente odeio cigarro do fundo do meu útero.

 

Este post faz parte da décima tarefa do Desafio 21 Dias, escrever o último post do ano. Contamos com a colaboração de Murphy pra não me desmentir nas próximas semanas mmmk?

Bolt


Então eu pensei “não vou assistir Marley e Eu no cinema porque não quero chorar em público.

Mentira, eu teria ido assistir no cinema se aqui em Jundiaí não estivessem exibindo o filme dublado. Ah colé minha gente, vai cair o pinto, ou a mão, ou a cabeça fazer um esforcinho pra ler a legenda? Acho que não hein? Mas também, pelo nível dos frequentadores do Maxi Shopping depois das 16h eu me pergunto se aquelas pessoas sabem ler. Mas de qualquer jeito eu não acho que aquelas pessoas estão interessadas num filme sobre cachorro.

Enfim… peguei Bolt, que aqui em Jundiaí também só está sendo exibido dublado. Quem é que chora numa animação, não é mesmo minha gente?

Eu choro.

Bolt é um super cachorro. Aí acontecem coisas, que são spoilers, e ele se perde da sua dona. Bolt vai parar muito longe de casa, faz amigos, influencia pessoas, bla bla bla. Muito fofo, mais um DVD que acaba de entrar pra wishlist (considere que eu provavelmente vou pagar por esse DVD – original – ainda menos do que por uma entrada de cinema, então eu não acho que a pirataria seja realmente uma coisa ruim pra Disney).

Talvez eu tivesse deixado de assistir se soubesse que a Hanna Montana é que dubla a dona do Bolt. O que seria uma grande besteira porque (1) a menina aparece bem pouco e (2) não dá pra fazer aquele bico nojento enquanto dubla uma animação, então beleza, sem preconceitos.

My Best Friend’s Girl


Toda uma temdemcia atual esse estilinho de comédia romântica né? Pra não ser etiquetado como “filme pra mulherzinha”, os caras colocam uns peitos, umas bundas, uns palavrões, umas insinuações de porn e voilà, um filme que o garotão super pode levar a namorada pra assistir sem ser considerado viado.

Esse Amigos, Amigos, Mulheres à Parte é assim. Tem esse cara, Tank, que é todo gostosão, e ganha a vida saindo com garotas a pedido dos ex-namorados dela. A idéia é promover um encontro tão ruim que elas voltam correndo pro ex. Aí ele é contratado pelo melhor amigo.

Previsível. Muito. Quando a melhor amiga da protagonista abre o bauzinho eu já sabia exatamente qual seria o final do filme. Isso nem é necessariamente ruim – aliás, o filme é até um passatempo bonzinho. Mas eu sinto falta das comédias românticas mulherzinha. Meg Ryan, volte!

Também me irrita um pouco o fato de todos os cartazes de filme atualmente terem essa aparência de Photoshop Disaster, cada ator numa proporção diferente, olhando pra uma direção absolutamente aleatória. Brevê pra operar Photoshop now!

A Princesa Apaixonada, A Princesa à Espera

No dia 25 eu terminei de ler A Princesa Apaixonada. Até agora é o mais fofo dos três. Do tipo ai meu deus que coisa mais fofa!!!

Michael Moscovitz é possivelmente um dos nerds mais gracinha da ficção (bom, não terminei de ler a série inteira, mas acredito que ele não vá fazer nenhuma grande caca até o final, já que ele é meio que o nerd encantado da princesa).

 

Próximo livro, A Princesa à Espera. Começa bem chato, a Mia só faz mimimi. Ela reclama tanto que todo o pedaço que ela passa na Genovia passa meio batido, sem muitos detalhes. Depois, ela passa um bom tempo reclamando que não tem talento nenhum. Mas o final é bem legal, muito nerd, porque afinal a modinha nerd já tem alguns anos.

 

Entre o quarto e o quinto volume tem um intermediário, chamado O Projeto da Princesa, que não saiu no Brasil ainda (mas tá lá no 4shared, rá). É sobre uma excursão de 5 dias da escola em que a Mia e os amigos dela vão pra um acampamento ajudar a construir casas para famílias de baixa renda. É bem curtinho, acho que eu levei uns 15 minutos pra ler. Finalmente a Grandmère dá uma dentro. E o nome que escolhem pro bebê da família que ganhou a casa é impagável.

* * *

Uma coisa que eu reparei na série é que a formatação do livro físico faz uma falta enorme quando a gente vai ler no celular. Eu vi metade da série numa livraria e os livros ficam simplesmente lindos assim, em ordem, na prateleira. Tô super na dúvida se a série entra pra minha wishlist ou não…

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