Bebê em fuga
Não, não foi o Petit. Se tivesse sido, eu não estaria viva pra blogar. No máximo estaria em coma na UTI após um enfarte/derrame/chilique.
A gente adotou mais uma calopsita. A mãe dela arrancou todas as penas da coitadinha, e como essa meu pai não vai vender, vai usar pra criar aqui em casa, a gente resolveu terminar de cuidar dela. Assim não tem o problema do apego, pq afinal essa não vai sair daqui daqui (na teoria, rá rá rá).
Fui passear com ela no quintal, pra ela acostumar com o mundo exterior, ao contrário do Petit que tem medo até da própria sombra. De repente ela resolveu sair voando, assim, livre, leve, solta e só com metade das penas do corpo.
Só dava pra ver aquela cruza de ganso com frango de padaria sobrevoando a casa do vizinho.
Um horror. Um horror.
O Petit obviamente assustou e caiu no chão. Enquanto eu enfiava ele na gaiola pra não ter um segundo acidente bati o braço em algum lugar desconhecido e me ralei toda. Tudo isso pra calopsita dar a volta olímpica em cima do telhado do vizinho e voltar pro nosso quintal.
Tudo muito rápido mas muito surreal.
Ok, eu prometo que não xingo mais o povo que compra calopsita e depois liga aqui pra chorar que o bicho fugiu. Só um pouco, talvez.