300
Então que terça feira eu fui à biblioteca municipal, pra doar uns livros repetidos, e vi um exemplar de Os 300 de Esparta na vitrine.
Eu sou contra livro de biblioteca porque acho uma falta total de higiene. Livro pra mim é uma coisa muito particular, muito íntima: detesto emprestar os meus, detesto pegar emprestado dos outros, e nem consigo imaginar por onde alguns livros da biblioteca municipal já andaram.
Mas sabe como é, exemplar de capa dura, aparentemente pouco lido (como se em Jundiaí existissem nerds suficientes pra disputar uma HQ né?).
Bom, aí eu fui e peguei. E perdi a vontade de ver o filme, porque agora eu sei a história.
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Eu não sou uma grande fã de quadrinhos. Gosto de Stranges in Paradise, mas ainda não li até o final. Gosto das tirinhas do Garfield, do Calvin e do Snoopy. Acompanho alguma coisa do Recruta Zero e da Mafalda. Mas acho que isso não me caracteriza como leitora de quadrinhos.
A verdade é que, apesar de adorar o estilo comics de desenho, não gosto de imagens pra me contar uma história. Prefiro um livro bem escrito. Não gosto de livros com figuras, elas interrompem a leitura e distraem.
Pra mim, desenho e texto são duas paixões que não se misturam muito bem.
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Agora, sério. Por que as bibliotecárias são sempre pessoas tão chatas? Ok, elas lidam com pessoas o dia inteiro, crianças debruçadas no balcão brincando com o scanner e mães que não fazem nada, mas poha, será que elas são assim o dia inteiro?
Será que eu estou virando uma bibliotecária de orkut?
Cruzes!