Olá, alergia

Se na segunda-feira a noite eu tivesse levantado da cama pra postar isso ao invés de continuar alimentando a minha insônia na posição horizontal, este post teria mais graça. Muito mais graça. Eu escrevo melhor quando tô com raiva, agora eu já tô conformada.

Aí que depois de cinco longos anos de paz de espírito, minha alergia a formol resolveu se manifestar. Sim, eu sou alérgica a formol. Não, eu não gosto de falar sobre as minhas trocentas alergias.

E claro, com um timing perfeito pra cacete, foi só eu abrir o blog de esmaltes, todo bonitinho, perfis em redes sociais, tudo muito cheirosinho, pra quase morrer de coceira.

Bem legal. NOT.

Já dispensei vários dos meus esmaltes e não vou ficar com nenhum que tenha formol, mas puta que o pariu hein. O apego não tá nos esmaltes em si, tá no blog! Não vou poder comprar e passar os esmaltes modinha pra fotografar, o Google vai deixar de ser meu melhor amigo pra ser só um colega. As visitas vão cair, e eu não vou viver só de AdSense blogando de pijama embaixo do ar condicionado pro resto da vida como eu tava planejando. ISSO É INJUSTO PRA CARALHO. Mesmo que eu bote uma roupa de astronauta e pra fazer os swatches naquelas unhas postiças, vou fazer o que com o vidrinho depois? Cheirar até morrer?

Que bosta.

Por enqto ainda vou publicar no blog a minha (ex) coleção, com a série de posts divididos por cor que eu tinha planejado. Depois disso, um post péla-saco com lição de moral pra quem tem alergia e não se cuida. E a partir daí, sofrimento eterno de só encontrar cor hipoalergênica que nem minha vó usa (mesmo), de tão cafona, enquanto eu babo nos esmaltes alheios.

Então sim, eu ando com um humor meio ruim. Seria bom que as pessoas não dessem margem a tomar patada evitando comentários idiotas no blog e principalmente nas redes sociais relacionadas a esmalte. Especialmente pessoas que me perguntam onde tem foto de tal esmalte sendo que eu ACABEI de blogar a foto, ou coisas do tipo.

O Homem Que Ama (L’uomo Che Ama)

Filmes que eu assisti sábado e fiquei com preguiça de blogar sobre, parte 2 de 2.

O Homem Que Ama (L'uomo Che Ama)

Aí tinha esse filme italiano lá na fila de filmes pra assistir, O Homem Que Ama (L’uomo Che Ama, 2008) mas vou te contar, que filme chato! É bem aqueles dramas europeus que criaram a má fama entre pessoas que gostam de um filme pipoca, tipo eu.

Tem esse cara, que está apaixonado pela namorada. Mas aí a namorada dele volta com o ex, e ele sofre, sofre, sofre. Então ele começa a perseguir a ex, até que ela enche o saco e se muda de cidade. Aí ele começa a namorar a Monica Bellucci, que é muito mais bonita e muito mais legal que a outra, mas ele não tá contente, então dá um pé na bunda dela. Aí eu me perdi na história, mas no fim eu acho que volta pra época em que ele conheceu a primeira namorada. Morri de tédio, fim.

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Nova York Eu Te Amo (New York I Love You)

Filmes que eu assisti sábado e fiquei com preguiça de blogar sobre, parte 1 de 2.

Nova York Eu Te Amo (New York I Love You)

Depois do sucesso de Paris, Eu Te Amo, que eu adorei e não consigo achar o DVD pra comprar de jeito nenhum, veio Nova York Eu Te Amo (New York I Love You, 2009). São 12 curtas, cada um assinado por um diretor, mostrando o amor pela cidade.

Eu gostei mais da versão francesa, por razões óbvias xD

Das 12 histórias, a única que eu me apaixonei mesmo foi a do casal de velhinhos. Aquilo é tão absurdamente real, em qualquer lugar do mundo! Meus avós maternos são exatamente daquele jeito, inclusive no domingo de manhã eu saí pra dar uma volta com eles e (grazadeus) só faltou o skatista escroto pra dar susto na gente.

Aí que já tá rolando a versão Rio de Janeiro da série. Eu particularmente acho São Paulo muito mais digna de receber amor, mas a minha cidade preferida não tem um Cristo Redentor pra ostentar pros gringos ne? Então vai o Rio mesmo.

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Simplesmente Complicado (It’s Complicated)

Simplesmente Complicado (It's Complicated)

Há muito, muito tempo eu não ria tanto com um filme.

Simplesmente Complicado (It’s Complicated, 2009) é uma comédia romântica fofa que tem a Meryl Streep como protagonista. Eu não me lembro de ter assistido nenhum filme com ela que fosse ruim. Adoro.

Ela é divorciada do Alec Baldwin (que podia fazer menos bico) há 10 anos, ele já casou com uma gostosinha muito mais nova e talz, mas durante a formatura do filho mais novo eles começam a ter um caso. Aí tem o Steve Martin, o arquiteto responsável pela reforma da casa dela, que a gente passa o filme inteiro esperando fazer alguma coisa estúpida tipo sentar numa cadeira quebrada ou ter uma diarréia durante o encontro, mas nada. Sério.

E de brinde tem o John Krasinski, a.k.a. o Jim de The Office. Ele dá UM ÚNICO SORRISO o filme inteiro, e ainda porque fumou uma maconhazinha, mas o resto do tempo ele é o personagem mais sério e ainda sim o mais engraçado do filme inteiro. Se é que é possível, tô ainda mais apaixonada por ele, não tem nada mais sexy neste mundo inteiro do que esse tipo de senso de humor.

Como a personagem da Meryl é dona de uma padariazinha completamente encantadora, o filme tem aquela coisa do amor na comida. Totalmente adorável.

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Sherlock Holmes

Sherlock Holmes

Ontem eu finalmente assisti Sherlock Holmes (Sherlock Holmes, 2009).

Não sei se eu teria ficado contente em perder a tarde com os queridos dentro do cinema vendo esse filme no domingo passado. Em alguns trechos eu achei o filme meio tedioso, nas sequências de explosões e talz. mas tirando isso, Sherlock é um personagem adorável.

Quer dizer, bom mesmo foi ver na prática como funciona essa história do House ter sido inspirado no Sherlock. Além do talento investigativo ainda tem essa relação doentia com o Watson/Wilson. Nunca vou entender essa vibe.

Talvez eu me dê melhor com Sherlock Holmes nos livros. Às vezes eu reclamo que não tem nada novo pra eu ler, mas alguém no meu twitter muito sabiamente disse uma vez que a gente fica atrás do novo porque é modinha e se esquece que eles geralmente são chupinhados dos clássicos, antigos mas muito melhores.

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