Meu critério pra assistir filmes franceses é bem simples: qualquer coisa que apareça no legendas.tv e não seja um drama profundo, eu tô assistindo.
Aí pra começar a diminuir o volume de coisas pra fazer backup eu assisti Je Vous Trouve Très Beau – é, tem pra vender no Submarino. Claro que os filmes franceses que eu realmente gosto não estão a venda né? Mas é uma historinha até que bonitinha…
Tem esse fazendeiro coroa que vive com a mulher, que cuida da casa e dos animais da fazenda. Aí a mulher morre e ele vai procurar outra pra ajudá-lo no serviço. Na Romênia. Uma imigrante novinha e bonitinha.
Eu achei um filme bem fofo, mas a música tema vale mais do que a história inteira. Agradeço a São Google pela graça do MP3 alcançada:
Boomp3.com
Meu pendrive é uma merda.
Um buraco negro de 4GB, tudo o que eu coloco lá dentro simplesmente não abre mais. Ou some. Perdi o áudio de uns livros em francês (que eu nunca vou ler mas e daí) porque os arquivos .rar e .zip não abrem, o backup dos sites que eu ainda não joguei num DVD, e mais alguns arquivos menores que também não foi nenhuma tragédia perder, mas colé, se eu quisesse perder esses arquivos eu guardaria tudo na lixeira, não no pendrive!
E se eu usasse o pendrive pra trazer arquivos do trabalho pra casa, pra terminar um job urgente? E se eu comprasse um HD USB pra guardar coisas realmente importantes? (bom, aí eu não compraria o HD na Sta Ifigênia, né não?).
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Enfim, tô me preparando psicologicamente pra formatar o computador. Tô com uma listinha de coisas pra salvar há meses, sempre que eu lembro de alguma coisa eu coloco lá. Porque toda vez que eu formato o computador eu perco alguma coisa, e dessa vez que sei que não vai ser diferente, mas eu tô me esforçando.
Meu HD tem 250GB, então as minhas tralhas (filmes, seriados, imagens, fontes, e-books e músicas) vão pra uma outra partição. Que eu só vou criar depois que fizer o backup do essencial, os trabalhos. Que eu só vou poder fechar no final de semana. Se eu tivesse um pendrive honesto eu copiaria esses arquivos pra lá, criaria a partição pros backups maiores e começaria a formatar tudo amanhã, mas não, meu pendrive é uma bosta.
E domingo eu vou ser mesária, o que meio que atrapalha a minha vida.
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Se eu fizer alguma cagada, eu não vou sumir porque eu tenho o notebook e outro PC e o computador do meu pai pra abrir o blog/twitter e desfiar alguns palavrões. Eu poderia dizer “mas que cagada eu poderia fazer, eu já formatei meus computadores trocentas vezes desde sempre”, mas né, Murphy pode escutar, deixa quieto.
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Sem mais para o momento, vou alimentar as crianças e em seguida vou me digirir até a agência dos correios mais próxima para enviar documentos de vital importância para a humanidade: figurinhas da Pucca. Na volta vou passar no supermercado e me abastacer de amor porcarias para o final de semana.
Oficialmente tirando o resto da tarde pra dar uma voltinha, foda-se, e daí.
A Internet me deixa exigente. Meio intolerante talvez.
Não gostou das primeiras faixas de um CD? Apaga. Não tá achando graça no filme? Apaga. Não é preciso honrar o dinheiro que foi gasto no CD ou no ingresso. Com livros eu sempre fui bem seletiva, até porque chick-lit é cara, mas agora que eu descobri o maravilhoso mundo dos e-books no celular, esquece. Se o livro não me prender logo de cara provavelmente eu não vou me dar ao trabalho de ler até o final, quanto mais de comprar um exemplar pra colocar na prateleira.
Porque eu comecei a ler Em Seu Lugar há mais de um mês, mas a coisa não foi. Não que a história seja ruim, ou mal contada: eu só não me identifiquei muito.
Porque sério, eu acho meio hipócrita essa coisa de “ela é minha irmã, ela é insuportável, mas a gente se ama”. Não entendo o amor incondicional por um membro da família que não faz por merecer. Em parte isso acontece porque eu não tenho irmãos e não tenho idéia de como isso funciona, mas muito provavelmente isso vem do meu egoísmo.
Enfim, o livro não tava fluindo, resolvi assistir o filme. Até onde eu li, a adaptação foi bem fiel. E eu achei o filme bem bonito.
Na real é que assim, eu tô meio cansada da personagem linda e descolada dos chick-lits. Não quando elas são lindas e descoladas e acabou, mas quando elas pisam na cabeça da não-tão-linda e não-tão-descolada, ou arruinam os seus sapatos, ou fodem as suas vidas, e tá tudo bem. Me dá no saco mesmo, quando a história começa com essas bostas eu já me desinteresso. Imagina que se é comigo uma irmã que vem invadir o meu apartamento e o meu guarda-roupa eu vou achar isso aceitável porque “ela é minha irmã, minha melhor amiga, bla bla bla meu cu”. Mas, de novo, filha única, sem experiência em amores fraternos incondicionais.