O Submarino recusou a minha resenha sobre o box da primeira temporada de House.
Aparentemente minha mensagem continha erros gramaticais, spoilers, alusão à concorrência e/ou palavrões. Porque no link com as justificativas “por que recusamos sua resenha?” as explicações são apenas essas.
Não, sério né?
A não ser que a pessoa que filtra as resenhas seja uma florzinha delicada que se ofende profundamente com sarcasmo. Aí eu entendo.
Ok, eu acho que esqueci de incluir entre as críticas à qualidade técnica do DVD alguma coisa do tipo Mesmo assim, Hugh Laurie ainda é capaz de provocar sonhos eróticos com seu médico sarcástico e quarentão. Recomendo.
Sério, eu entendi, a gente precisa morder, arrancar sangue, mas assoprar, trazer merthiolate e chá bom biscoitos.
Tá certo.
Pelo menos cancelaram a devolução do DVD sem o entregador precisar vir até aqui em casa, coitado. Ele não tem nada com isso.
Adoro Ídolos. Não perco um. E em todo intervalo tem a chamada da nova linha S.O.S da Seda.
É uma linha que se propõe a cuidar do estrago causado pelas três coisas preferidas das mulheres: tintura, chapinha e secador.
Pessoalmente eu adoro tingir o cabelo e adoro minha chapinha, mas não sou escrava de nada disso.
Tá.
Aí hoje eu prestei atenção na letra da musiquinha do comercial:
Bye bye love
Bye bye happiness
Hello loneliness
I think I’m gonna cry
Anh?
Vâmo pro Google.
O pior é que a música existe.
Como pode?
O que isso quer dizer?
Seria uma mensagem subliminar plantada no comercial pra atestar o óbvio, que a Seda é uma das piores marcas de shampoo que existem?
Olha, eu até mandaria um email pra eles perguntando, mas a Unilever é a empresa que tem menos consideração pelo consumidor *ever*. Nem mandando livrinho de receita eles apagam essa impressão.
Adoro estar cheia de trabalho. Mesmo.
Mas eu detesto ver meu trabalho sendo mexido por outras pessoas.
Você é contratada e paga pra montar um XHTML validado e quando vai olhar o povo está alinhando elementos com tabela.
Só que eu não sou aluna da USP pra fazer greve nem manitestação. Eu sou meio o oposto de uma aluna da USP.
Que seja então. Não sou eu que vou ter problemas com excesso de tráfego por excesso de lixo no código mesmo…
Mais um season finale – e que season finale hã?
Antes de começar com spoilers, eu só quero deixar registrado que eu estou muito, muito puta com o cancelamento de Veronica Mars, porque esse finalzinho de temporada tem chutado bundas animal, e poha, a gente tem o direito de ver a Veronica no FBI, nem que seja servindo cafezinhos e repondo materiais de escritório de graça mmmk?
Heroes é a grande modinha do ano. Pra uma emissora de tv aberta já estar anunciando a primeira temporada antes dela terminar nos EUA, é porque a coisa é quente. E olha, a Record não teve culpa por ter começado a exibir House da segunda temporada, é que na verdade a Globo engaveta a primeira temporada há anos e provavelmente tem planos de enfiar no cu etc.
Ok, foco.
Assim, eu adorei. Tá bom, assim como várias outras pessoas eu achei que alguns detalhes poderiam ter mudado, todos em volta do Peter (pq ele não voou, pq o Hiro não transportou ele pra longe e voltou?), mas em qualquer hipótese o Nathan sobreviveria, e um político a menos no mundo é um resultado satisfatório.
Mas o que eu gostei mesmo foi daquela insinuada de que o Sylar pode voltar na segunda temporada. Porque é o Sylar né minha gente? E se não voltar no mesmo corpo não tem graça.
Ok, não todas as piores capas, porque a gente sabe que a capacidade humana de se superar é infinita.
Mas olha, só vendo tá? Não tenho palavras. Vai lá.
(se me perguntarem, a minha preferida é o zip zap rap porque só quem mora na periferia sabe como é ver um zé mané que você pode encontrar no ônibus todo dia chegar ao estrelado. me emociona.)
Daqui.