Melancia
Dos livros da Marian Keyes publicados no Brasil, Melancia era o último que faltava pra eu ler. Ainda não tenho o Férias*, que eu li na biblioteca municipal**.
Bom, é o livro mais famoso dela né? Por isso eu não conseguia entender como ele era tão chato no primeiro terço. Chato mesmo, a protagonista só reclama da infelicidade de ter sido largada pelo marido ainda na maternidade (não é spoiler, isso tá na orelha do livro, embora algumas pessoas - às vezes eu - não leiam orelhas).
Enfim, enquanto a próxima leva do Submarino não chegava eu precisava terminar o livro, até pra colocá-lo na prateleira. E não é que chegou uma hora em que a coisa ficou boa de verdade?
Claro, é tudo muito previsível. Mas em termos de cena de pegação, é o melhor livro de todos. Pena que, se a gente pensar que eu li fora da ordem, as cenas de pegação foram na verdade ficando mais fracas a cada livro.
Pena que o o final deu uma esfriadinha. Quer dizer, mesmo assim eu li uns 60% do livro em uma noite. Hellow, Marian Keyes minha gente… 60% de um livro dela significa que eu comecei às 22h e terminei quase às 3h.
Mas valeu. Os finais da autora são sempre os mesmos: a vida da pessoa volta ao normal e não vale mais a pena virar história. Eu achei forçadinho, mas gostei, valeu a pena.
Quando sai o próximo livro dela no Brasil mesmo?
* Férias tá pra virar filme, provavelmente com a Zeta-Jones no papel principal. Adoro ela, acho ela a cara da Rachel, mas a protagonista não era mais… nova?
** Bibliotecas não são pra mim. Quantas pessoas já andaram com o livro pra baixo e pra cima, fazendo sabe-se lá o que com ele? Minha primeira e última experiência com livros públicos foi bem desagradável, porque o livro era encardido e ensebado, e eu sou a pessoa que gosta de ler na cama, em cima do travesseiro. Não nasci pra ter nojo de livro.