Arquivos de 15 de May de 2008

Divagações sobre o plágio

Sim, aconteceu de novo. Dessa vez eu não fiquei brava porque o site não era meu, só era feito por mim. Tô começando a me acostumar com a sem-vergonhice. Não sei se isso é bom ou ruim, mas enfim.

Como eu não tive um ataque de fúria, eu consegui reparar no seguinte: uma pessoa que pega o layout de outra nunca melhora o trabalho. Claro, pra começar o layout foi feito pra outro site, com outro público alvo, outro conteúdo, um site diferente. Só aí já são 50% de chance de virar cagada.

E depois, a pessoa que rouba o layout alheio faz isso porque não é capaz de desenvolver seu próprio layout, então vai rolar aquela vibe de micreiro. Grandes são as chances de brotarem uns gifs animados e talz. Gif animado, não dá pra acreditar que ainda tem gente que usa gif animado em pleno ano de 2008!

Ou seja, você nunca vai olhar um site chupinhado e pensar “nossa, olha o que o cara fez com o layout! ficou bem melhor que o meu, pq eu não tive essa idéia antes?”. Não. Simplesmente não vai rolar.

Mas sei lá, acho que nas últimas semanas eu fiquei com a cabeça tão ocupada pelo trabalho – e isso é um santo remédio – que eu só tô conseguindo sentir pena do pobre desgraçado.

Telemarketing

Tudo o que envolve um atendente e um telefone é complicado.

Aquelas ligações em que alguém oferece uma oferta imperdível são um pé no saco. Geralmente as pessoas sempre oferecem coisas que você definitivamente não precisa. Eu não preciso de um cartão de crédito, e a última coisa na vida que eu quero fazer é voltar a ser cliente do Unibanco (e não adiantou deixar claro que eu quero que o Unibanco vá pro inferno, porque eles continuam me ligando).

Mas de vez em quando alguém vem com uma oferta boa. O cartão do Submarino por exemplo. Eu queria. Ainda quero na verdade. Não pra usar como cartão de crédito, mas por causa dos descontos nos produtos. Só que eu jamais faria um cartão de crédito com um atendente que me ligou. Como eu vou saber se é do Submarino mesmo? No fim era, e eu não passei a minha conta pra ele, então tive meu cartão recusado. E qdo eu tento fazer o cartão pela Internet, não consigo porque o site do Submarino é um lixo. Amo o Submarino, mas de vez em qdo o site dá uns paus violentos. C’est la vie.

Semana passada me ligaram no celular oferecendo hospedagem. Não era uma coisa aleatória, era uma empresa que me presta serviços avisando que agora vão trabalhar com hospedagem, e estão oferecendo o serviço primeiro para os clientes antigos antes de vender a hospedagem pelo site. O preço era bom, e eu tô precisando urgentemente de uma hospedagem porque não é só blog diarinho dispensável que anda mais fora do ar do que outra coisa: meus sites de clientes também, e isso me preocupa.

Gostei da oferta. Não era um telemarketing aleatório. Era uma empresa conhecida minha, me oferecendo um serviço que eu poderia precisar, e por coincidência precisava muito, mesmo. O plano deles era mais caro, mas iria valer a pena.

Só que isso já tem uma semana! Fechei o negócio por e-mail e ele ficou de me mandar a ativação da conta, só que até hoje nada. Já mandei e-mail pra ele, e não tive resposta. E claro que eu não fecharia um negócio desses por telefone, e muito menos diria pra ele num e-mail “ah, a minha senha é *********, usa a mesma tá”, mas eu fico pensando se a idéia não era essa.

Depois que eu coloco dados falsos no whois de todos os meus sites, tem gente que me critica por isso. Mon cou, ça va?

E se não era golpezinho, que bosta de empresa é essa que te oferece um serviço, e quando você contrata esse serviço eles se fazem de mortos? Porque veja bem, eu não pedi nada, eles é que vieram atrás de mim. O que essa gente tem contra ganhar alguns trocados mensais?

No final, se você analisar bem, telemarketing é tudo a mesma bosta. Coisinha do capeta.

Los Angeles e outros livros

Terminei de ler o Los Angeles da Marian Keyes. Como eu não consigo dizer o que eu achei do livro sem fazer um semi-spoiler, deixa pra lá.

De qquer maneira, Sushi ainda é meu preferido da autora, eu acho.

É que eu não achei o livro digitalizado, pra passar pro celular. Se eu tivesse achado, teria lido no celular mesmo, tem muito tempo que eu tô histérica com o lançamento de um livro novo da Marian aqui no Brasil. Os livros traduzidos por fãs são uma coisa meio porca, vindos dos espanhol com escala no babel fish. Qdo eu achar versões decentes, coloco pra download na minha nova pastinha de livros para Nokia 5200.

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Como agora eu tô sem nada pra ler, vou pegar esses que estão no meu celular. Primeiro A Conspiração do Graal, que me pareceu meio Código da Vinci encontra Deixados Para Trás.

Aliás, eu parei de ler Deixados Para Trás por causa do preço. Só tenho até o sétimo, o oitavo tá custando 42 pilas. Absurdo! Mas eu gosto da coleção o suficiente pra querer ter tudo em papel na prateleira, então nada de e-book.

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Apesar de estar com os três volumes no celular, eu tô querendo comprar A Bússola de Ouro em papel pra ver qual é. Apesar de terem mudado a capa. Não vou fazer o dicursinho anti mudança de capa de livro quando sai o filme hoje.

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E tem o Quando As Bruxas Viajam que foi o primeiro livro que eu terminei de ler no celular, há algumas semanas já. Não que eu vá deixar de comprar o livro de papel, provavelmente no estande da Conrad na Bienal em agosto. Talvez eu leia O Senhor da Foice no celular também, mas espero comprar o livro em papel primeiro. Terry Pratchett rules, eu não vejo a hora de lançarem o próximo livro dele no Brasil.