Filho meu
É babes, bem dizem que a gente cria os filhos pro mundo, e não pra gente.
Porque uma coisa é o cliente que dá pitaco no design. Sabe como é, hoje em dia todo mundo é dizáiner, você apresenta o projeto totalmente harmônico e começa o “troca essa cor aqui”, ou “troca essa letra ali”… coisas da profissão.
Mas e quando o trampo é fazer um site e não assinar? Dar o site pra outra pessoa assumir depois? Não, quando a pessoa sabe o que tá fazendo tudo bem… mas tem gente que acha que porque sabe brincar de boneca sabe cuidar de criança né? Aí a criança se espatifa e vem pra você “ó, cuida aí que quebrou”.
Né mole não, minha gente. Né mole não.