A Internet é a coisa mais miguxa que existe né?
Como tá difícil de completar o álbum de figurinhas da Pucca sozinha – e eu meio que me recuso a participar daquelas trocas de figurinhas na pracinha, porque gente, 26 anos, 1,75m de altura, nem pega bem ir trocar figurinha com as crianças na pracinha – eu fui fazer uns contatinhos numa comunidade do orkut.
Todo mundo muito simpático, se entendendo muito bem. Já combinei troca com 3 meninas, e acabei de mandar e-mail pra mais uma. Amanhã vou no correio deixar as primeiras cartinhas.
E que coisa fofa escrever cartinha. Folha de fichário decorada (o papel de carta do novo século), da Pucca, óbvio. Escrever à mão, com aquela letra maldita de quem digita quinze palavras por segundo e só pega uma caneta pra fazer sketch de layout.
Tô até imaginando a cara da atendente do Correio amanhã quando eu chegar com 4 cartas sociais. Qto tá custando uma carta social? Ainda custa 1 centavo? Pq né, acho que eu vou deixar 1 real pelo aborrecimento. Ou mandar por correio normal, só pra não ficar chato. Ou sair por aí pedindo o endereço de todo mundo que eu conheço até dar uns 50 centavos de carta social xD
Quer receber uma carta minha? Me passa o teu endereço em pvt ainda hoje até umas 10 da noite que eu mando =P
Eu não sei se eu fui uma adolescente babaca que achava graça de qualquer coisa e agora sou uma tia velha, ou se Austin Powers foi o tipo de filme que o Mike Myers nunca mais vai conseguir fazer na vida.
Só sei que O Guru do Amor é uma bosta.
Não que eu não tenha dado várias gargalhadas durante o filme, mas é que gente, toda aquela coisa das piadinhas clichês envonvendo desenhos de pinto, coisas saindo e entrando do cu, trocadilhos… cansa, sabe? Uma coisa meio Austin Powers encontra Bollywood encontra uma dose extra de piadinhas ruins. Só terminei de assistir porque eu tava fazendo umas colagens aqui do lado e deixei o filme passando enquanto eu recortava papelzinho.
Não vale o download, muito menos um eventual ingresso no cinema.
Ah, essa vida dupla, não é mesmo minha gente?
Aí que eu fiz esse layout fofura pro blog do meu irmão e não posso colocar no portfolio porque, apesar de ter nada modestamente adorado o meu trampo, ele faz parte da nossa vida obscura de pessoas chochadoras.
Não pergunte.
Mas como meu ego é grande demais pra eu deixar pra lá, senhoras e senhores, meu trampinho mais recente:
Sim, eu faço parte do layout. Eu e a minha filha. Aliás, o desenho ficou incrivelmente realista. O avatar que eu andei usando esses dias aí, era essa imagem. E como o layout entrou no ar, voltei pro avatar da Francine por mais uns tempos.
Enfim, foi um trabalho à quatro mãos, porque a tirinha foi desenhada pelo dono do blog, então esse layout é quase um pet pra gente. Um bagulhinho que a gente vai defender à dentadas se precisar.